Foi um jogo de futebol do jeito que os apaixonados amam – técnico, ritmado, de duas equipes interessadas em dar show, uma festa digna de uma final paulista.
Para os otimistas, um prato cheio. Para os pessimistas, a constatação de que o Morumbi continua a ser o palco principal em que os craques gostam de exibir seu talento.
A final do Paulistão juntou duas formações afinadas com a seriedade do jogo limpo e aberto. Ao campeão, a festa emocionante do povo com seus bordões e foguetório. Ao vice, o reconhecimento de como soube ser leal, limpo, competente e bom de jogo também.
Neymar – a estrela fora de série – completou mais um jogo em que exibiu fintas, toques e passos de um balé mágico. Mas todos fizeram sua parte. Dos dois lados. O principal foi a exibição coletiva.
O time de Muricy fez o que o que o povo queria: venceu. O Guarani jogou, tentou na bola levar o título que lhe resultou impossível. No fim, Cada qual com seu caneco, ambos fizeram mais um espetáculo com a qualidade inigualável do futebol do Brasil.






