Gazeta Esportiva

Postados por: godoi

Djalma Vassão - Gazeta Press

Se nem Pelé conseguiu, por que Neymar conseguiria?

O Santos bem que tentou, mas não conseguiu devolver a derrota do primeiro jogo para o Corinthians, 2 a 1.

O empate em 1 a 1 na Vila, não foi suficiente para conseguir a conquista do quarto título de campeão paulista consecutivo.

Pelo o que jogaram, se alguém tivesse que sair de campo com a vitória seria o Corinthians.

Mas o empate foi suficiente para o técnico Tite completar o ciclo de conquistas: campeão Brasileiro, da Libertadores, Mundial e agora pela primeira vez, Paulista.

Foi o vigésimo sétimo título Paulista do Corinthians. Nem a turbulenta troca de árbitros serve para desviar as atenções ou justificativas para o sucesso ou pelo fracasso.

Corretamente o árbitro Guilherme Ceretta de Lima interpretou como bola na mão os toques em Gil e Paulo Andre, ainda no primeiro tempo.

O árbitro assistente Danilo Mannis esteve impecável em todos os lances de impedimento do seu lado. Não errou um.

A falta de conhecimento da regra por parte dos atacantes do Santos e a precipitação no posicionamento, também contribuiram para atrapalhar os ataques santistas.

Como o gol santista foi marcado pelo Cícero, Neymar não só perdeu o título como deixou de ser o artilheiro da competição.

No sábado, William, da Ponte Preta, marcou duas vezes na vitória de 4 a 2 sobre o Penapolense, na decisão do título do interior, superando o craque santista em um gol.

Portanto, se esse jogo foi a despedida de Neymar pelo Santos, o que não acredito, não trará boas recordações ao jogador nem à torcida.

O Santos marcou aos 26 e sofreu o empate aos 28 minutos do primeiro tempo, gol de Danilo, não dando tempo para que as torcidas vibrassem muito – santistas – ou sofresem tanto – corintianos.

A emoção maior ficou por conta dos acréscimos do árbitro. Ele informou que daria quatro minutos e terminou com seis.

Dois minutos a mais para desespero dos corintianos, principalmente os do banco de reservas.

Lamentável mesmo , mais uma vez,  foi o comportamento de uma equipe da Polícia Militar no confronto com um grupo de torcedores santistas antes do jogo, do lado de fora do estádio.

Antes de resolver o problema, seja ele da ordem que for, os PMs agridem, provocando a revolta de todos e o desrespeito cada vez maior aos policiais e a própria instituição. É uma vergonha!

Bruno Cantini - CAM

Um carimbo especial para os campeões estaduais nesse Domingo.

Em Belo Horizonte, quase 50 mil torcedores viram um Cruzeiro aguerrido, lutador e com Dagoberto inspirado no primeiro tempo.

Mas no final, o galo cantou mais alto.

Todos os gols da partida foram marcados de pênalti.

Na primeira etapa, Dagoberto converteu aos 17 minutos e aos 32 minutos.

No segundo tempo, aos 33 minutos, foi a vez de Ronaldinho marcar após Luan sofrer pênalti. Aliás, marcação equivocada do árbitro Leandro Vuaden e dos auxiliares Rodrigo Correa e Rodrigo Pereira.

Uma decisão emocionante foi do Goianão. O esmeraldino saiu perdendo por 2 a 0, foi buscar o empate contra o rival Dragão e conquistou o bi-campeonato seguido e o 24º na história.

Festa também para o Tigre de Santa Catarina. O bom time do Criciuma segurou o ímpeto do Chapecoense e garantiu a taça , mesmo com a derrota por 1 a 0.

Fazia tempo (8 anos) que o time do aço não ganhava o estadual.

Em Salvador, não teve reza brava, macumba ou qualquer tipo de crendice para tirar o titulo do Vitória.

Depois do 7 a 3 na Fonte Nova, empate em 1 a 1 no Barradão e festa rubronegra.

