
Mowa press
Não interessa se o árbitro errou a favor ou não. Se prejudicou a equipe da casa e ajudou o visitante. O que interessa é que a Seleção Brasileira jogou muito bem no primeiro tempo e não precisava da ajudado homem do apito no primeiro gol. Foi bola na mão.
Tendo um pouco mais de tempo para treinar, Mano pode conseguir impor sua filosofia de jogo, moderna, marcando a saída de bola do adversário e atacando com velocidade e com qualidade. Pena que está durando apenas 45 minutos e, como todos sabem, o jogo ainda tem 90 minutos.
No segundo tempo contra os americanos, que jogavam com um uniforme que me fez lembrar do Elefante da Noroeste, o Linense, nosso selecionado ficou vulnerável demais ao deixar de pressionar a saída de bola do adversário.
Nas bolas cruzadas na área brasileira, quando Thiago Silva não cabeceava, era um Deus nos ajude. Rafael, que pega quase tudo, sai pouco nas bolas altas e, por falta de entrosamento, o posicionamento dos demais defensores deixa a desejar.
Pelo menos, ano não precisa queimar uma das vagas para os acima de 23 anos com goleiro. Leva Ralf ou Arouca e Paulinho. Já sei, ele não vai fazer isso. Bem, não interessa quem ele vai levar de veterano para a Olimpíada, o importante é que ele já sabe como devemos jogar. É só pedir para o Marcelo agir mais com o que tem dentro da cabeça e não só com os pés.
É isso ai, o Brasil precisa jogar bem, com regularidade, os noventa minutos. Meio tempo pode ser suficiente para obter uma vantagem e nem sempre o suficiente para garantir uma vitória. Mesmo com Oscar sendo o melhor em campo. Só não vou dormir aliviado porque o Mano continua com a estratégia de fazer substituíção aos 44, 45, 46 minutos. Para que? Currículo do jogador?
Que coincidência, foi só o Kia chegar perto da Seleção que o meia Oscar resolveu encerrar a pendëncia com o São Paulo? Bertolucci é representante do Kia e agente do jogador. Kia se encontra com Andrés. Qualquer semelhança é mera coincidência.




