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25/03/2008 . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  Atlético Mineiro: 100 anos

Eternos ídolos
Foto Gazeta Press
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Reinaldo, o maior artilheiro da história

Em 100 anos de história, incontáveis foram os atletas que usaram a camisa alvinegra. Mas alguns ficam marcados de forma muito mais especial, seja pelo faro de gol, pela técnica, pela raça, pela dedicação em campo, o certo é que os ídolos estão com seus nomes registrados na história do clube.

O primeiro ídolo alvinegro foi Zica Filho, durante o início dos anos 20. No final da década de 20, começo da de 30, o Atlético teve o famoso "Trio Maldito", formado por Said, Jairo e Mário de Castro, primeiro jogador fora do eixo Rio-São Paulo a ser convocado para a seleção brasileira. Juntos, eles balançaram as redes 467 vezes. O centroavante Guará, quarto maior artilheiro do clube, e o goleiro Kafunga também fazem parte do hall da fama alvinegro.

Os heróis da equipe Campeã Brasileira em 1971 também entraram para a história do clube: Renato, Humberto Monteiro, Grapete, Vantuir e Oldair; Vanderlei, Humberto Ramos, Lola, Ronaldo, Cincunegui, Dário, entre outros não saem da cabeça do torcedor, principalmente Dário, autor do gol do título. O desengonçado atacante chegou a ser vaiado por diversas vezes até deslanchar a fazer gols e se tornar o segundo maior artilheiro da história atleticana, com 211 gols em 290 jogos.

Foto Gazeta Press
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Equipe do Atlético, campeã em 1971

Nas décadas de 1970 e 1980, o Galo montou verdadeiras timaços, com nomes como Reinaldo, João Leite, Cerezo, Marcelo Oliveira, Getúlio, Alves, Paulo Isidoro, Nelinho, Éder Aleixo, Palhinha, Osmar Guarnelli, Zenon. É desta época que atuou pelo clube o maior ídolo atleticano de todos os tempos, José Reinaldo de Lima, ou simplesmente Reinaldo.

Rei, como ficou carinhosamente conhecido, chegou ao clube em 1973, depois de se destacar em um amistoso contra o juvenil do Atlético. Com seu talento impressionante, técnica insuperável, habilidade e capacidade para executar dribles em espaços mínimos, Reinaldo se tornou o maior goleador da história do Galo, com 255 gols, e do Mineirão, com 153. O atacante também tem a melhor média de gols em uma edição de Campeonato Brasileiro, quando marcou em 1977, 28 gols em 19 jogos, média de 1,47 por jogo. A forma de comemorá-los, com o punho esquerdo erguido, nunca sairá da memória da torcida alvinegra.

Na década de 90, os torcedores puderam vibrar com uma nova safra de craques. Taffarel, Velloso, Beletti, Dedê, Caçapa, Cicinho, Mancine, Lincoln, Renaldo, Euller, Valdo, Marques, Guilherme, Gilberto Silva, foram alguns dos nomes que passaram por Belo Horizonte antes de fazer sucesso por outros clubes do Brasil e do mundo.

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