Hábitos antigos

Foto Franck Fife/AFP

Jérome Valcke, secretário geral da Fifa. Foto Franck Fife/AFP

O Brasil está atrasado com as obras para a Copa do Mundo de 2014, todo mundo sabe. Da mesma forma, todo mundo também sabe que isto sempre ocorre, em todos os países-sedes do evento, com raras exceções. No fim, a competição sempre se realiza. Entre os que sabem disso está o secretário geral da Fifa, Jérome Valcke. Mesmo assim, este senhor, demonstrando impressionante falta de educação, desrespeitou o País. As autoridades brasileiras ficaram na obrigação de responder.

Foi o suficiente para os saudosos dos antigos hábitos subservientes saírem da toca. Afinal – dizem –, “o moço foi arrogante, mas nossa obrigação é cumprir o acordo feito com a Fifa”. No entanto, muitos dos que agora defendem o acordo e a rápida aprovação da “lei geral da Copa”, até bem pouco tempo atrás eram críticos de vários itens desde contrato. Com razão em vários pontos, aliás.

A realização de um megaevento como a Copa do Mundo sempre tem pontos favoráveis, mas acarreta custos altos. Uma vez decidido que se fará o evento deve-se conduzir da melhor forma. Se há um contrato firmado, deve-se cumprir. Mas por que não se pode (re) negociar alguns pontos? Qual o grande erro nisso?

MUNDIAL INDOOR

O Brasil terá sete atletas no Mundial Indoor-2012, que começará na sexta-feira 9, em Istambul, na Turquia. Na equipe, Keila Costa, que na edição anterior do Mundial (em Doha-2010, no Catar) ganhou a medalha de bronze no salto em distância.

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