
Como jogador estraga todo o trabalho do grupo em apenas um lance perfeitamente evitável.
Foi assim com o lateral Lucas do Botafogo na decisão com o Fluminense. Placar de 1 a 1 até então e o lateral pisa no tornozelo do adversário, maldosamente, sem necessidade alguma.
Já havia cobertura e ele próprio poderia continuar correndo atrás do oponente. Detalhe, já
tinha amarelo. Recebeu o segundo e saindo para o vestiário viu o segundo gol do Flu. No Rio como em Sampa, Fred já está com as duas mãos na taça, como Dracena, só falta erguer e dar a volta olímpica no Engenhão.

Em Minas, o árbitro Francisco nascimento e o assistente Dilbert Pedrosa Moises fizeram a lambança completa.
Aos 48 minutos do segundo tempo, após a cobrança de um escanteio para o América, que foi direto para fora, o juiz entendeu que a bola tocou no volante Serginho que estava
junto a trave.
Novo escanteio. E o gol de empate foi marcado por Bruno Meneghel, para desespero do técnico Cuca e jogadores do Atlético. Lambança das boas.

E na Bahia o técnico Falcão foi expulso no Ba-Vi, por reclamação.
Quando árbitro, ao ter contato com Falcão comandando o Inter, num jogo no Beira Rio contra o Botafogo, pensei comigo “o Falcão é muito educado para ser técnico, não vai dar certo, jogador gosta de um vocabulário mais “chucro”.
O tempo passou, Falcão continua técnico, educado, porém, sem muito sucesso na carreira e pior, começou a ser expulso. Como dizia Tim Maia, chama o síndico.