Seleção Brasileira e Mano não devem nada

AFP

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Foi uma brincadeirinha que serviu para, pelo menos, reanimar a Seleção Brasileira que saiu de São Paulo sentida com as vaias. Jogar contra a China, time fraquinho, foi animador a partir do vigésimo minuto. Justo quando a resistência dos jovens visitantes começou a cair, tanto física quanto emocionalmente.

Para a galera, um prato cheio. Oito gols e posse de bola na absoluta maioria do tempo – receita simples que compensou ao torcedor o custo do ingresso.

Amistosão de nenhum grau de dificuldade, essa apresentação pelo menos resfria a fervura a que havia chegado o nível de críticas no Morumbi.

Valeu, mesmo assim, como sequência de trabalho. Adversário muito frágil mas, de qualquer forma, ótima ocasião para titulares e reservas da equipe brasileira se aproximarem, se entenderem mais. A atividade em sí teve sua importância.

Se o povão gargalhou ao rolar da goleada, os jogadores acrescentaram um pouco mais de satisfação a sua auto-estima.

Foi bom, muito melhor, claro, do que qualquer outra situação. E, ao ouvir de alguém que a Seleção Brasileira pagou a dívida contraída em São Paulo, me apresso a discordar. Os rapazes não devem nada. Nem o treinador.

Em jogo que não vale pontos as páginas viradas não são revistas nunca mais. Treino é treino, ora.

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