Galo forte e vingador!!!

Surpreendentemente Cruzeiro e Atlético fizeram uma final de Copa do Brasil digna de elogios pelo comportamento disciplinado dos atletas. O único cartão vermelho do jogo só foi mostrado por excesso do árbitro paulista Luiz Flávio de Oliveira ao expulsar Leandro Donizetti, quase no final do jogo.

O meio campista do Atlético deu um tranco sem bola em Dagoberto e, no máximo, deveria ser advertido com o cartão amarelo.

No último lance do primeiro tempo, Tardelli aproveitou um cruzamento de Dátolo e fez seu único gol na competição o aquele que deu mais uma vitória do Galo sobre a Raposa, desta feita no Mineirão e, de quebra, o título inédito da Copa do Brasil.

A conquista foi merecida. Durante todo o jogo o Atlético foi melhor, jogando com velocidade e intensidade, aproveitando o desgaste físico e mental do adversário que, no domingo, conquistou o bi-campeonato brasileiro.

Isto também amenizou a ira dos torcedores derrotados que, inteligentemente, também fizeram festa no Mineirão simultaneamente com a torcida do Atlético.

Os dois clubes mineiros estão garantidos na Libertadores do ano que vem juntamente com o São Paulo. Ainda bem que o time paulista se garantiu pelo Brasileirão, restando saber se terá disputar a pré-Libertadores ou não.

Tudo vai depender da posição que terminar na competição nacional.

 

Pela semifinal da Copa Sulamericana o Tricolor venceu o Nacional de Medellin no Morumbi por 1 a 0 e, como havia perdido pelo mesmo placar na Colômbia, a decisão foi nos pênaltis e o São Paulo foi eliminado por 4 a 1.

Allan Kardec escorregou o pé de apoio no momento do chute e jogou a bola para longe. Rafael Tolói cobrou fraco e o goleiro Armani segurou. Só Rogério Ceni marcou mas, não conseguiu defender nenhuma das cobranças colombianas.

Durante o jogo o São Paulo dominou mas não converteu em gols as inúmeras oportunidades criadas. Em cobrança de falta Paulo Henrique Ganso fez o único gol que alegrou os mais de 45 mil torcedores presentes que souberam reconhecer o comportamento da equipe, mesmo eliminada.

Como raramente acontece, tanto cruzeirenses como são-paulinos, mesmo não alcançando seus objetivos, não transferiram para as arbitragens seus fracassos. O técnico Marcelo Oliveira, do Cruzeiro, disse que sua equipe ao longo das competições tem sido beneficiada tanto quanto prejudicada por erros de arbitragem e que se faz necessário a profissionalização dos árbitros.

Muricy Ramalho preferiu enaltecer a dedicação e determinação dos seus jogadores, entendendo que o São Paulo jogou uma das melhores partidas do ano, se não, a melhor.

É bem melhor assim, cada um assumir a sua parte.

Quarta quente no futebol

Também faço parte daqueles que não cansam e exaltar as qualidades do craque Messi, mesmo sendo um rival futebolístico argentino. Sempre que posso cito como exemplo seu comportamento disciplinado, simples e inteligente, despertando, até nos adversários, admiração.

Tanto é que dificilmente ele recebe um pontapé desleal. Não simula ou encena, prefere ficar em pé e dar continuidade as jogadas em que recebe o tranco físico, não é egoísta e sabe, como poucos, interpretar e se posicionar para tirar proveito da regra do impedimento.

Essas qualidades sim, deveriam ser trabalhadas intensivamente pelos técnicos e “professores” das categorias de base já que burro velho não aprende a marchar, já dizia meu avô Vitalino Corrêa Godoy .

Por isso, merecidamente, vem batendo recordes seguidamente nas competições em que participa com o Barcelona ou nas premiações individuais. Na rodada da Liga dos Campeões contra o Apoel do Chipre ele marcou três gols e chegou aos 74, superando Raul que fez 71 e se distanciando do seu maior concorrente, em tudo no futebol, Cristiano Ronaldo que tem 71.

