Confusão na Itália

 

A eleição para presidente da CBF sempre é uma barbada. Claro, só vence quem os dirigentes perpetuados no poder desejam. Ricardo Teixeira, Jose Maria Marin e agora Del Nero. Algúem realmente confia neles??

Na Itália é diferente. A Federação Italiana de Futebol (Figc) elegeu Carlo Tavecchio como seu novo presidente, com pouco mais de 63% dos votos válidos. A votação ocorreu nesta segunda-feira (11) e reuniu dirigentes de todas as ligas de futebol da Itália. O novo mandatário derrotou o ex-jogador Demetrio Albertini.

A eleição  precisou de três sessões de votação. E o tal de Tavechio venceu todas.

Detalhe, ele é acusado de racismo. E mesmoa ssim venceu o pleito

 

Um outro assunto interessante. A PM quer cobrar um extra para trabalhar em eventos privados como o futebol, praticando preços mercados

Pelo menos no Sul deve ser assim.

Tá dificil.. Bem díficil. Assim eu não aguento!!!

Pato desencanta no Morumbi

Marcelo Ferrelli/Gazeta Press

E o São Paulo continua sendo oito ou 80. Ou não joga nada diante da sua torcida e perde como fez contra o Chapecoense ou joga apenas meio tempo para frustração da sua torcida. Arrebentou com o Vitória em 45 minutos com dois gols de Alexandre Pato e um de Kardec, aproveitando todas as falha grotescas proporcionadas pelos zagueiros baianos.

No primeiro Ganso recebeu um presentão de Alemão e tocou para Pato marcar. No segundo, o inspirado Douglas deixou Kardec na cara do gol e foi só correr para os abraços. Depois de comemorar o gol Kardec foi substituído por contusão. Na comemoração? No terceiro gol Tricolor o goleirão do Vitória aceitou um chute cruzado de fora da área do Pato. Com um goleiro assim o Pato vira artilheiro do Brasileirão!

Numa jogada ensaiada e inteligente da defesa do São Paulo, o Vitória descontou com Cadú. Acontece que a saída em linha da defesa na cobrança de uma falta pelo adversário para deixar os atacantes impedidos não pode ter ninguém dormindo ou desconhecendo a regra.

Todo mundo fez direitinho, mas Denílson ainda estava vendo a beleza da Lua e deu condições para o zagueiro baiano Cadú, o único que não ficou impedido na jogada, sair na cara de Rogério Ceni e diminuir 1 a 3. Tudo isso no primeiro tempo. E só, porque o segundo tempo foi fraco demais.

Quem não vai esquecer o que aconteceu em Criciúma é o Cruzeiro. Teve dois gols legítimos anulados pela arbitragem baiana. Uma lástima. No primeiro gol anulado o árbitro Jaílson Freitas viu falta de Goulart em Fábio Ferreira.

O erro foi mais ridículo porque o juizão estava pertinho dos jogadores envolvidos. No segundo, o assistente Luiz Teixeira viu impedimento de Marcelo Moreno quando tinha um defensor do Criciúma voltando andando. Nem portadores de limitação visual errariam tão grotescamente.

Coincidentemente, apenas coincidência, a arbitragem catarinense de Paulo Bezerra beneficiou, só um pouquinho, o Bahia na vitória de 1 a 0 contra o Goiás. O árbitro entendeu que não foi falta em Raniery e marcou escanteio para o Bahia.

Ou ele marcava a falta ou tiro de meta. A bola toca no baiano antes de sair pela linha de fundo. O gol foi de Fahel aos 30 minutos. É só coincidência, qualquer semelhança é pura fantasia da sua cabeça.

Maldade, pura maldade com o Felipão. Só porque estreou no comando do Grêmio e perdeu para o Internacional por 2 a 0, tem aquele que computa três derrotas consecutivas e 12 gols sofridos, entendendo que o treinador continua com apagão. Quem conhece a rivalidade entre os gaúchos sabe que se o técnico fosse o Enderson Moreira ainda, ele cairia se o Grêmio perdesse o Grenal.

Os gols foram marcados por Aranguíz e Cláudio Winck numa falha grotesca de Pará. O importante foi que o derrotado não transferiu para a arbitragem do gaúcho Anderson Daronco a responsabilidade pelo placar. Até o possível pênalti de Pará em Alex, não marcado, acabou sendo favorável a arbitragem, não pesando no placar.