Parabéns ainda para Ceará, Paysandu, Potiguar e Parnayba que levantaram as taças no Ceará, Pará, Rio Grande do Norte e Piaui. Festa pelo Brasil e que venha o Brasileirão nas séries A,B,C e D.

*colaborou FERNANDO CAMARGO

Como se não bastasse a arbitragem ser o único segmento do futebol ainda na condição amadora, a Federação Paulista de Futebol, através da sua Comissão de Arbitragem, consegue extrapolar e expor o desleixo com que trata os árbitros sob o seu comando, as vésperas de uma decisão de campeonato.

A substituição do árbitro Rodrigo Braghetto, pelo motivo do mesmo ter uma empresa que presta serviços de arbitragens a clubes de futebol, dentre os quais o Corinthians, é o resultado da soma de incompetência mais irresponsabilidade.

Conversando com Braghetto nas últimas semanas, quando o assunto veio a tona, ele me disse que havia levado a conhecimento do Coronel Marinho, presidente da CA, e nenhum impecilho foi imposto ao árbitro.

Tanto é que trabalhou em jogos do Corinthians no Paulistão 2013.

Como arbitragem não é profissão e sim uma atividade, nada impede que o árbitro se vire honestamente para ter uma renda descente e não depender das taxas provenientes das escalas, ficando vulnerável de acordo com seu caráter e necessidade.

Para completar o desleixo no trato de um assunto sério, a substituíção de um árbitro por suspeitarem de um possível favorecimento, Braghetto não teve nem a defesa do Sindicato classista presidido por Artur Alves Jr, o mesmo que anunciou sorrindo o nome do substituto, Guilherme Cereta de Lima.

É que Artur é membro da comissão de arbitragem e homem de confiança do Coronel PM Marinho. Impossível não haver conflito de interesses. Nessa, quem fica na pior é o árbitro “suspeito”, condenado sem direito de provar nada.

Para alguns o importante é se manter no cargo. Não acredito que a substituíção tenha sido só pelos motivos que se tornaram públicos. Nesse ramo de concorrências públicas, nem sempre se ganha jogando limpo, o sistema é bruto, corrupto e quem perde hoje se vinga amanhã. Ou, hoje mesmo.

Se a firma de Braghetto venceu alguma licitação de maneira ilicita, é melhor encerrar a carreira mesmo. Os adversários não o perdoarão. Quem exerce atividade pública não pode perder a dignidade, nem mesmo como pessoa jurídica. Só politicos partidários que se dão bem.

O jogo que encerra o Paulistão não será fácil de ser apitado, mas Cereta tem condições de conduzir bem Santos e Corinthians. Desde que não se empolgue e se sinta mais importante do que o próprio jogo ou tente apitar mais do que sua competência lhe permita.

Desse jeito, mesmo não chovendo em São Paulo o rio Tietê vai transbordar! São lágrimas de sãopaulinos, palmeirenses e corintianos.

É água que não acaba mais. Só falta a torcida do Santos chorar no domingo. Será?

Por incrível que possa parecer, entre as atividades e profissões, o árbitro é o único que, quanto mais experiente fica, pior apita. Seja no estadual, nacional ou em competições internacionais.

O que os paraguaios Carlos Amarilla e um dos auxiliares fizeram com o Corinthians é muito sério.

Para um árbitro que já foi considerado o melhor do continente americano, seus erros despertam a reflexão: “foram culposos ou dolosos?” Não são erros que só a televisão mostra.

Como ele conseguiu ver a falta de Paulinho no goleiro Orion? Seria uma pré-disposição em anular gol corintiano?

Estaria Amarilla prestando um serviço sujo a mando da Conmebol para que o Corinthians ou um time brasileiro não conquiste o quarto título consecutivo da Libertadores?

O Timão já foi punido exemplarmente pela entidade sulamericana no episódio da morte do torcedor boliviano. Lembram-se?

Claro que o Corinthians não foi eliminado só pelos erros da arbitragem, mas foi impossível superar o Boca Jrs da maneira que se comportaram os paraguaios.