A disputa é sadia e respeitosa mas, muito estimulante, acirrando a rivalidade entre Barcelona e Real Madri, dentro e fora do campo.

No terceiro gol que marcou, cá pra nós de fácil execução, tocar para dentro do gol o passe que recebeu de Pedro, ele mostrou o quanto é importante para um atacante finalizador conhecer a regra do impedimento e não participar ativamente quando se está impedido.

No passe de Mascherano, por estar irregular ele não joga, apenas observa a condição do seu companheiro Pedro e se posiciona corretamente e legalmente para fazer o gol.

Se fosse no Brasil e em sendo um atacante nato, com certeza, receberia a bola, faria o gol, comemoraria e reclamaria veementemente do bandeirinha com respaldo do técnico que alegaria perseguição e complô da arbitragem contra a burrice do seu atacante. Mentira?

Prestem atenção no comportamento dos atacantes nos jogos decisivos que teremos hoje no futebol brasileiro. No Morumbi, semi-final da Copa Sulamericana, o São Paulo tenta eliminar o Atlético Nacional de Medellin revertendo a desvantegem de ter perdido o jogo na Colômbia por 1 a 0.

Será difícil mas não é impossível. Vai importante os atacantes não atrapalharem as oportunidades de gol ficando em posição irregular torcendo para o bandeirinha errar a seu favor.

Em Belo Horizonte, capital brasileira do futebol, Cruzeiro e Atlético decidem a Copa do Brasil com o time do Galo iniciando o jogo com a vantagem de 2 a 0 que fez no Horto.

Quando o árbitro paulista Luiz Flávio de Oliveira apitar, ninguém vai se lembrar de cansaço mental, desgaste físico, pouca ou muita vantagem, rivalidade. Os jogadores estarão focados no objetivo que são bem distintos. O Cruzeiro precisa vencer por no, mínimo 2 a 0, para decidir no pênaltis, não podendo sofrer gols para não ter que aumentar a diferença no saldo.

O Atlético fará de tudo para não sofrer gol e se tomar que não seja mais do que dois e se fizer um, melhora ainda mais a vantagem inicial que tem. Por ter virado e eliminado dois adversários entrando em campo com a desvantagem de 2 gols, o Atlético sabe que a reversão é possível tanto quanto como fazer para evitar.

De uma coisa os mineiros envolvidos nesta grande decisão têm certeza: se chover o gramado do Mineirão ficará alagado dificultando a prática do futebol bonito e vistoso que os dois finalistas gostam de exibir.

As obras sob o gramado são tão importantes quanto aquelas que estão acima e podem ser observadas. Quanta incompetência de quem construiu e de quem administra o novo e moderno Mineirão. Moderno?

 

Brasil pega grupo tranquilo na Copa América

E saíram os grupos da Copa América 2015.  O torneio será disputado no Chile  entre 11 de junho e 4 de julho do próximo ano.

O Brasil terá pela frente Colômbia, Peru e Venezuela  e a seleção de Dunga estreia contra o Peru, do atacante corintiano Guerrero, dia 14 de junho.

Depois o Brasil vai reencontrar adversário de Copa. A Colômbia, de James Rodríguez, em  jogo que ficou marcado pela lesão de Neymar nas costas. E também se enfrentaram em um amistoso depois do Mundial, com nova vitória brasileira.

Para fechar,  Brasil x Venezuela será 21 de junho.

O Chile é o cabeça de chave do Grupo A, que terá ainda México, Equador e Bolívia.

O Grupo B tem a Argentina como cabeça de chave e é formado por Uruguai, Paraguai e a convidada Jamaica

Avançam para as quartas de final os dois melhores de cada grupo, além dos dois melhores terceiros colocados.

 

Agonia do verdão

Se não fosse a enorme incompetência dos concorrentes, o Palmeiras já estaria consumado na série B do ano que vem. Felizmente para os palmeirenses, Criciúma, Botafogo, Bahia e Vitória são piores.

O Palmeiras perdeu mais um jogo e, agora, está a um ponto fora da zona de rebaixamento tendo como concorrentes, além do Vitória, Coritiba e Chapecoense e, dependerá muito do que os adversários conseguirão nas rodadas seguintes. Teoricamente, a tabela para o Palmeiras é mais difícil: Internacional fora e Atlético Paranaense em casa.

