Na segunda etapa, o panorama continuou o mesmo. A Argentina fechada e o Brasil procurando espaço pra finalizar. Só volume e nada de criatividade. Marcou num pênalti sobre Leandro Damião já nos acréscimos, executado com força por Neymar.
Definitivamente, não há muito o quê comemorar e sequer havia essa expectativa diante das circunstâncias. Com força máxima, reforçados pelos “estrangeiros”, a história é outra. Uma vitória que serve apenas pra aliviar – se é que isso é possível – a pressão sobre Mano Menezes. As cornetas estavam prontas para o sopro, mas vão ficar guardadas por pelo menos mais duas semanas até que brasileiros e argentinos se enfrentem novamente, agora em Resistência, na Argentina.










