Como a concorrência é saudável, não?

Fernando Dantas/Gazeta Press

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Depois do Santos vencedor com Neymar Jr e companhia, onde o destaque era mais o talento individual, o Corinthians investiu no conjunto e na permanência do técnico Tite, conquistando a tão almejada Libertadores e o Mundial de Clubes pela segunda vez.
Distante das competições internacionais por algum tempo, o São Paulo fez de tudo, dentro e fora de campo, para vencer a Sul-americana e voltar para a Libertadores, mesmo que, ainda, na fase preliminar.
Prevaleceu o lema: “o que importa é vencer”. Principalmente contra os argentinos do Tigre.
Até o Palmeiras, por algum momento, também foi grande. Fez a alegria da sua torcida com a conquista da Copa do Brasil, garantindo presença na próxima Libertadores. Infelizmente a incompetência administrativa e técnica levou o clube para a segundona do Brasileiro.
Triste mesmo é a situação da Portuguesa. Se salvou do rebaixamento no Brasileirão na última rodada mas, no Paulistão não teve jeito. Vai jogar o A-2 ano que vem. Clube de uma colônia rica mas desunida.
Agora estamos no período de contratações e liberações. O São Paulo quer acabar com o período vitorioso do Corinthians a todo custo. Já apresentou o xerifão Lucio para a zaga, registrou na CBF Breno, confirma o artilheiro Aloisio, do rebaixado Figueirense, juntamente com o contra-peso Negueba.
O Palmeiras apresentou o goleiro Fernando Prass e continua falando mais do que fazendo. O melhor reforço seria o afastamento dos incompetentes dirigentes que derrubaram o clube.
O Corinthians não precisa se esforçar para se reforçar. Todo mundo quer jogar lá. A maior dificuldade para o técnico Tite é trazer alguém que possa estragar o ambiente. Depois de um ano tão vitorioso, todos querem ser valorizados, tanto quanto reforços que possam vir do exterior.
O Santos ainda continua ocupando o noticiario mais pelo que Neymar Jr faz do que pelo trabalho da diretoria. Nem o presidente Luiz Alvaro está no comando. A tal de TEIA, sigla do grupo de investidores, não contrata ninguém. As atenções continuam sendo desviadas ou direcionadas para o retorno, mais uma vez, de Robinho. Convenhamos que é muito pouco.
O atual momento econômico do país e a possibilidade de ser melhor observado pela nova comissão técnica da Seleção Brasileira, têm interferido na decisão de quem ainda sonha com a possibilidade de jogar a Copa das Confederações ou, até, mais uma Copa do Mundo.
Pagando bem, que mal tem?

4 comentários em “Como a concorrência é saudável, não?

  1. Fica mesmo de OLHO professor, pois grandes profissionais serios como voce e alem de tudo de alta copetencia, tem sim, muito que estar no controle de certas ocorrencias do futebol. Ontem lhe vimos assitindo jogo em Catanduva. Deus te guie sempre
    Sucesso sempre na GAZETA.
    Antonio Dumas Ramalho
    Treinador de futebol
    estamos e negociaçào para que eu volte assumir a seleçào nacional de Guine Equatorial, onde ja trabalhei ali naquela seleçào por 3 anos.
    Atualmente estou no Gabes na Tunisia. Escrevo porque sou fan de um cara profissional como voce. Desejo-lhe sucessos.

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