A reforma do Maracanã e a resposta que falta

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A coluna de Fernando Calazans no Globo, nesta quarta-feira 27 assinada pelo interino Pedro Motta Gueiros, confirma que o Governo do Estado do Rio já publicou novo edital para a privatização do Complexo Esportivo do Maracanã. Os “donos” do equipamento serão conhecidos em 11 de abril próximo. Confirma-se, no edital, a decisão de demolir o Estádio de Atletismo Célio de Barros e do Parque Aquático Júlio Delamare.

A propósito, em texto recente sobre o fim destas importantes praças esportivas, comentei uma declaração do governador fluminense Sergio Cabral. Ele dizia que o Museu do Índio, também previsto para ser demolido, seria poupado. Deixariam de existir, então, “apenas” o Célio de Barros, o Júlio Delamare e a Escola Modelo Arthur Friedenreich.

Pois nem o Museu do Índio vai, de fato, escapar. Dias depois de garantir sua sobrevida, o governador avisava que ele seria transformado no Museu Olímpico. Ou seja, o Museu do Índio vai acabar, pelo menos no Maracanã. Assim, sou obrigado a dizer que o título daquele meu texto precisa ser atualizado: “Um quarto de notícia boa é três quartos de notícia ruim”, que já era desolador, não serve mais. Agora é mais correto, dizer: “Uma notícia inteiramente ruim”.

Tudo a favor do Museu Olímpico. Mas porque no Maracanã? Afinal, estão tirando os esportes olímpicos de lá…

Está certo, dirão, o Governo do Rio se comprometeu com autoridades do Atletismo internacional a construir novas praças de esportes. Disse até que “será uma praça moderna”, próxima do Maracanã, em espaço que já pertence ao estado. Muito bom, mas alguém viu esse projeto? Quando será erguido o novo estádio? Quando ficará pronto? Atletas e treinadores cariocas precisam treinar e competir. A Confederação de Atletismo e o Ministério do Esporte tentam viabilizar o CEFAN, junto ao comando da Marinha. Mas sempre será um espaço provisório. Estamos em 2013, daqui a uns poucos anos, o Rio de Janeiro será a sede da Olimpíada. A Comunidade Atlética Nacional precisa de uma resposta.

O que há por trás do menor que assumiu a culpa pelo crime na Bolívia

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

Insisto num ponto, que para mim é fundamental: é correta a decisão das autoridades bolivianas de manter no país os torcedores corintianos, acusados de participarem do evento que terminou na morte do jovem torcedor do San José, Kevin Espada.

É legítimo também que os envolvidos, uma vez provadas as culpas, respondam pelo que fizeram com os rigores da lei. No entanto, é preciso que as culpas sejam provadas. E que sejam punidos os que tiverem suas culpas provadas. Do contrário, punir sem provas não é fazer justiça. Pelo contrário: é agregar um erro ao crime já cometido.

Quanto à decisão de apresentar um menor de idade para assumir a culpa, não tenho elementos para julgar, mas que parece muito conveniente … Isso parece. Aí, sim, é preciso redobrar os cuidados. Numa dessas, os verdadeiros culpados escapam e o torcedor, que é menor, pegará uma pena mínima, como ocorre com frequência.

Já a punição ao Corinthians – jogar sem torcida – me parece correta. Afinal, seja qual for o destino do julgamento do caso de Oruro, o que ficou provado é que torcedores deste grupo organizado são perigosos e podem colocar em risco outras pessoas. Mas parece igualmente claro, que o San José deveria ter seu campo interditado.

A tragédia na Bolívia e a busca da justiça

O que falar diante da morte do jovem torcedor boliviano, durante o jogo do Corinthians com o San José, em Oruro? A primeira sensação é de revolta; na sequência, nos sentimos impotente. Vêm à lembrança as outras tragédias em campos de futebol. E as poucas vezes em que se conseguiu a punição dos culpados.