Arbitragem atrapalhou Santos x Corinthians

Daniel Augusto JR – agência Corinthians

Mais uma vez um clássico com tanta tradição termina com um placar magrinho e com a interferência direta da arbitragem beneficiando uma das equipes. O Corinthians desceu a serra e venceu o Santos em plena Vila Belmiro por 1 a 0 na reestreia de Robinho , quebrando uma série de jogos sem derrotas de Robinho contra o Corinthians.

Infelizmente, o árbitro Raphael Clauss mostrou dois cartões amarelos para Alisson, equivocadamente, deixando o Santos com um jogador a menos no finalzinho do primeiro tempo, possibilitando que o Corinthians tivesse um maior volume de jogo e chegasse ao gol da vitória aos 38 minutos do segundo tempo com uma bela cabeçada do zagueiro Gil.

O jogo começou muito tenso entre os jogadores e com reclamações das duas equipes contra as decisões do árbitro. Sem personalidade e procurando cumprir as orientações de quem o comanda e que não foi nada na arbitragem, Raphael Clauss foi se perdendo disciplinarmente e passou a usar o cartão amarelo para inibir a atitude dos jogadores e se impor mas, o que conseguiu foi deixar o Santos com um jogador a menos.

O primeiro cartão amarelo mostrado para Alisson já merece discussão se ele fez falta ou não em Romero que, após a disputa da bola, dá mais um toque nela e se joga na grama. No segundo seguido do vermelho, o volante santista está correndo atrás de Elias pelo lado esquerdo e ao passar para o direito bate o joelho no pé do corintiano em um lance em que não há intenção, imprudência nem imperícia. Foi um lance meramente acidental e não deveria ter sido punido com falta muito menos com a expulsão.

O mesmo rigor que o árbitro teve com o jogador santista faltou no lance em que Gil segura Leandro Damião pela camisa, dentro da área, logo no início do primeiro tempo, atrapalhando o cabeceio do atacante. Pênalti não marcado. Não adianta Clauss alegar que não viu, ele estava com plena visão do lance que era dele, só dele, não precisava da ajuda de ninguém. Errou feio.

Outro lance reclamado pelos santistas mas, corretamente interpretado pelo árbitro, envolveu Leandro Damião, Cleber e Gil. O atacante santista chuta a bola na sola da chuteira do Cleber e depois choca o pé contra a sola de Gil em  consequência do movimento.

Não foi Cleber que solou Damião o que proporcionaria a falta para tiro livre indireto o chamado dois lances. Mas, esse lance remete para aquele em que Alissom foi expulso. Se lá ele não teve intenção nenhuma, porque não punir Cleber com tiro livre indireto ou Gil com mais um pênalti? Eles tiveram intenção de impedir o chute de Damião e impediram.

Apitar clássico é para árbitros com personalidade, competência e livre de desejos de puxar o saco do chefe. Tem que apitar pra si, é o dele que está na reta. De que adianta continuar sendo escalado porque cumpriu as ordens do chefe se não consegue se firmar como um árbitro competente para comandar os clássicos do seu estado, da sua Federação?

As atenções se voltam sempre para a arbitragem quando ela utiliza critérios diferentes e, consequentemente, interfere direta ou indiretamente no placar mas, não podemos esquecer que quem mais reclama também tem culpa.

O Santos foi incompetente para marcar pelo menos um gol com Robinho que, na cara do goleiro Cássio, chutou para fora. Ele também poderia ter optado em fazer o passe para Damião que estava livre dentro da área pequena.

Agora, lance curioso foi proporcionado pelo corintiano Petros que poderá lhe render uma punição pelos árbitros do ar condicionado do STJD. Após o árbitro Rafael Clauss atrapalhar o companheiro Jadson e a bola ficar com o Santos, Jadson corre em direção de Clauss e da lhe um empurrão pelas costas.

A bola não estava naquele local nem na trajetória que Petros deveria fazer, caracterizando que ele teve nítida intenção de atingir o árbitro. É mole? O juizão estava tão perdido que não teve a percepção de distinguir que foi intencional a ação do corintiano e puni-lo com o cartão vermelho. É parece que os equívocos do árbitro foram em número maior contra o Santos. Ou não?