Nervosismo, querendo brigar primeiro para ganhar depois, pressão pela responsabilidade diante do fiel torcedor, não rendendo o futebol esperado, são fatores que também contribuiram para a eliminação.

Mesmo assim, fez um gol validade e desperdiçou grandes oportunidades pelos pés de quem é considerado craque. Né, Pato!

Tudo isso serve para um aprendizado doloroso e de alerta para os demais brasileiros que continuam na disputa.

Cuidado com as forças ocultas nos bastidores. O trio paulista está eliminado e o sonho do bi fica para o ano que vem.

Como irá se comportar emocionalmente os jogadores corintianos contra o Santos. Vão jogar com mais qualidade e vontade? E o Santos vai saber
aproveitar o abatimento moral dos adversários na decisão do Paulistão? Sei não.

Fernando Dantas - Gazeta Press

Quem diria, hein! O Palmeiras conseguiu dois resultados contra o Tijuana que nem o Corinthians conseguiu.

Empatou no México e perdeu em casa. Os corintianos perderam lá, mas ganharam aqui.

É preciso saber jogar a Libertadores. Os jogadores palmeirenses estavam mais preocupados em brigar, intimidar pela força do que pelo futebol. Primeiro você ganha, depois briga. Se fizer o contrário será, fatalmente, eliminado.

A péssima arbitragem do venezuelano Juan Soto contribuiu para que tivessemos lances de MMA em pleno gramado.

Do que adianta o árbitro ter um excelente condicionamento físico e não saber apitar, se impor, punir corretamente? O nosso Seneme não passa nos testes físicos e apita pra caramba. É a vida.

O resultado de zero a zero no jogo de ida iludiu os palmeirenses que, mesmo apoiados pela eufórica torcida, fez vexame e foi derrotado no Pacaembu por 2 a 1. O nervosismo de alguns jogadores substituiu a qualidade técnica.

No primeiro gol dos mexicanos o goleiro Bruno foi artilheiro, confirmando que no momento que mais precisam dele,  falha e saboreia seus frangos.

Contra o Ituano faltava ritmo de jogo e ontem?

Henrique também foi solidário ao goleiro. Sózinho, cabeceou uma bola que poderia dominar e sair jogando, dando uma baita assistência para o segundo gol do Tijuana.

Quando as coisas não estão, individualmente, dando certo, até a arbitragem complica mais. Kleber fez um gol legitimo que foi mal anulado. Assustado, o árbitro marcou um pênalti de autêntica bola na mão, entre dois mexicanos.

Souza não desperdiçou o presente, mas foi insuficiente. Mesmo jogando com um a mais após a expulsão de Aguillar, o Palmeiras não conseguiu reverter a desvantagem e fazer o resultado que precisava.

Pelo menos para os mais otimistas, o vexame não foi tão grande quanto poderia ser se tivesse que jogar contra o Atlético Mineiro na sequência. Vamos ver como o Galo se portará na grama sintética e depois no alçapão do Independência contra os mexicanos.

Fernando Dantas - Gazeta Press

Terminou o suspense!

Acabaram-se as especulações e angustias. Começa agora a fase do outrismo. Isso mesmo. Com a presença do outro seria melhor.

Para alegria de poucos e tristeza de muitos, o técnico Felipão divulgou a lista com os nomes dos 23 convocados para defenderem a Seleção Brasileira na Copa das Confederações.

Mesmo sendo a Seleção Brasileira, ela não é a minha  e sim a seleção do Felipão e companhia.

Só ele sabe o que é melhor para ele e não pra mim ou nós.

Sabemos que o técnico forma um grupo e monta uma equipe de acordo com suas convicções e conhecimentos futebolísticos.

Agora, cá pra nós, pensando bem, creio que a seleção de cada um dos brasileiros pouca coisa diferente teria desta elaborada por Felipão.

Deixando o sentimento clubístico de lado, quem voce levaria para o gol, além de Julio Cesar, Jefferson e Diego Cavalieri? Pensou
em Cássio, Victor ou Diego Alves e isso mudaria alguma coisa?