Em Curitiba o Palmeiras foi presa fácil para o Coritiba e perdeu por 2 a 0, gols de Zé Lobe e Joel em jogada que Alex não quis fazer o gol em cima do ex-clube pelo qual nutre muito carinho e gratidão.

Difícil, na situação em que se encontra o Coxa, o atleta ser profissional e sentimental. Alex é um deles, por isso é diferenciado e respeitado pelas torcidas do Coritiba, Palmeiras, Cruzeiro e Fenerbhace. É mole?

Para evitar protestos de torcedores e ganhar tempo, a equipe retornou da capital paranaense de ônibus, despertando uma curiosidade de onde será o jogo contra o Atlético Paranaense na última rodada: Pacaembu ou Allianz Parque? O que a torcida também fica questionando é se o maior rival do Coritiba aliviaria para o Palmeiras visando um rebaixamento do Coxa? Será?  O Atlético não aliviou para o Bahia e venceu por 2 a 1, em Salvador. Portanto……..

Tendo um olho no seu jogo contra o Inter e outro no jogo do Vitória x Flamengo, o torcedor palmeirense também fica na expectativa que o ex-técnico Vanderlei Luxemburgo lembre-se dos momentos felizes que juntos passaram e não coloque em campo um time reserva contra os baianos, antecipando as férias dos titulares. Lembram-se que muitos torcedores palmeirenses pressionaram para que o clube não vencesse o Fluminense num passado não muito distante?

Aqui se faz, aqui se paga é um provérbio popular muito praticado em alguns segmentos e situações da nossa sociedade! Vamos aguardar, uai.

 

 

Felipão acusar a CBF. Estranho não??

Por ter convivido muitos anos com craques e técnicos medalhões (alguns com mais nome do que competência) tanto é que alguns conseguem algum emprego hoje usando fotos e conquistas de um passado bem distante.

Se não conseguem evoluir profissionalmente com qualificação, aproveitam algum momento em que são alvo e denigrem o trabalho alheio ou praticam a teoria da conspiração.

O técnico Felipão, que é muito mais vencedor do que perdedor, embora possa ficar marcado na história futebolística muito mais pela derrota contra a Alemanha do que pelo quinto título mundial do Brasil em Copas do Mundo, não perde a oportunidade de transferir para os outros a culpa de um fracasso, seja momentâneo ou total.

Enquanto ele estava conseguindo alcançar seus objetivos com o limitado time do Grêmio, tudo conspirava a favor. Só foi perder jogos importantes para o Cruzeiro e Corinthians e a classificação à pré-Libertadores ficar ameaçada para ele desviar as atenções e encontrar o culpado: “quem comanda o futebol brasileiro”. Seria a CBF ou a Globo ou as duas instituições?

“Não interessa a eles que se classifiquem dois mineiros e dois gaúchos e sim, um mineiro, um gaúcho e dois paulistas”, disse ele na entrevista coletiva após o jogo vencido pelo Corinthians por 1 a 0, tendo um lance passível de discussão que foi o assistente Guilherme Camilo ter marcado toque de mão de Fábio Santos e consequente pênalti para o Grêmio que o árbitro Ricardo Marques transformou em arremesso lateral.

Fabio Santos jura que a bola bateu no seu rosto e, da maneira que a bola volta no rebote, é bem possível que seja verdade.

Ele, que já havia discutido com o quarto árbitro na derrota para o Cruzeiro, voltou a discutir com um representante da CBF no jogo de domingo, dizendo para o ex-árbitro Wilson Seneme que, “vocês já escolheram os cinco (classificados para a Libertadores)”.

Se Felipão sabe que existe alguma armação, pela sua grandeza e por tudo o que significa para o futebol brasileiro, porque não denunciar e passar a administração do futebol brasileiro a limpo.