 

Falta atitude no Palmeiras!!

O Palmeiras continua mantendo a invencibilidade no Brasileirão. Ao perder para o Atlético Mineiro por 2 a 1 completou oito jogos sem vitória na competição. Pior que a campanha é ver o time jogar e observar que a equipe é muito limitada tecnicamente e taticamente continua vulnerável para defender e incompetente para fazer gols.

Oportunidades até que foram criadas mas, por excesso de individualismo, desperdiçadas. Percebe-se que cada um que tem a possibilidade de marcar o gol prefere a jogada individual do que tocar para o companheiro melhor posicionado. Foi assim em duas oportunidades com Henrique, deixando Felipe Menezes p da vida com o companheiro.

Logo aos três minutos os mineiros poderiam fazer 1 a 0 com Tardelli se o Assistente carioca Eduardo Couto não tivesse errado grosseiramente e marcado impedimento do atacante.

Aos 28 minutos foi a vez do Assistente Dibert Moisés, também carioca, atrapalhar o ataque palmeirense ao indicar impedimento inexistente de Henrique. Mesmo assim a torcida do Galo pode comemorar no finalzinho do primeiro tempo, aos 44 minutos, o gol de Tardelli, com a zagueiraiada do Palmeiras dando trombadas e virando de costas. Assim não dá, né?

No segundo tempo o Palmeiras empatou logo aos oito minutos com Henrique, mesmo agarrado por Pierre. Outras oportunidades foram criadas e desperdiçadas pelas duas equipes por incompetência dos atacantes ou por serem fominha como o palmeirense Henrique.

O árbitro carioca Wagner Magalhães que estava apitando bem, não deixando se influenciar pela pressão da torcida do Galo no Horto, deixou de marcar um pênalti escandaloso de Tobio em Luan que poderia dar ao Galo a chance de fazer 2 a 1. Mas, para alegria da galera o gol da vitória veio aos 42 minutos com Dátolo, aproveitando uma rebatida fraca da defesa palmeirense que já havia bobeado na saída da bola com Josimar.

Não sei até quando a torcida e a diretoria continuarão prestigiando o trabalho do técnico argentino Ricardo Gareca. Se fosse um técnico brasileiro ele já teria sido demitido como fizeram com Kleina.

Mas se estão trazendo tantos jogadores argentinos, interromper o trabalho seria muito controverso embora, falta de planejamento e quebra de sequência não é uma novidade no clube nem no futebol brasileiro. A esperança está na volta do chileno Valdívia. Agora vai.

 

Classificação sofrida na Bahia

O Corinthians continua decepcionando sua torcida quando joga fora de casa. Foi assim, mais uma vez, contra o mixtão do Bahia pela Copa do Brasil, sendo derrotado por 1 a 0 na Fonte Nova.

Tá certo que o placar não foi suficiente para reverter a vitória no jogo de ida por 3 a 0 na Arena do Corinthians, porém, investir o que investiu, custar o que custa o Timão não pode jogar uma bola de timinho fora de casa. E é assim no Brasileirão e na Copa do Brasil.

O técnico Mano Menezes joga fora de maneira covarde, para não perder e não consegue vencer equipes que estão na rabeira do Brasileirão. Lamentável!

O Bahia, dirigido interinamente pelo ex-atacante artilheiro Charles Fabian, poderia ter se beneficiado se a arbitragem alagoana de Charles Ferreira tivesse expulsado o zagueiro Gil pelo o que fez com o cai-cai do Maxi Biancucci.

O jogador do Corinthians chuta a bola e na sequência atinge o abdome do adversário. Seria pênalti e cartão vermelho, aos oito minutos do primeiro tempo. No segundo tempo o árbitro também não ficou cego para a agressão de Renato Augusto em Léo Gago, lance para cartão vermelho também, aos 38 minutos.

O único gol do jogo foi marcado contra por Guilherme Andrade de maneira grotesca. O lateral Railan foi a linha de fundo e cruzou, o corintiano que havia substituído momentos antes Fagner, foi tocar para a linha de fundo, sozinho, conseguiu chutar a bola contra o seu peito. É mole? O cara chuta a bola no próprio peito e marca um gol. Vídeo cacetada nele Faustão!