No entanto, a única alternativa é exigir, mais uma vez, a busca da justiça. A real busca da justiça e não de justiçamento sumário. As palavras são parecidas, mas os significados são muito diferentes. Buscar a justiça significa promover investigações legais e, alcançando provas, julgar o culpado (ou os culpados) e puni-lo com os rigores da lei.

Outra coisa é querer a condenação de um torcedor, ou de um grupo de torcedores, apenas para ver “alguém pagando” pelo que ocorreu. Os que isso querem só desejam mais violência, não se importam se algum inocente acabe punido. É possível até que disparassem sinalizadores em estádios, como aquele que ontem provocou a morte do menino na Bolívia.

Não sou adepto nem gosto de grupos de torcedores organizados e não sei se os corintianos presos na Bolívia fazem parte desses grupos. Acho mesmo que eles são responsáveis por muita gente ter deixado de frequentar os estádios. Quando fazia a cobertura diária de futebol, tive problemas com várias “organizadas”, de Palmeiras e Corinthians, quando acompanhava estes clubes pelo POP, antigo jornal esportivo paulistano. Representantes de uma dessas torcidas inclusive foram reclamar do meu trabalho ao editor do jornal.

É preciso que aconteça uma investigação séria, para que se chegue até o responsável (ou os responsáveis), este (ou estes), sim, deverá arcar com todo o peso da lei. Se chegarmos até este ponto, teremos alcançado a justiça.

Almir Gabriel e o Estádio do Mangueirão em Belém

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Morreu aos 80 anos, em Belém, o ex-governador do Pará, Almir Gabriel. Foi senador e duas vezes governador de seu estado. Não tenho como avaliar sua administração, que ficou politicamente marcada pelo massacre de Eldorado dos Carajás, quando 18 sem terra foram massacrados pela polícia. Se esta foi uma marca pesada, Gabriel teve, no entanto, uma atuação importante na Assembleia Constituinte, quando foi relator de uma das comissões.

Na sua eleição de 1994, para governador, derrotou um ícone da ditadura militar (1964-1985), Jarbas Passarinho, também antigo governador e senador. A importância do fato foi anotada, à época, por Janio de Freitas, mestre do jornalismo brasileiro. E em 1998, superou Jader Barbalho, expoente da fisiologia política, e como os outros aqui citados ex-senador e ex-governador.

O que quero tratar aqui, porém, é da ligação de Almir Gabriel com o esporte e, em especial, com o futebol e o atletismo. Não que fosse um esportista ou fã de algum esporte em especial. Mas é que, em 2000, no meio de seu segundo mandato, anunciou a decisão de recuperar o Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, em Belém. E acrescentou uma novidade: o Estádio teria uma pista de atletismo de primeira linha. Assim, além de jogos de futebol, também haveria competições de atletismo de nível internacional. E assim foi.

Não se diga que foi uma obra faraônica ou que o espaço se tornou um elefante branco, fato que de tão comum já é histórico entre nós. Jogos de futebol em Belém lotam o Estádio Olímpico.

E graças à pista, Belém tornou-se a primeira cidade do País – depois de São Paulo e Rio de Janeiro – ser a sede do maior evento do atletismo latino-americano: o Grande Prêmio Brasil, que integra o Challenge da federação internacional de atletismo. Por três vezes, o público do GP foi superior a 40 mil pessoas. Sempre com recorde sul-americano de público em eventos atléticos sul-americanos.

Rogério Ceni e os frangos presentes à mesa dos grandes goleiros

Djalma Vassão/Gazeta Press

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Pois não é que ainda comentam o “frango” degustado por Rogério Ceni no jogo de sábado contra o Ituano, quando o São Paulo venceu por 3 a 2! Não é também de estranhar tanto, já que o goleiro do Tricolor é uma personalidade do esporte nacional. Tudo o que fala ou faz repercute, naturalmente. O volume de comentários tem um pouco, é certo, de mal disfarçada “vingança”, principalmente de palmeirenses e corintianos. O que nem chega a ser grave.

