Ele foi um dos mais importantes no ano que passou. Pode mesmo ter sido o mais importante. Seja pelos gols que fez, seja pelos passes perfeitos que ofereceu a colegas que marcaram pelo Verdão. Mais do que justo reconhecer que garantiu resultados e pontos importantes para sua equipe.
Na linguagem do torcedor, terá sido meio time, com lances decisivos que, nos empates, evitaram derrotas e, nas vitórias, o consagraram como indispensável.
Se seu time caiu de divisão, certamente não terá sido por falta de grandes atuações suas. Individualmente, cumpriu o que lhe cabia. Coletivamente, fez por sí e por outros, em diversas ocasiões.
Claro que me refiro a Marcos Assunção. Um jogador exemplo. Suas palavras reproduzidas aqui em nosso site são típicas de um profissional mais que cumpridor. Passou disso. Foi dedicado. Foi leal e generoso dentro e fora de campo.
Ao exercer seu direito de não contar mais com seu trabalho, o Palmeiras tem que, no mínimo aplaudi-lo pelos golaços salvadores que marcou, entender seu direito a um reajuste salarial e, enfim, fazer uma declaração pública de respeito pelo quanto honrou a gloriosa camisa verde-branca.

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