O brilho de Fabiana Murer e os 100 anos do Corinthians

Uma gripe, chamada de “4 semanas”, me tirou do ar e de alguns fatos importantes do esporte: a estreia de Mano Menezes na seleção, os 100 anos do Corinthians, o Mundial de Basquete da Turquia e a conquista da Diamond League por Fabiana Murer.

Mano ganha a simpatia da mídia por levar os novos meninos da Vila para o jogo contra os Estados Unidos e por “pegar leve” nas coletivas. O Mundial de Basquete chega a uma inédita final entre os Estados Unidos e a anfitriã Turquia que, numa partida emocionante, superou a Grécia na semifinal.

Fabiana Murer vive em 2010 a melhor fase de sua carreira. Começou bem, na temporada indoor, com a conquista da medalha de ouro no Mundial de Doha, em março. Ao ar livre foi longe ao conquistar a Diamond League em Zurique, no mês passado. Ela tornou-se a segunda mulher brasileira campeão do Circuito Mundial da IAAF, depois de Maurren Maggi em 2002. No masculino, foram campeões Zequinha Barbosa (1986), Robson Caetano (1989) e Claudinei Quirino (1999).

Fabiana ainda venceu o GP Brasil/Caixa no Rio e o Campeonato Ibero-Americano em San Fernando, quando marcou 4,85 m, sexto melhor resultado da história da prova e segundo na temporada.

E o Corinthians chega aos 100 anos, com uma bela história. Não saberia dizer quais foram os 10 maiores craques da história alvinegra. Mas, com certeza, dois deles vi jogar: Rivelino e Sócrates. Os dois entram em qualquer antologia dos maiores nomes do futebol do Brasil.

Houve muitos outros. Lembro de Flávio, um centroavante chamado injustamente de grosso. Depois, Zé Maria, Wladimir, Amaral, Palhinha, Biro Biro, Carlos… E nas duas últimas décadas brilharam Neto, Marcelinho Carioca, Ricardinho, Rincón, Vampeta, Tevez e muitos outros.

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