Em poucos minutos em campo, Elias que substituiu Luciano, deixou Romero na cara do gol mas o goleiro Marcelo Lomba defendeu. Aliás, como diz o craque Neto: “paraguaio bom era o Romerito”.

Outro paulista que judiou da bola mas, pelo menos, não perdeu foi o Palmeiras. Jogando contra o Avaí no Pacaembu com a vantagem de 2 a 0 no jogo de ida, venceu por 1 a 0, gol do argentino Mouche de pois de um arremesso de Uendel (será que ele ergueu o pé ou não?).

O Palmeiras só não goleou porque Leandro continua mal nas finalizações desperdiçando duas oportunidades e Felipe Menezes também perdeu dois gols. Assim não há Gareca que fique cabeludo.

Feliz e sorrindo a toa estão os torcedores do Fluminense. O Tricolor foi a Natal e goleou o América por 3 a 0, jogo de ida, tornando bem mais tranquila a classificação para o jogo da volta. Cícero continua goleador e marcou mais duas vezes e Conca completou o placar com assistência de Fred. Belo trabalho do técnico Cristovão Borges. A equipe joga fora ou em casa tendo como objetivo a vitória. Bem que o Mano Menezes poderia copiar um pouquinho do Flu.

Até o Santa Cruz, que perdeu para o Santa Rita de Alagoas por 3 a 2, joga para vencer fora de casa, tanto é que começou perdendo, virou para 2 a 1 com gols de Léo Gamalho (olho nele clubes que precisam de artilheiro), depois sofreu a virada no jogo de ida mas, tem boas possibilidades de reverter a situação em Recife.

A situação da Portuguesa na série B do Brasileirão não é só preocupante, não. É desesperadora. O time é muito limitado tecnicamente e o comandante Silas vai ter muito trabalho para salvar o clube de mais um rebaixamento.

Ainda dá tempo mas é preciso qualificar o grupo de jogadores. Perdeu para o Luverdense por 3 a 1 mas poderia voltar de Lucas do Rio Verde com uma goleada.

A Lusa saiu na frente com um gol de Jocinei mas, antes de abrir o placar o time da casa já havia perdido três gols na cara do goleiro Rafael. Nesse jogo também tivemos jogadas que merecem o troféu Ostra.

Sabendo que o Luverdense tem excelentes cobradores de faltas, a defesa fez uma falta desnecessária e o goleiro Rafael aceitou o chute de longe de Washington, 1 a 1. Na sequência Jean Patric quase entrou com bola e tudo, 2 a 1. Não satisfeita, Serginho saiu lá do ataque da Portuguesa para fazer uma falta na desnecessária na defesa e Rubinho meteu na tesoura, 3 a 1.

A vitória foi um belo presente de aniversário para o município de Lucas do Rio Verde que estava completando 26 anos de emancipação.

Alvaro Pereira “highlander”

Sergio Barzaghi – Gazeta Press

O uruguaio Álvaro Pereira está se especializando em desmaiar e voltar para o jogo. Depois do que aconteceu na Copa do Mundo, agora repetiu no jogo em que o Tricolor empatou com o Criciúma em 1 a 1.

Foi dele o primeiro passe iniciando a jogada que resultou no gol de Kardec. Antes de sofrer o gol de empate o centro-avante catarinense fez uma falta em Rodrigo Caio, desnecessária mas, na disputa da bola, achou ruim da marcação do árbitro mineiro Ricardo Ribeiro porém, não sabia que provocou a torção do joelho esquerdo de Rodrigo Caio, afastando-o por seis meses dos gramados.

E por falar em faltas desnecessárias que passam sem cobrança dos técnicos e companheiros de equipe que resultam em gol, o empate do Criciúma nasce de uma infração na zona morta perfeitamente evitável.

Chamou mais a atenção a possível falha do goleiro Rogério Ceni do que a falta que não deveria ter sido feita ou a linha de zaga que foi parar lá na risca da pequena área. Ela não deveria ter sido feita e mantida na linha da grande área? E o técnico é o Muricy, heim?

Embora eu não seja novela, mas quem acompanha meu trabalho já leu ou ouviu um alerta que sempre faço para a irregularidade que vem acontecendo com frequência nos arremessos laterais, inclusive observados durante a Copa do Mundo no Brasil. Pior, no Brasileirão e nas competições regionais, a mesma coisa.

