O time dirigido por Émerson Leão começou nervoso. Com menos de dez minutos, Wellington e Cícero, justamente, já haviam recebido cartões amarelos. O conjunto corintiano, mais acertado, foi se impondo aos poucos e abriu o placar com Danilo de cabeça, aos 21 minutos, após cobrança de escanteio de Jorge Henrique.
Apesar do domínio corintiano na maior parte do primeiro tempo, o São Paulo teve a chance de empatar
aos 44, em pênalti que Jadson mandou pra longe.
Na segunda etapa, menos de um minuto depois de Leão fazer três alterações de uma só vez, João Filipe – descontrolado – fez uma falta sem bola no Jorge Henrique, recebeu o vermelho e atrapalhou os planos do treinador.
Do outro lado, em tarde inspirada de Jorge Henrique e de Danilo, o Corinthians só administrou e venceu com mérito.
Barcos: perfil de ídolo
Narrei Palmeiras e Ituano, sábado, para o Mesa Redonda e fiquei surpreso com a atuação de Hernán Barcos. O argentino parecia jogar no time há muito tempo de tão à vontade que ficou.
Marcou gol, reclamou dos colegas que erraram passes, pediu a bola com veemência. Com a bola nos pés,
mostrou habilidade, boa visão de jogo e faro de gol. Tem o perfil do ídolo. O tempo dirá!