Nas laterais, além da unanimidade Daniel Alves, voce poderia até substituir Jean por aquele do seu time , mas do lado esquerdo Marcelo e Filipe Luis não sofrem questionamentos.

Voce incluiria quem entre os beques Thiago Silva, Dante, David Luiz e Rever?

Já sei. Mas ele não está nem jogando no seu novo clube e quando vestiu a amarelinha, amarelou. Ou não?

Gosta de volantes brucutus ou técnicos? O que acha de Fernando, Hernanes, Luiz Gustavo e Paulinho?

Tem mais para o setor de inteligência. Oscar, Lucas, Jadson e Bernard. Não está bom? Você queria o velhinho dentuço Ronaldinho?

Ai teria que chamar outro atacante grandão do Galo e sabemos que a preferência é por Leandro Damião e Fred, que completam a lista com Hulk e Neymar.

Tá vendo. São poucas as posições ou nomes que voce trocaria.

Se não é uma seleção que contagia, que empolga, por enquanto, vamos esperar a bola rolar para saber se faremos bonito ou não na Copa das Confederações.

Se puder cruzar os dedos, ajuda.

Gazeta Press

No Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, tudo definido com os títulos de Botafogo e Inter, mas em outras partes do Brasil , o “bicho tá pegando”.

Em Pernambucano, o valente Santa Cruz conquistou o terceiro título consecutivo e pra cima do rival Sport na Ilha do Retiro. O herói, o exótico Flávio Caça Rato, quem diria.

Quem também comemorou foi o Coritiba e com virada sobre o rival Atlético-PR. O coxa conquistou o tetra campeonato, sob o comando de Alex, que faturou o primeiro titulo estadual no time em que iniciou a carreira.

Bruno Cantini - CAM

Em alguns estados a bola ainda vai rolar nas disputas, mas dúvido que Atlético-MG, Vitória, Criciúma e Ceará não levantem a taça.

O galo quebrou a invencibilidade do Cruzeiro no ano com um “acachapante” 3 a 0 no estádio Independencia. Pois é, Caiu no horto, tá morto e a raposa já está enterrada.

Na Bahia, Joel Santana definiu a derrota por 7 a 3 para o Vitória na Fonte Nova como fim de feira. Nem ele confia mais no Bahia.

O Criciuma fez dois a zero na Chapecoense com dois gols de Marcel e está próximo da Taça. Já  no Ceará, o vovô eliminou o Fortaleza e vai encarar o Guarani de Sobral na decisão

Teve ainda empate entre Dragão e Goiás, e esse parece ser o mais equilibrado. E a bola ainda vai rolar por esse Brasilzão!!!

* colaborou FERNANDO CAMARGO

Fernando Dantas - Gazeta Press

No dia das mães, quem foi uma mãe?

O Santos por ter deixado o Corinthians deitar e rolar no primeiro tempo ou o Corinthians por não ter goleado o Peixe? Difícil de responder, né!!

Mandante do primeiro jogo, o Corinthians fez quase tudo para estabelecer uma grande vantagem no Pacaembu.

Só faltou o que para alguns  é apenas um detalhe: Bola na rede

O timão marcou apenas uma vez no primeiro tempo, com Paulinho, o melhor em campo, e desperdiçou inúmeras oportunidades.

No segundo tempo o Santos melhorou com as alterações que Muricy fez no intervalo, colocando Felipe Anderson e André. Mesmo assim, possibilitou contra-ataques desperdiçados pelos comandados de Tite.

Resumindo, o Corinthians não converteu em gols sua superioridade. Mesmo estando a frente com o segundo gol do jogo marcado pelo artista Paulo André , o time não se acomodou e continuou dando sopa para o azar. Não deu outra!!

O Santos marcou o de honra com Durval e leva a decisão para a Vila Belmiro precisando vencer por um gol de diferença para provocar cobranças de pênaltis ou dois gols para ficar com o título. O tetra. Será que é possível?

Difícil sim, impossível não. Basta Neymar jogar aquele futebol decisivo e ser ajudado pelos companheiros para que o Santos tenha chance de concretizar o sonhado tetra paulista.

