Contra o mal do grupo rachado

Foi-se o tempo em que temas particulares em um clube de futebol se resolviam ( ou não… ) internamente, mas dificilmente transbordavam para além das portas da associação. Ser discreto no trato dos assuntos de cada um e de todos marcava lo dia-a-dia no futebol.

Claro que sempre existiram choque de opiniões, discordâncias e papos mal resolvidos. Mas tudo ficava com eles e só para eles – técnicos, atletas e dirigentes – com o objetivo de preservar a imagem da própria entidade, livrando-a de fofócas e irônicas ilações.

Hoje, os artistas do show da bola não andam tão reservados. Mais do que rapidamente, os cartolas deveriam tentar conter os desabafos inoportunos. Nada de imposição ditatorial, coisa do tipo calar a boca, não. Apenas lembrando que, democraticamente, cada um faça as colocações a que tem direito, sempre com respeito ao próximo, mas em momentos próprios, em conversas francas porém educadas dentro do ambiente interno. E nunca em exposição pública via câmeras e microfones.

Pode ser uma boa maneira de preservar a própria equipe contra desunião e rachaduras.

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