Gazeta Esportiva

Mais um mês de triste exposição mundial do futebol brasileiro. Subiu um ponto mas está como se nunca tivesse sido ganhador de copas do mundo e outros campeonatos da maior importância. Sem dúvida, não é o décimo terceiro lugar no ranking da Fifa a posição mais confortável para a mais famosa e mais amada seleção de todos os tempos.

Se é por falta de jogos oficiais ou porque outras equipes estrangeiras vêm atuando com maior frequência ante os olhos do mundo, isso não vem ao caso. O que marca é saber que algumas, entre as doze outras equipes acima na tabela de grandeza da entidade mundial, não têm nem a metade das conquistas verde-amarelas. Mesmo assim, praticam um futebol moderno e de resultados compensadores. E a classificação mundial resulta dos títulos e disputas de hoje.

Nada de viver de glórias do passado, certo. Não, porque, para ser qualificado como o melhor, o time nacional teria que sustentar a qualidade, o respeito e a capacidade histórica de vencedor, coisas que as escalações dos últimos anos já não conseguem.

Nossos treinadores não repetem o que Feola, Aimoré, Zagalo, Parreira e Felipão realizaram. Daí é forçoso que nos conformemos por estar a 570 pontos da Espanha, a maior de todas as seleções.





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