Nunca conversei com o Vitor Andrade, mas ouço falarem muito mal dele. Dizem que é chato, mascarado, folgado, etc. Conheci o pai dele na inauguração da quadra do Neymar em São Paulo. Vi um pessoa entusiasmada com o filho, sonhadora, humilde e que sofre quando ouve esse tipo de coisa. O rapaz tem pouquíssima idade. Jogaram muitas coisas nas costas dele. Essa é uma fase da vida no futebol onde um erro pode ser fatal. Muita gente boa ficou pelo caminho e outros com menos talento chegaram longe. Todo mundo precisa ter limites. E eles devem vir dos patrões e familiares. Nenhum garoto de 16 anos é de trato fácil. Imaginem badalado por todos. Hoje as escolas não impõe disciplina, os empresários são babões e os pais, que deveriam ser os ídolos dos filhos, invertem esse processo. Muito material humano pode se perder com essa estrutra. Mais ainda no futebol, onde o herói vira vilão do dia para noite. Ou aparece outro tão bom, ou melhor, como se viesse do nada.
janeiro 16, 2013 – 11:22 pm
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Apresentador do programa Mesa Redonda.
Comentarista do programa Gazeta Esportiva e da Rádio Jovem Pan.
Profissional desde 1974, tendo iniciado a carreira jornalística na TV Gazeta, com passagens pelas TVs Record, Bandeirantes e Cultura.
Está de volta à TV Gazeta desde 2003.
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