Futebol respira novos tempos

Enfim, os clubes, autores de tudo na prática do futebol, conseguem passar pelas portas abertas da CBF. O ingresso dos homens que fazem o dia-a-dia do maior fenômeno socio/esportivo deste país no palácio administrativo de sua modalidade repercute – incrível! – como fato surpreendente.

Impressionante, os que dirigem clubes e federações (portanto fazem a história do futebol brasileiro) revelam surpresa e incontida alegria pelo novo tempo do futebol nacional. Não esperavam pelo novo jeito de administrar a modalidade.

Ninguém se furtou a reconhecer como excelente a mudança no mundo verde-amarelo da bola. Todos os presidentes de associações que participaram da quebra do hermetismo da Confederação respiraram o ar puro do novo clima.

Unanimidade entre os que foram à sede da entidade brasileira no Rio, a confiança em rumos novos e muito melhores se espalha pelo país. José Maria Marin fez o anúncio formalmente. A CBF não é mais um centro de imposições sem diálogo.

Grande, Muricy

Foi um plano bem elaborado. Na volta ( tristonha ) do mundial de clubes, o treinador santista imaginou que o melhor para seu grupo de jogadores era um tempo para esquecer a decepção e refazer o moral do time. E foi assim que conduziu as coisas. Esperou com paciência oriental a hora que julgou melhor para colocar seus titulares em campo.

Nada preocupado com o começo modesto no Paulistão, foi temperando bem sua equipe até que chegou ao ponto certo de recondicionamento. Hoje, sete jogos seguidos sem perder, o Santos é vice-lider do campeonato.

Assentado nos melhores momentos de Neymar em 2012, e contando outra vez com um inteligente ( e competente ) PH Ganso para colocar companheiros na cara de cada gol adversário, o Peixe vai em ascenção que empolga a todos.

Palmas ao técnico. Caladinho, chegou a um nível ótimo. Grande treinador é isso aí!