Há pouco tempo ele estava convivendo diretamente sob o comando da CBF e da Globo, tanto é que segundo informações de quem estava lá na CBF ainda,  negociou o cargo de técnico com Mano Menezes ainda ocupando-o e, por não gostar dos comentários do jornalista Alberto Helena no Programa Bem Amigos, “exigiu” alguma punição e o íntegro e sério profissional foi demitido.

Em sendo verdade, então o Felipão sabe quem manda e desmanda na organização do futebol brasileiro. Aliás, não é privilégio só do Felipão usar o poder do cargo para punir jornalistas desafetos. Todos que por lá passaram e estão, já cometeram seus deslizes.

A derrota deixou o Grêmio numa condição muito difícil para conseguir a classificação, não dependendo mais só dele. Pior, se o rival Internacional somar mais três pontos em seis que tem para disputar, entra o Colorado e o Tricolor fracassará na disputa direta que faz com seu maior rival.

E o próximo adversário do Inter nada mais é do que o Palmeiras, no Beira Rio. Será que dá? Aliás, os dois rivais estão unidos no recurso para que o pleno do STJD puna o Corinthians com a perda de quatro pontos por ter usado Pecos de maneira irregular.

E, por lembrar do órgão que julga as irregularidades do futebol brasileiro, mais um processo estará na tribuna dos auditores em breve. Alguns torcedores corintianos acenderam sinalizadores minutos antes do término do jogo obrigando o árbitro paralisar momentaneamente a partida e relatar o fatos. Quanta burrice e irresponsabilidade.

O clube poderá ser punido com perda do mando de campo justamente contra o Criciúma, na última rodada.

Cruzeiro fatura o tetra

O Brasil já conhece que é o campeão brasileiro da série A restando ainda duas rodadas para o término da competição.

Merecidamente, o Cruzeiro conquista o segundo título consecutivo do Brasileirão ao vencer o Goiás no alagado gramado do Mineirão. Mais uma prova de superação para os desgastados jogadores do Cruzeiro, física e emocionalmente.

No momento decisivo da competição, os jogadores que se destacaram durante o ano e chegaram à seleção brasileira foram artilheiros.

Ricardo Goulart, que já havia marcado na vitória de virada contra o Grêmio no meio de semana, abriu o placar e Everton Ribeiro fez o gol do título. Samuel empatou para o Goiás, resultado do primeiro tempo.

A arbitragem catarinense comandada por Paulo Bezerra foi bem. Interpretou corretamente como bola na mão o toque que aconteceu em Henrique e que poderia transformar-se em pênalti para o Goiás.

A assistente Nadine Barros errou em marcar impedimento do atacante goiano Eric, mas foi salva pela defesa do goleiro Fábio. O atacante recebeu a bola tocada pelo adversário Bruno Rodrigo.

O competente técnico Marcelo Oliveira entra para a galeria daqueles treinadores que conquistaram o Brasileirão mais de uma vez consecutivamente.

Brandão foi bi-campeão com o Palmeiras em 1972/73, Rubens Minelli foi bi em clubes distintos, 1975 com o Internacional e 1976 com o São Paulo. Vanderlei Luxemburgo foi duas vezes bi.

Com o Palmeiras em 1993/94 e com o Cruzeiro em 2003 e com o Santos em 2004. Muricy Ramalho foi tri com o São Paulo em 2006/07/08 (?) e, quando as competições nacionais eram disputadas com outros nomes, o técnico Lula foi campeão cinco vezes com o Santos. Outro integrante do Cruzeiro que têm cinco títulos de Brasileirão é o atacante Dagoberto. Ele foi campeão com o Atlético Paranaense, bi com o São Paulo e com o Cruzeiro.

Embora já possa relaxar no Brasileirão, o Cruzeiro continua empenhado em conquistar os três títulos das competições nacionais que participou.

Foi campeão mineiro, do Brasil e, na quarta-feira, decide a Copa do Brasil contra o rival Atlético Mineiro, também no Mineirão, entrando em campo com um resultado adverso de 2 a 0. A decisão reúne duas equipes de clubes que souberam mais do que nunca criar condições para manter o grupo de um ano para o outro, não liberando os atletas mais cobiçados e buscando reforços de qualidade. Uma lição mineira para o resto do país.