No jogo do Atlético Mineiro 3 x  2 Atlético Paranaense , o primeiro gol dos mineiros aconteceu de forma irregular. O lateral Marcos rocha arremessa erguendo um dos pés para que a bola fosse mais longe e foi.

Chegou na pequena área e o companheiro Leonardo Silva abriu o placar com a cabeça. Como o Assistente Heronildo Silva estava olhando a linha do impedimento, mesmo que lateral não tenha impedimento, quem deveria ter observado a irregularidade era o árbitro paraense Dewson Freitas, seu irmão.

E o troféu Ostra também foi disputado no jogo em que o Internacional venceu o Santos por 1 a 0. O único gol nasceu de uma falta cometida pelo zagueiro santista contra o atacante colorado que sairia com bola e tudo pela linha de fundo.

É mole. Pior, mesmo a falta sendo a seu favor, Paulão, zagueiro do Inter, conseguiu ser expulso por reclamação. Mesmo com jogadores a mais na marcação, o Santos conseguiu tomar um gol de cabeça de Rafael Moura livre de marcação, sozinho, na pequena área. Foi um gol da famosa “bola parada” ou da burrice? Troféu Ostra pra eles.

Pensa que acabou? O lateral santista Mena já estava com o amarelo por não deixar D’Alessandro completar uma caneta no primeiro tempo, quando deveria ter continuado na disputa pela recuperação da bola, no segundo tempo, outra vez de maneira desnecessária e irresponsável, derrubou intencionalmente Williams e foi expulso pelo segundo cartão amarelo. E ganha muito bem para fazer isso? Será que o técnico Oswaldo de Oliveira e os dirigentes do Santos estão contentes?

Existem coisas que parecem que são predestinadas, ou não? O Rubinho Barrichelo que na Fórmula 1 sempre foi o testículo, aquele que só participa, porém, com muita importância, venceu pela primeira vez na Stock Car e, de quebra, embolsou o prêmio de 1 milhão. Parabéns, principalmente pela comemoração familiar.

Confesso que, por amizade, estava torcendo para o sorocabano Átila Abreu, que largou em segundo, mas, foi Thiago Camilo que valorizou ainda mais a vitória de Rubinho. Camilo, que já venceu duas vezes a corrida do milhão, proporcionou uma disputa muito acirrada com o vencedor alternando de posição várias vezes com Rubinho e recebeu a bandeira quadriculada poucos metros atrás de Barrichello que também foi pole. Aliás, foi a primeira vez que um pole venceu a corrida do milhão.

Recorde para ianque ver!!!

Reprodução – TV

E não é que o futebol nos Estados Unidos pegou de vez. Depois dos grandes índices de audiência na copa, o público está feliz da vida com o “Soccer”.

A MLS (Major League Soccer) já atrai bastante o torcedor nos últimos anos, mas o clássico entre Real Madrid e Manchester United do último sábado, entrou para a história na terra do tio Sam.

Oficialmente 109.318 torcedores, na cidade de Ann Arbor, no Estado de Michigan. O clássico entre os dois gigantes fez parte da International Champions Cup, torneio amistoso que acontece nos EUA como parte da intertemporada dos clubes europeus.

Esse número supera o antigo recorde a de 101.799 pessoas, que foram ao Rose Bowl para ver a final do torneio olímpico masculino nos Jogos de Los Angeles, em 1984, quando a França ganhou do Brasil e ficou com a medalha de ouro.

Atenção com os ianques. Porque parece que a predileção deles pela bola oval, está diminuindo.

 

 

Por que faz isso Romarinho??

Daniel Augusto Jr – ag Corinthians

Fico imaginando se uma ostra resolvesse jogar futebol, se ela raciocinaria como o Romarinho? Não é possível, ainda, um jogador profissional de um grande clube, bem remunerado, deixar de prosseguir uma jogada ao fintar o goleiro e tentar o gol para se jogar simulando ter sofrido pênalti.

Pior, na frente do Árbitro Adicional, ao lado do Auxiliar e tendo o Árbitro na cola. É muita burrice ou irresponsabilidade? Isso aconteceu no jogo horrível tecnicamente entre o Coritiba e o Corinthians que terminou empatado em 0 a 0. Aliás, somando as primeiras sílabas do nome dos dois clubes diz bem o que foi o jogo.

