
reprodução - TV
No futebol, especificamente nesse caso, que se dane a honestidade. É jogo!
O Palmeiras marcou um gol contra o Internacional de maneira irregular, deveria ter sido confirmado ou não?
Até que ponto as informações externas, principalmente da tv, devem ser usadas para salvar a arbitragem em lances de gol?
Lembrando que a FIFA não permite a não ser, o quarto árbitro, no monitor oficial, como vimos na agressão do frances Zidane no italiano Materazzi. Só que era Copa do Mundo.
Na Copa das Confederações, aqui no Brasil, já teremos o uso da eletrônica para validar o gol, confirmando se a bola entrou totalmente ou não.
Isso não impedirá do gol ter sido marcado de forma irregular, como aconteceu em Porto Alegre, o que não é o caso aqui.
No jogo de Porto Alegre, quem esteve em campo foi árbitro Francisco Carlos Nascimento , um tanto incompetente, e que chega a afrontar o quadro internacional já que é da poderosa FIFA.
Ele tinha dois auxiliares, dois adicionais e o quarto árbitro para ajudá-lo. Para cuidar dos assuntos administrativos contava ainda com Gerson Baluta, meu ex-colega de arbitragem do Paraná.
O gol marcado com a mão por Barcos foi validado por todos os integrantes, inclusive pelo adicional que estava na linha de fundo. Pela reação dos colorados, alguma coisa irregular aconteceu.
Pronto, confusão estabelecida.
Tempo suficiente para quem está ali do lado de fora ficar sabendo que o gol foi irregular, inclusive Baluta e Jean Pierre, árbitro gaúcho que estava na função de quarto membro de arbitragem.
E foram eles, segundo os palmeirenses, que anularam o gol de empate do Barcos. Certo ou errado?










