Pois é, mais um período de férias por ordem médica e… oi, nois aqui traveis… como diz a música. O fato é que perdi os dois últimos meetings do Brazilian Tour, em São Paulo e no Rio. Mas fica a boa vitória da Maurren no Ibirapuera e o ótimo tempo do 4×100 m masculino no Engenhão (resultados no site www.cbat.org.br).
E fica a marca da organização brasileira de eventos atléticos de nível mundial. Já se vão quase 10 anos que o País é sede de um circuito de competições com atletas dos quatro cantos do mundo. É bom ressaltar que as competições acontecem em cidades de estados diferentes.
Particularmente este ano o Brazilian Tour foi importante, não apenas porque atletas puderam buscar a qualificação olímpica, como Rosângela Santos, nos 100 m. Foi também uma preparação de alto nível para as grandes competições da temporada, que terá o auge exatamente na Olimpíada de Londres. Oportunidade também para observação de eventuais necessidades de correções nos treinamentos de alguns atletas.
Agora, temos competições no exterior com brasileiros. Fabiana Murer fará sua estreia na Diamond League de Eugene, Mauro Vinícius competirá na Europa e a seleção brasileira disputará o Ibero-Americano na Venezuela. E no fim de junho teremos o Troféu Brasil/Caixa em São Paulo. Depois, foco total nos Jogos de Londres.
E vamos que vamos, conforme o bordão do grande Osmar Santos.