Mas fora dos ambientes dos torcedores, na mídia, os analistas têm que tomar cuidado. O que Rogério levou foi um frango e ele sabe disso. Deixou passar uma bola que qualquer goleiro de time de várzea (ainda tem time de várzea?) pegaria. Rogério esteve bem no restante do jogo, da mesma forma que teve atuação perfeita contra o Atlético, pela Libertadores, no meio de semana.

Bem a propósito, lembro de uma reunião de pauta da Folha, durante a Copa de 1982. O Brasil acabava de estrear contra a antiga União Soviética, ganhara por 2 a 1. Mas o placar fora aberto pela URSS, num frango do Valdir Peres. Um colega do jornal insistia que o goleiro brasileiro “não tinha nível de seleção”, porque goleiro de “nível de seleção” não sofria aquele tipo de gol. E insistia: “O Dassaev (goleiro soviético) pegaria aquela bola”.

E ninguém conseguiu convencê-lo de que o próprio Valdir Peres pegaria aquele chute. E Valdir, 11 anos titular absoluto do São Paulo, três vezes campeão paulista e uma vez campeão brasileiro, era superior a Dassaev, que também era bom.

Gilmar dos Santos Neves, bicampeão mundial pela seleção e pelo Santos, titular nas Copas de 1958 e 1962, levava de vez em quando seus frangos. E não se abatia. Talvez aí tenha sido a verdadeira falha de Valdir Peres. A impressão que tenho, ainda hoje, é que ele perdeu um pouco a confiança depois daquele gol. Mas não prejudicou a equipe, tanto que não teve mais nenhuma falha na Copa.

Oscar e o merecido lugar na Galeria da Fama

AFP

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Oscar Schmidt certamente está na lista dos 10 melhores jogadores que o basquete do Brasil já revelou em sua história. Boa parte dos analistas certamente o indicariam como o número 1. Pois nesta sexta-feira, 15 de fevereiro, o antigo ala da seleção brasileira foi eleito para o “Hall da Fama” do Naismith Memorial Basketball.

Na verdade, Oscar entra num grande painel dos melhores do mundo, dono de um talento reconhecido internacionalmente.

Esta é a razão, aliás, de sua eleição para o Hall da Fama, que fica em Springfield, cidade norte-americana onde o basquete foi criado pelo professor canadense James Naismith, que agora dá seu nome à galeria dos grandes jogadores.

Terceiro brasileiro a entrar para o Hall da Fama – os outros dois são o ex-pivô Ubiratan Pereira Maciel e a ala Hortência Marcari –, Oscar fez parte de uma grande geração de jogadores do País, ao lado de Marcel, Silvio, Mauri, Paulinho Vilas Boas, Marcelo Vido, Nilo, Guerrinha, os mais velhos Marquinhos e Fausto, e vários outros.

Esta nas seleções que conquistaram a medalha de bronze no Mundial das Filipinas em 1978 e a de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis em 1987. Foi um craque, para usar o linguajar do futebol.

Toda nossa torcida por Fabiana

Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

Principal nome do atletismo feminino do Brasil nos últimos anos, Fabiana Murer encontra-se num momento especial da carreira. Aos 31 anos, ela começou bem a temporada indoor, saltou 4,60 m nos Estados Unidos e 4,65 m na Rússia. Alcançou, assim, a qualificação para a principal competição do ano: o Mundial de Moscou, marcado para agosto próximo.

Porém, em seu terceiro torneio este ano, em Donetsk, na Ucrânia, sentiu novamente uma lesão no tendão de Aquiles. Parou tudo e voltou ao Brasil para fazer o tratamento indicado pelos médicos da BM&FBovespa, sua equipe.

A esperança é que em maio, quando será disputado o GP Brasil/Caixa de Atletismo, ela possa reiniciar a temporada, já em eventos outdoor, em preparação para o Campeonato Mundial, quando poderá tentar o bicampeonato no salto com vara.

