O Barça perdeu. E é o melhor time do mundo

Depois de duas viagens a trabalho e um crise de coluna que me tirou do ar, retomei contato com o mundo esportivo, principalmente os esportes olímpicos, meu principal campo de interesse. E especificamente com o Atletismo, sem dúvida o esporte essencial, que se prepara para receber estrelas de várias partes do mundo para o Brazilian Tour, no mês que vem. Claro que nesta terça-feira é difícil de esquecer a eliminação do Barcelona pelo Chelsea, na semifinal da Copa dos Campeões da Europa.

Possivelmente em próximas pesquisas sobre os melhores do mundo de todos os tempos, a ser publicada por alguma revista europeia, Messi não será mais o número 1. “Craque de verdade não perde pênalti em decisão”, pontificarão os sabedores de todas as coisas, visíveis ou não.

Pep Gardiola, a “nova luz do futebol” entre os maiores treinadores do planeta, talvez seja rebaixado. “Acho que ele não é assim tão bom, não é mesmo?”, dirão os mesmos especialistas. Pois o técnico do Barça merece um lugar entre os melhores da atualidade, já demonstrou isso. E Messi ainda será, por vários anos, uma estrela intercontinental. Até porque o número 1 de todos os tempos ele nunca foi.

E o Barcelona? Seguirá como o melhor time do mundo neste começo de segunda década do século 21. “Mas ficou sem o título europeu e nem ganhou o espanhol”, lembrarão. E a história responderá: até o Santos de Pelé, Coutinho e companhia, perdia de vez em quando. E depois seria sem graça ver apenas um time ganhando.