Voltar para a home Sábado, 06 de Setembro de 2008 Home Fale conosco. Receba o boletim   Ir para a Gazeta Press
 
Home
Basquete
Doping
Futebol - Brasileirão
Futebol - Calvário Corintiano
Futebol - Copa 2014
Futebol - Copa do Brasil
Futebol - Estaduais
Futebol feminino
Futebol - Policial
Futebol - Rei das Copas
Futebol - Seleção Brasileira
Motor
Mundiais
Pan
Tênis
Vagas Olímpicas
Vôlei
 Seleção Brasileira
Dunga mantém hegemonia continental, mas sente reflexos da pressão
Em 2007, seleção olímpica fecha vexames das categorias de base
Em 2007, seleção olímpica fecha vexames das categorias de base

Se o Brasil alcançou bons resultados com sua equipe principal, não é possível dizer o mesmo nas categorias de base. Os times sub-17 e sub-20 conseguiram a hegemonia no continente com dificuldades, mas o destaque negativo ficou no pior desempenho na história dos Mundiais de ambas as categorias.

No final do ano, foi a vez de Dunga iniciar o trabalho com a seleção olímpica. O resultado: um desempenho lastimoso na derrota por 3 a 0 diante de uma desentrosa equipe formada por destaques do Campeonato Brasileiro, em amistoso realizado no estádio João Havelange (Engenhão).

Consciente das dificuldades, Dunga já deixou clara a sua filosofia para o time olímpico. “Temos que pensar no coletivo, é só ver o que aconteceu com a seleção sub-20. Todos pensavam que um determinado jogador fosse resolver, mas não deu certo”, lembra o técnico.

O jogador citado por Dunga é Alexandre Pato. No Mundial Sub-20, o craque do Milan, que foi revelado de forma meteórica no Internacional, tinha ao seu lado atletas com indiscutível potencial: o lateral-esquerdo Marcelo, o meia William e o atacante Jô, todos no futebol europeu.

Contudo, em quatro jogos, os comandados do técnico Nelson Rodrigues ganharam apenas um e acabaram eliminados nas oitavas-de-final diante da Espanha. De consolo para a seleção, tetracampeã mundial da categoria, ficou a classificação para as Olimpíadas conquistada no Sul-americano do início do ano.

Na seleção sub-17, os resultados foram semelhantes. Na primeira fase do Sul-americano, os meninos brasileiros chegaram a perder do Peru e apresentar clamorosas falhas defensivas na derrota de 5 a 4 para o Equador. Só que, no hexagonal final, a equipe foi consistente, com quatro vitórias e um empate, e acabou campeã. A competição consagrou o meia Lulinha, do Corinthians, artilheiro com 12 gols.

A partir daí, o sucesso da seleção sub-17 acabou. Escolhidos para representarem o país no Pan, os jovens brasileiros terminaram o evento sem medalha: desclassificação ainda na primeira fase após derrota por 4 a 2 para o Equador, no Maracanã.

No Mundial da Coréia do Sul, realizado durante o mês de agosto, o Brasil defendia o título de 2003 e o vice-campeonato de 2005. Só que Lulinha e seus companheiros amargaram a eliminação nas oitavas-de-final em uma derrota pelo placar mínimo diante de Gana.

Na categoria sub-15, o Brasil jogou apenas o Sul-americano, conquistando o título em casa, mas a lambança ficou nos bastidores. Na primeira fase, o país chegou a perder os pontos da partida contra o Peru porque a comissão técnica fez quatro substituições, uma a mais que o permitido.

Gazeta Esportiva.Net © Todos os direitos reservados à Gazeta Esportiva.Net