Toda a nossa torcida pela saltadora campineira.

Neville McCook

Morreu Neville McCook, dirigente jamaicano e membro do Conselho da IAAF. Pessoa gentil, Neville era muito querido pelos atletas de seu país. Vários deles, como o supercampeão Usain Bolt, se manifestaram publicamente e lamentaram sua morte, ocorrida na última segunda-feira, em Kingston, aos 73 anos.

Oscar Pistorius

Oscar Pistorius ganhou respeito internacional por sua luta esportiva. Biamputado desde a primeira infância, ele tornou-se um dos maiores nomes da história do atletismo paraolímpico. Mais que isso, chegou a disputar os maiores eventos do mundo para atletas sem deficiência: o Mundial de Daegu e a Olimpíada de Londres. Foi preso nesta madrugada, acusado pela polícia sul-africana de ter matado sua noiva, o que, em princípio, ele teria negado.

Não vale torcer contra PH Ganso

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

Para usar um clichê: Paulo Henrique Ganso é a “bola da vez”. Nada que surpreenda. Costuma ser assim, mesmo, quando um jogador custo caro e não começa bem em nova equipe. Os comentaristas e torcedores mais experientes sabiam que a contratação do meia santista pelo Tricolor envolvia riscos. Portanto, não se justificam críticas mais duras da mídia nem cobranças pesadas dos são-paulinos. Por um simples, único e bom motivo: o São Paulo talvez seja o clube com maior experiência em contratar jogadores importantes que demoram algum tempo para começar a praticar seu verdadeiro futebol.

Os exemplos são muitos. Mas um deles é emblemático. Falo de Pedro Virgílio Rocha, um dos maiores craques da história do time, eleito por Pelé “um dos cinco melhores jogadores” que conhecera. Pois “dom Pedrito” veio para o Morumbi logo após a Copa do Mundo do México-1970. Estava “praticamente recuperado” da contusão que impedira de jogar toda a Copa. Estreou na Taça de Prata, que se tornaria, no ano seguinte, o Campeonato Nacional de Clubes.

Não apenas não brilhou no começo como fez partidas abaixo da crítica. A ponto de, em uma transmissão da antiga TV Tupi, Roberto Petri, grande jornalista e grande torcedor, não segurar, ao ver mais uma jogada medíocre do uruguaio: “Mas Rocha, você já entrou na seleção da FIFA”…

Pois o tempo passou. 1971 chegou e saiu e Rocha teve altos e baixos. A partir de 1972, porém, tornou-se a principal estrela do time. A mesma coisa aconteceu com Dario Pereira, que demorou mais de dois anos para curar-se de uma série de lesões que o faziam entrar e sair do time. E entrou para a história do clube. Nem mesmo Raí, que muitos exageram afirmando ser o maior nome da história do São Paulo – embora certamente seja um dos grandes –, livrou-se. Demorou para mostrar o craque que, de fato, era.

Raí, aliás, já comentei aqui em outra ocasião, enfrentou situação semelhante quando foi para o Paris SG: demorou para acertar e tornou-se ídolo na França. O genial Paulo Roberto Falcão, antes de receber a coroa como oitavo rei de Roma, teve que cumprir o estágio de dificuldades na temporada 1981/1982. Vejam que falo aqui apenas de jogadores que aturam pelo São Paulo. Todos eles, craques.

Tudo isso para dizer que a mesma coisa pode acontecer com Paulo Henrique Ganso. Que tal, pelo menos, torcer a favor?

É preciso buscar a verdade e evitar a injustiça

ROBIN VAN LONKHUIJSEN / ANP / AFPVimos ainda recentemente no Brasil no que resulta julgamento em que os que têm a obrigação da imparcialidade passam a decidir de acordo com o gosto de uma determinada facção muito bem posicionada em veículos importantes da mídia. Julgamento com essas características tem tudo para provocar injustiça, ainda que vez por outra agrade boa parte da opinião publicada.