O técnico corintiano Mano Menezes deveria ter dado um esporro no seu jogador pela atitude mas não, preferiu criticar a arbitragem. Por isso que determinados jogadores continuam concorrendo para o prêmio intelectual Ostra. É bem mais fácil dizer para o árbitro ou do árbitro aquilo que deveria ser direcionado para seus comandados.

Já que Romarinho não foi repreendido, o lateral Fagner, que tomou o cartão amarelo indevidamente, conseguiu, mesmo sabendo que não podia, receber o segundo e ser expulso aos 21 minutos do segundo tempo. Mesmo com um jogador a mais o Coritiba não conseguiu fazer prevalecer a superioridade numérica, não adianta quantidade se não tiver qualidade.

Algumas atitudes chamaram mais a atenção dos torcedores e imprensa do que propriamente o futebol. Antes do início do jogo, já em campo, as equipes discutiram a possibilidade de uma delas mudar a camisa mas não houve acordo.

O Corinthians jogou com camisa preta listrada de branco, calção branco e meias pretas. O  Coritiba foi de camisa listrada de verde e branco, calção preto e meias brancas. Não era mais fácil um time jogar de preto e outro de branco e verde?

Fernando Dantas – Gazeta Press

A sina do Palmeiras em não vencer no Brasileirão continua. Depois de 0 a 0 no primeiro tempo o Palmeiras empatou com o Bahia em 1 a 1. Henrique aproveitou cruzamento de Victor Luiz e marcou.

Logo em seguida os baianos, com técnico interino, empatou com Kieza. Três defensores do Palmeiras deram o bote em quem estava com a bola e deixaram o atacante do Bahia livre.

O árbitro carioca Marcelo de Lima Henrique não marcou pênalti de Demerson agarrando o atacante palmeirense Henrique, mas acertou em não marcar pênalti no chute de Josimar que bateu no peito de Demerson e tocou em seu braço. Nem os jogadores do Palmeiras que estavam no lance reclamaram. No rebote, Patrick Vieira perdeu o gol chutando para fora.

De que adianta o time ter um técnico top se os jogadores não conseguem fazer a sua parte. O São Paulo estava vencendo o Criciúma por 1 a 0 e desperdiçando inúmeras oportunidades de gol. Alan Kardec marcou de tornozelo.

Ou seja, quando errou o chute a bola entrou. Já que o futebol do São Paulo era igual aquele drinque “caipirinha”, quem não faz toma, no finalzinho do jogo Luca cobrou falta que Rogério Ceni se atrapalhou com a bola e Rodrigo Souza empatou.

Lá em Santa Catarina, o Sport jogou o primeiro tempo de branco contra o Figueirense listrado de preto e branco mas, no segundo tempo trocou para o tradicional preto e vermelho listrado horizontalmente.

Inexplicavelmente o campo foi, como de costume, irrigado antes do início do jogo mas, excessivamente deixando alguns setores do gramado encharcado o suficiente para a bola não ter condições de correr. Para que isso? A  gente pensa que já viu tudo no esporte, heim?

O gramado do Maracanã também foi culpado pelo gol sofrido pelo goleiro Fábio do Cruzeiro na cabeçada do Edilson. Ele escorregou o pé de apoio e não conseguiu chegar na bola cabeceada pelo jogador do Botafogo. Léo empatou para o Cruzeiro e Jefferson, goleiro do Fogão, foi o melhor em campo.

Na Bahia o Vitória virou para cima do Grêmio, que teve técnico interino, com dois gols de Caio. Aliás, como o árbitro validou o gol de Barcos que ajeitou a bola com o braço, arrumou um pênalti de Edinho em Dinei para compensar e o Vitória aproveitou.

 

E assim caminha nosso futebol paulista no Brasileirão!

Terrível momento para Paul George

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Não sou muito fã de basquete, mas não existe pior maneira de registrar uma situação do que essa.

De olho no mundial da Espanha, os Estados Unidos fizeram um “bate bola” amistoso entre seus próprios jogadores nessa Sexta e o que era pra ser um simples lance de bola, virou drama para Paul George , ala do Indiana Pacers.

