O chinês Zizhao, como era esperado, está sendo um dos maiores fracassos dos últimos tempos em termos de marketing no Corinthians. Por enquanto, o carinha só deu é dor de cabeça. Primeiro, contundiu-se sozinho em um treino com bola no CT Joaquim Grava. Depois, segundo más línguas, de seis pênaltis cobrados acertou um, em um índice para lá de péssimo. Dificilmente, o rapaz será aproveitado, a não ser em amistosos de final de ano ou começo de temporada e olhem lá.
Sem falar que dizem que Zizhao está comendo da fruta maldita, ou seja, tem caído nas baladas, arrumado namoradas brasileiras e aquilo tudo que estamos cansados de acompanhar na vida de um boleiro nacional. Domingo passado, por exemplo, estava marcado para ir ao Mesa Redonda, da TV Gazeta, e deu maior cano. Dizem que estava na balada e perdeu-se em uma noite de prazer.
Ou seja, o cara não joga nada, veio para fazer maior média e já, já vai se meter em encrenca. Me lembrei que no passado, os Estados Unidos convocaram Elvis para lutar contra asiáticos. Cantor ficou na maior mordomia em uma base militar da Alemanha, enquanto o jovens da época alistavam-se para morrer. Boa jogada do Tio Sam.
Como na mídia publicitária nada se cria tudo se copia, Luís Paulo Rosenberg deve ter-se lembrado dessa passagem de Elvis e tentou atrair um mercado estranho e desconhecido investindo em Zizhao. Até agora, nada. E, pelo jeito, foi mesmo uma bobagem tudo isso. Bem diferente de Andrés Sanchez, que apostou em Ronaldo e transformou o regionalizado Timão em uma realidade mundial.
E tenho dito!