Assim, não é novidade que a mídia penada, que agora parece dominar também a cobertura esportiva, se apressa em elogiar os informes, incipientes ainda, vindos da Europa, e que dão conta de uma cadeia de fraudes, que teria adulterado resultados de centenas de jogos de futebol em praticamente todos os continentes. Tudo para beneficiar frequentadores de sites de apostas.

É de conhecimento público que não são poucas as ações criminosas ligadas ao esporte, especialmente no futebol, com envolvimento de cartolas, agentes, pessoal de comissão técnica, jogadores e, até, jornalistas. Por isso, foi gratificante ver um debate em que dois jovens comentaristas aconselharam cuidado nas avaliações. Pelo menos até que a Europol, braço europeu da Interpol, dê informações mais concretas sobre suas investigações, que apontariam nesta direção.

Os que têm 40 anos ou mais e acompanham as coisas do futebol vão se lembrar de uma grande reportagem publicada pela revista Placar com o título “Máfia da Loteria Esportiva”, em 1982 ou 1983. Centenas de nomes de jogadores, empresários, dirigentes, jogadores e jornalistas atuavam para “fabricar” resultados em jogos da então chamada Loteca. Foi um trabalho importante do repórter Sergio Martins.

Houve na lista inicial um nome trocado e lá entrou Gaúcho Lima na lista quando o “titular” da vaga naquele time era outro jogador. Tenho para mim, ainda hoje, que o trabalho do Sergio Martins foi importante e que foi válida a decisão da revista de publicá-lo. Mas ainda me pergunto o que deveria ser feito para reparar, no caso, o jogador injustiçado. A revista reconheceu o erro, que chamou de “lamentável engano”. Gaúcho Lima entrou com um processo e ganhou a causa. O valor? Dez salários mínimos. Cerca de seis mil e quinhentos reais, em valores atuais.

Assim, concordo com os jovens colegas que pediram calma sobre esses informes. Assim é que deve ser. Se indícios consistentes se apresentarem, será então a hora de ir a campo, contribuir para a busca dos fatos.

Gilmar e Nonata, campeões de um legítimo torneio de cross country

Wagner Carmo/Cbat

Wagner Carmo/Cbat

Poucas vezes o terreno esteve tão propício a uma prova de cross country quanto no domingo, em Rio Claro no circuito de 2 km, montado no Parque Lago Azul. Com pequenas subidas e descidas, o chão estava mais pesado com as chuvas que caíram na região.

Assim, um sabor especial tiveram as vitórias de Gilmar Silvestre Lopes e Cruz Nonata da Silva, campeões da prova na categoria adulta na Copa Brasil/Caixa de Cross Country.

Gilmar, primeiro nos 12 km, manteve a família Silvestre Lopes no topo da competição pelo segundo ano seguido, já que no ano passado a Copa foi conquista por seu irmão gêmeo, Gilberto.

Já Nonata começou bem a temporada 2013, levando a vitória nos 8 km, e mostrou que este ano é a favorita para vencer as principais competições nacionais. Em 2012 ela venceu os 5.000 m e os 10.000 m no Troféu Brasil e em 2011 ganhou prata nas duas provas no PAN de Guadalajara.

Também a comemorar a vitória de Wewerton Fidelis na categoria menor. Ele venceu bem os 4 km da prova e está credenciado, assim, a outros bons resultados na temporada. Na verdade, ele conquistou o bicampeonato na categoria até 17 anos, depois de ter conquista duas medalhas no Festival Olímpico da Juventude, na Austrália.

No Estádio Olímpico de Sydney, Wewerton foi campeão dos 3.000 m e medalha de bronze nos 1.500 m. Portanto, pode lutar por uma vaga no Mundial de Menores, que será disputado em julho próximo em Donetsk, na Ucrânia.