O jogador fraturou o tornozelo numa disputa de bola e vai ficar um bom tempo longe das quadras., inclusive do Mundial que acontece no fim de Agosto.

Força para o garoto e mais do que isso. Parabéns a torcida que se comportou exemplarmente. Silêncio. Preces por ele. Beeemm diferente daqui!!!

Verdão campeão. Sim senhor!!!

Palmeiras e Fiorentina se enfrentaram amistosamente pelo Copa euro-americana e os brasileiros venceram por 2 a 1. E não é que valeu taça, pelo trofeu Julino Botelho.

O bom lateral Victor Luiz acertou um belo chute cruzado de fora da área e o goleiro brasileiro que joga no Fiorentina foi muito para o lado direito e não conseguiu chegar na bola que entrou no seu canto esquerdo. Ainda no primeiro tempo o soneca Leandro fez um belo gol deixando o Palmeiras com a vantagem de 2 a 0.

No segundo tempo Rossi diminuiu mas não foi o suficiente e o troféu Julio Botelho ficou com o Palmeiras para alegria da torcida palmeirense que compareceu ao Pacaembu.

A vitória serviu para amenizar a tensão proporcionada por derrotas seguidas no Brasileirão e para o técnico Ricardo Gareca colocar em situação de jogo alguns jogadores que não estavam sendo escalados.

Os palmeirenses não devem se empolgar muito porque a Fiorentina, mesmo sendo um clube tradicional do futebol italiano, está iniciando a pré-temporada e os palmeirenses já estão preparados e competindo. Mas, vitória é melhor do que derrota para que o ambiente de trabalho fique mais alegre.

O que não vimos nem na Copa do Mundo no Brasil, o árbitro Thiago Duarte Peixoto teve coragem de marcar em Ribeirão Preto, onde o Bragantino mandou seu jogo de ida contra o São Paulo.

Pênalti de empurrão do Robertinho em Álvaro Pereira. Rogério Ceni se preparava para executar a cobrança mas, educadamente, atendeu a solicitação do companheiro Pato que pediu para bater e o ex-corintiano fez 2 a 0.

Bruno Recife contra já havia feito 1 a 0 para o São Paulo no primeiro tempo. Luizinho descontou para o time de Bragança Paulista que teve como técnico o diretor André Gaspar. Paulo Cesar Gusmão, recém contratado, assume o comando da equipe no próximo jogo da série B do Brasileirão.

O Vasco passaria para a fase seguinte da Copa do Brasil com apenas um empate e até uma derrota pelo placar mínimo mas, mesmo assim, o árbitro alagoano Francisco Carlos do Nascimento, que, vergonhosamente pertence ao quadro da FIFA, marcou um pênalti vergonhoso a favor da equipe da casa e Douglas fez 1 a 0.

O zagueiro Luan da Ponte Preta toca na bola e o adversário Dakson saltou acrobaticamente e o juizão não titubeou em facilitar para o Vasco começar o jogo ganhando. Uma vergonha, diria Boris Casoy.

Aliás, o que mais tivemos em São Januário foi atitudes patéticas. No belo gol de empate da Ponte Preta marcado por Cafú, o experiente e rodado zagueiro Rodrigo conseguiu furar com os dois pés não acertando a bola que ficou para o adversário encobrir o goleiro vascaíno. Lindo, lindo o gol.

O gol da vitória vascaína foi marcado pelo centro-avante ponte-pretano Rafael Costa contra. Nem na área adversária ele acertou um cabeceio daquele, encobrindo o goleiro Roberto, que jogou no Vasco por muito tempo antes de se transferir para o futebol de Campina.

Em :P orto Alegre, mesmo desperdiçando um pênalti cobrado por Magno Alves e defendido por Dida, o Ceará venceu o Inter por 2 a 1 mostrando porque é o líder da série B do Brasileirão. Nikão fez 1 a 0 deixando o becão sentado.

Alan, num belo sem-pulo de fora da área empatou e Renatinho, na saída da bola, voltou a colocar o Ceará em vantagem e, consequentemente, deu a vitória para a equipe visitante no jogo de ida. O Vovô leva para Fortaleza uma bela vantagem. Parabéns ao técnico Sergio Soares pelo trabalho que vem realizando.