No outro jogo da rodada cuja combinação de resultados poderia adiar a conquista do Cruzeiro, o São Paulo venceu o Santos na quente Cuiabá por 1 a 0, gol de Boschilia aos 10 minutos do segundo tempo.

O Tricolor iniciou o jogo mesclando jogadores recém promovidos com reservas, poupando os principais titulares para a decisão da semi-final da Sulamericana na quarta-feira contra o Atlético Nacional de Medellin.

Depois de abrir o placar o São Paulo sofreu um sufoco imenso do Santos com Geuvânio acertando o travessão, Cajú e Lucas Lima chutando em cima de Rogério Ceni cara a cara.

Um público de mais de 34 mil pessoas lotaram o estádio de Cuiabá, predominando são-paulinos que ficaram secando o Cruzeiro para que o Tricolor continuasse com chances do título e deixaram o estádio satisfeitos com a vitória e com a certeza de que o São Paulo estará na Libertadores do ano que vem, independentemente do título da Sulamericana.

A arbitragem em Cuiabá foi paulista, sob o comando de Flávio Guerra, também não tendo nenhum lance que mereça destaque negativo na interpretação de todos os integrantes.

Porém, serve de alerta para a arbitragem brasileira, observarem que, por má formação de caráter esportivo, nosso jogadores não sabem o que é o fair play nem quando deve ser praticado.

O futebolista brasileiro gosta tanto de sofrer uma falta que quando ele não sofre ele simula ter sofrido e são vários os exemplos em que, em determinadas situações, teve jogador que deixou de tentar fazer o gol para cavar um pênalti. Quando ele não simula, ao sofrer uma falta verdadeira em que o árbitro não marca porque sua equipe levou nítida vantagem, ele reclama. É mole?

Uma atitude que só vimos no futebol brasileiro é o imbecil tentando tirar de campo, o mais rápido possível, o adversário que está sendo substituído ou foi expulso. Outro comportamento que está virando moda é reclamar ou tentar levantar o adversário que está contundido ou simulando uma contusão para receber o atendimento médico em campo ou a entrada da maca.

São questões que competem somente ao árbitro e, esse sim, deve ser pressionado para que o jogo não seja insistentemente truncado e o tempo perdido compensado. Mas em campo, a burrice é reflexo do comportamento dos seus respectivos técnicos. Há se colocassem mata-burros na entrada para os gramados!

 

Série B quase definida

Não é só a principal divisão do futebol brasileiro que está proporcionando momentos de emoção. A série B do Brasileirão já definiu três equipes promovidas para a elite, mas ainda não definiu o campeão nem o quarto a ser promovido, tudo ficou para a última rodada.

Joinville, Ponte Preta e Vasco voltam para a série A, a última vaga será preenchida pelo mineiro Boa Esporte, pelo goianiense Atlético, pelo Ceará ou pelo catarinense Avaí.

O título, disputado entre Joinville e Ponte Preta, está mais favorável para o representante de Santa Catarina. A Ponte deixou escapar a oportunidade de ser campeã, pela primeira vez, ao ter dois resultados negativos em casa e por coincidência, dois América o do Rio Grande do Norte e o de Minas. Com dois pontos atrás do Joinville, 68 a 70, a Ponte não depende só de si para dar a volta olímpica.

Quando a torcida cria uma expectativa maior do que a resposta que o time dá em campo, a relação fica conturbada. É o caso do amor e ódio da torcida vascaína com a campanha feita pela equipe.

O Vasco voltou para a série A ao empatar com o rebaixado Icasa em 1 a 1 com o Maracanã lotado. Foi decepcionante. Misturando aplausos com vaias a torcida mostrou que esperava mais de um time formado com jogadores que brilharam por algum tempo na elite do futebol brasileiro como Guiñazu, Kleber Gladiado, Douglas, Fabrício, Rodrigo, Max Rodrigues e o goleiro uruguaio Martin Silva.

Para quem espera o título, vai ter que se contentar com o terceiro lugar e com a volta de Eurico Miranda. Pelo menos, se serve de consolo, em campo nem os jogadores comemoram o acesso. Será que até eles ficaram com vergonha?

