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Eternos ídolos
| Foto Gazeta Press |
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| Reinaldo, o maior artilheiro da
história |
Em 100 anos de história, incontáveis foram
os atletas que usaram a camisa alvinegra. Mas alguns ficam
marcados de forma muito mais especial, seja pelo faro de
gol, pela técnica, pela raça, pela dedicação
em campo, o certo é que os ídolos estão
com seus nomes registrados na história do
clube.
O primeiro ídolo alvinegro foi Zica Filho, durante
o início dos anos 20. No final da década de
20, começo da de 30, o Atlético teve o famoso "Trio
Maldito", formado por Said, Jairo e Mário de
Castro, primeiro jogador fora do eixo Rio-São Paulo
a ser convocado para a seleção brasileira.
Juntos, eles balançaram as redes 467 vezes. O centroavante
Guará, quarto maior artilheiro do clube, e o goleiro
Kafunga também fazem parte do hall da fama alvinegro.
Os heróis da equipe Campeã Brasileira em 1971
também entraram para a história do clube: Renato,
Humberto Monteiro, Grapete, Vantuir e Oldair; Vanderlei,
Humberto Ramos, Lola, Ronaldo, Cincunegui, Dário,
entre outros não saem da cabeça do torcedor,
principalmente Dário, autor do gol do título.
O desengonçado atacante chegou a ser vaiado por diversas
vezes até deslanchar a fazer gols e se tornar o segundo
maior artilheiro da história atleticana, com 211 gols
em 290 jogos.
| Foto Gazeta Press |
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| Equipe do Atlético, campeã
em 1971 |
Nas décadas de 1970 e 1980, o Galo montou verdadeiras
timaços, com nomes como Reinaldo, João Leite,
Cerezo, Marcelo Oliveira, Getúlio, Alves, Paulo Isidoro,
Nelinho, Éder Aleixo, Palhinha, Osmar Guarnelli, Zenon. É desta época
que atuou pelo clube o maior ídolo atleticano de todos
os tempos, José Reinaldo de Lima, ou simplesmente
Reinaldo.
Rei, como ficou carinhosamente conhecido, chegou ao clube
em 1973, depois de se destacar em um amistoso contra o juvenil
do Atlético. Com seu talento impressionante, técnica
insuperável, habilidade e capacidade para executar
dribles em espaços mínimos, Reinaldo se tornou
o maior goleador da história do Galo, com 255 gols,
e do Mineirão, com 153. O atacante também tem
a melhor média de gols em uma edição
de Campeonato Brasileiro, quando marcou em 1977, 28 gols
em 19 jogos, média de 1,47 por jogo. A forma de comemorá-los,
com o punho esquerdo erguido, nunca sairá da memória
da torcida alvinegra.
Na década de 90, os torcedores puderam vibrar com
uma nova safra de craques. Taffarel, Velloso, Beletti, Dedê,
Caçapa, Cicinho, Mancine, Lincoln, Renaldo, Euller,
Valdo, Marques, Guilherme, Gilberto Silva, foram alguns dos
nomes que passaram por Belo Horizonte antes de fazer sucesso
por outros clubes do Brasil e do mundo.
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