Fabuloso complica o São Paulo

Ufa! Até que enfim acabou esse jogo. Essa foi a expressão da maioria que teve paciência para assistir a pelada inteira entre Tigre e São Paulo.
Quanta mediocridade técnica! E de inteligência também!
Uma arbitagem tendenciosa do paraguaio Arias, deixando de marcar várias faltas no campo de ataque do Tricolor, permitindo atitudes agressivas dos argentinos sem que o cartão amarelo fosse mostrado.
Logo na primeira jogada de ataque dos brasileiros tivemos um recuo de bola intencional para o goleiro que o fraco ou mal intencionado árbitro não marcou.
Como sempre acontece nos confrontos envolvendo argentinos e brasileiros, nós preferimos brigar primeiro e jogar depois. Incrível.
Passa o tempo e o que Emeson Sheik fez na decisão entre Corinthians e Boca, quando matou de raiva os argentinos e não foi expulso, não serviu de exemplo para Luiz Fabiano e alguns companheiros.
O atacante do São Paulo jogou apenas 13 minutos e foi expulso. A exemplo do que vem fazendo e repetindo em jogos importantes ou antes de partidas decisivas, quando não é expulso recebe o terceiro amarelo, com a conivência da diretoria tricolor.
Além de ser um péssimo exemplo para os mais jovens e inexperientes, é
uma enorme decepção para a torcida que já comprou todos os ingressos
da grande final e não poderá ver o ídolo em campo. Aliás, Luiz Fabiano
ganhou apenas um Rio-São Paulo pelo tricolor.
Há um provérbio popular que diz “que burro velho não aprende marchar”.
Mas não é só o atacante que precisa se controlar emocionalmente.
Toloi, Denilson, Rodolfo, Wellington, são outros que estão pensando
mais com os musculos. Cometeram faltas com a bola já saindo para a
linha lateral, dando ao adversário a condição de reporem a bola em
jogo com os pés e não com as mãos.
Fico imaginando se na grande final os argentinos sairem ganhando e
colocarem em prática toda a catimba milongueira dos portenhos, sabendo
como agem os brasileiros. Se cuida São Paulo, vamos jogar primeiro,
ganhar e brigar depois.
O árbitro escalado para o jogo no Morumbí vem do Chile, Enrique Osses,
o mesmo que inventou um pênalti em Bogotá para o Millionários eliminar
o Grêmio. Será que ele vai pagar o que deve para o futebol brasileiro
ou vai preferir ficar de bem com Julio Grodona.
E aí Marin, vai perder o título em casa?

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