 

Parabéns aos novatos!!!

Com uma fórmula diferenciada das séries superiores, o Brasileiro série C decidiu o título com jogos eliminatórios de ida e volta envolvendo Paysandu e Macaé.

Depois do 1 a 1 no Rio de Janeiro, o Mangueirão recebeu mais de 40 mil torcedores para fazer a festa que só o torcedor paraense sabe executar.

O zero a zero inicial dava o título ao Papão da Curuzu porém, o que não faltou foram gols e emoções. Para tristeza de quem lotou o estádio, o Macaé ficou com o título ao empatar em 3 a 3, de pois de 1 a 1 no primeiro tempo.

O Paysandu sempre esteve na frente no placar mas, corajosamente, a equipe carioca se expunha no ataque em busca do empate que lhe daria o título. Zé Antonio fez 1 a 0, João Carlos empatou, Juan fez 2 a 1, João Carlos empatou novamente, Rômulo, de letra, fez 3 a 2 para Diego chutar por entre as pernas do goleiro Paulo Rafael, empatando novamente e confirmando o título para o Macaé.

Juntamente com Paysandu e Macaé, Mogi Mirim e CRB completam o quarteto que disputa a série B ano que vem substituindo Vila Nova, Portuguesa, Icasa e a outra vaga será preenchida na última rodada por Bragantino, América-RN ou Oeste. Será que teremos dois paulistas rebaixados da série B para a série C?

São Paulo tem bola pra virar!!

O São Paulo foi até Medellin enfrentar o Atlético Nacional e voltou  com um resultado que não pode ser considerado tão ruim não.

Perdeu de 1 a 0 graças a mais uma noite inspirada do goleiro Rogério Ceni que, mesmo tendo falhado no gol de Ruiz juntamente com Edson Silva, pegou muito. Quando não defendia a bola tocava na trave. Melhor seria te o Tricolor tivesse marcado pelo menos um gol no campo do adversário.

O São Paulo teve contra si a arbitragem do uruguaio Daniel Fedorkvitz que não marcou falta do goleiro Armani em Alan Kardec e, consequentemente, expulsado o atleta do time colombiano.

O tricolor passou a jogar com um homem a mais e poderia tirar proveito da superioridade numérica. O árbitro também inverteu faltas laterais, sempre a favor da equipe local. Tanto é que o gol do Nacional começou com uma inversão de lateral.

Por não conquistar um título internacional a tanto tempo, o clube colombiano está investindo tudo na Sulamericana e deverá destinar uma premiação elevada para que o Tricolor seja eliminado. Parada dura para o São Paulo mas, possível de ser revertida no Morumbi

 

Brasil de Dunga fecha o ano 100%

Demorou, mas finalmente o Brasil de Dunga foi vazado em 2014. Tá certo, um penalti bem marcado de Oscar e a Austria foi a responsável por vazar as metas do canarinho. Menos mal que o Brasil venceu por 2 a 1 com gols de David Luiz e o estreante Firmino.

Ao contrário dos primeiros jogos da nova Era Dunga, promissores e com boas atuações da Seleção, a vitória sobre a Áustria foi marcada por um desempenho insosso do Brasil.

Mas devemos ser justos. Sob o comando do técnico ranzinza, a seleção encerra a temporada com seis vitórias em seis jogos. Bom, médio, ótimo?? Nada disso. Tudo ainda faz lembrar o 7 a 1 alemão e vai ser difícil esquecer esse vexame.

 

AFP

No duelo entre Cristiano Ronaldo e Messi, melhor para o português.

Os dois sairam no intervalo, após um primeiro tempo fraco. Na segunda etapa, jogo arrastado até que nos descontos, 1 a 0 para os patricios, gol do jovem Guerreiro.

Portugal ainda tem mais o que comemorar: a vitória no jogo disputado no estádio Old Trafford, em Manchester, na Inglaterra, quebrou um tabu de 42 anos. Desde 1972, os lusos não venciam e um duelo contra os argentinos.