Beneficiado pelos 2 a 1 do Pacaembu, o Corinthians deverá explorar os contra-ataques.

O Santos não poderá jogar fechadinho, terá que atacar e correr o risco de perder o jogo e o título na Vila Belmiro.

No Pacaembu, a arbitragem do Wilson Luis Seneme e seus auxiliares foi perfeita.

Pela televisão, ficaria fácil marcar  um pênalti para cada uma das equipes. Fábio Santos dá um tranco nas costas de Cícero, o que não pode. É falta. Foi dentro da área, portanto.

Na área contrária o lateral Léo deu um carrinho em Alessandro, tocou na bola e, na sequência, ergue o pé e derruba o corintiano. Pênalti também.

O árbitro foi bonzinho com Romarinho, que simulou ter sofrido pênalti de Dracena. Bem colocado Seneme acertou em não marcar mas deveria ter punido o atacante cai-cai do Corinthians.

Pena que Seneme tem problemas físicos, que o impedem de ser aprovado nos testes físicos mais rigorosos da FIFA e o tiram da Copa do Mundo no Brasil, além da CBF que o impede de apitar nas competições nacionais.

Ele só está “apto” para jogos da Federação Paulista de Futebol. O futebol ainda precisa de árbitro como Seneme e não temos.

Se nossos clubes considerados grandes não estão jogando tanto no Paulistão, não podemos esperar muita bola na Copa do Brasil ou Libertadores.

Assim foi o que o Santos apresentou diante do Joinville.

Ganhou de 1 a 0 com gol de Durval. É mole!

Mesmo jogando em casa, o Joinville fez de tudo para que o segundo jogo acontecesse, menos tentar vencer o Santos, que, por seu lado, não fez por merecer eliminar o jogo da volta.

O 1 a 0 foi muito. Pelo o que jogaram, ninguém mereceu a vitória.

A desculpa é sempre a mesma: “jogadores estão desgastados com tanto jogo decisivo”. Prefiro acreditar no Mantega.

O retrospecto técnico dos clássicos que tivemos no Paulistão não credencia nenhuma das equipes para a primeira final. Corinthians e Santos devem ficar no empate sem gols no Pacaembu.

Depois, outro empate na Vila Belmiro e a decisão será nos pênaltis para consagração
de Cássio ou Rafael, que não se adiantarão em nenhuma das cobranças. Será??

Bruno Cantini - CAM

A zebra não teve chances de colocar suas listras em jogo, a não ser na camisa do Atlético, no Independência.

Como já era esperado, o Galo venceu e eliminou o São Paulo da próxima fase da Libertadores.

Só o placar de 4 a 1, é que foi cruel com os paulistas: 4 a 1. Pelo menos, o Tricolor viveu uma noite de Real Madrid e de Barcelona.

Desfalcado de Osvaldo e Lúcio, com PH Ganso tímido e o zagueirão Toloi colocando Ceni, mais uma vez em fria, o São Paulo não foi páreo.

Precisando reverter a derrota do Morumbi, teve que se expor mais e tornou-se presa fácil para um Ronaldinho inspirado e até agressivo.

Quem se deu bem foi o ex-corintiano Jô. Marcou 3 vezes. O outro foi do ex-sãopaulino Tardelli. Mais sem querer do que querendo, Luiz Fabiano fez o de honra, contando com a colaboração do goleirão Victor.

Para delírio da torcida atleticana, o lema de que – “quem cai no Horto
tá morto”, continua valendo.

Agora os mineiros aguardam o vencedor de Palmeiras x Tijuana. Se repetir a dose que impôs ao São Paulo, não tem pra ninguém.

Nem para o Corinthians, Fluminense ou um argentino que seja.

Depois da segunda eliminação em poucos dias,  resta ao São Paulo se preparar em 18 dias para a estréia no Brasileirão.

Será que o trabalho da comissão técnica é bom e os resultados não acontecem ou as conquistas não são alcançadas porque o trabalho não é bom?

Vamos aguardar a resposta do JuJu.