Nota zero

Coisas boas e outras nem tanto aconteceram em 2012. É sempre assim. Mas alguns fatos foram de amargar, para lembrar uma expressão antiga. Foram atitudes ou decisões que fazem seus responsáveis merecer NOTA ZERO. Claro que não dá para falar de todos aqui. Então, selecionei alguns:

1 – A insistência do Governo do Estado do Rio em privatizar o Maracanã e demolir o Estádio de Atletismo Célio de Barros, o Parque Aquático Júlio Delamare, o Museu do Índio e a Escola Modelo Arthur Friedenreich. Por enquanto, a Comunidade do Atletismo reagiu de forma consistente. A natação faz “cara de paisagem”.

2 – A notícia alarmante que circula em São Paulo: o Governo Paulista quer vender o Conjunto Constâncio Vaz Guimarães, principal complexo do esporte olímpico na capital paulista. Desta vez até a imprensa reagiu com timidez. Talvez pelo excesso de tucanagem na mídia local, tanto a geral como a esportiva. Mas o tamanho do desastre para o esporte é igual ou maior do que as demolições do Maracanã.

3 – A segurança do Morumbi, e só pode ter sido por orientação da diretoria do clube, tentou impedir que os jogadores do “Tigre” fizessem aquecimento no gramado, antes da decisão de quarta-feira. A desculpa de que os são-paulinos também foram maltratados na Argentina, no jogo de ida, não justifica atitude tão rasteira.

4 – A decisão do Tigre de não disputar o segundo tempo da decisão da Copa Sul-Americana. Os jogadores da equipe, aliás, continuaram no Morumbi o jogo violento que já haviam realizado em Buenos Aires. As agressões ao final do primeiro tempo comprovam isso. E depois, havia segurança para a realização do segundo tempo. Foi uma atitude cafajeste, que não faz justiça ao futebol argentino.

Houve outros, cito esses, que são recentes. Houve também coisas interessantes, que trataremos proximamente.

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