Desapontado com Meirelles

Há menos de um mês, escrevemos um artigo dizendo de nossas grandes esperanças em Henrique Meirelles, prestes a assumir o cargo de regente máximo dos Jogos Olímpicos de 2016. Depois de uma gestão ilibada na regência do Banco Central, ele era a nossa grande esperança no combate à corrupção que ronda abertamente o Mundial de 2014 e a Olimpíada de 2016.

Tal não foi a nossa desilusão quando vimos no Estadão, na última semana, a declaração daquela ilustre personalidade dizendo que “os custos do evento devem ser motivo de orgulho e não de aborrecimento”. Falando objetivamente do Pan do Rio de Janeiro, ele disse que as acusações de superfaturamento levaram o Brasil a aprender com o episódio. Não abriu, como todos esperavam, as baterias contra aquele abuso e perdeu uma excelente oportunidade de dizer, claro e em bom tom, que em sua gestão ele não se repetirá e que irá contribuir, no que estiver ao seu alcance, para que os responsáveis pelo eventual “over price” sejam identificados e encaminhados à justiça.

Dia olímpico foi esquecido

Esta coluna recebeu um telefonema da leitora (e velha amiga!) Loyde Del Nero Daiuto. Ela é a viúva do técnico e mestre do basquete Moacyr Brondi Daiuto.

Loyde estava revoltada com a TV Record, que detém os direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos. Ela alegava que durante todo o dia 23 de junho não encontrou nenhuma referência ao Dia Olímpico. Foi nessa data que, em 1894, em histórica reunião na Sorbonne, em Paris, foram decididas a fundação do Comitê Olímpico Internacional, a reedição dos Jogos Olímpicos e a programação dos primeiros Jogos para dois anos mais tarde (1896), em Atenas, na Grécia.

De fato, agora que esta emissora está se projetando e até caminhando para uma liderança nacional, não pode deixar de ter na sua equipe de comunicação alguém voltado para o lado cultural e histórico do Olimpismo, alguém preocupado com a tradição destes Jogos.

O noticiário do dia a dia, focalizando quem vai conseguir o índice de classificação ou um eventual caso de “doping”, enquadra-se numa situação imediatista que precisa ser complementada por algo mais profundo. O espírito destas linhas não é de crítica, é de sugestão.

“A face humana do atletismo”

O Prof. Dr. Renato Souza e Silva, destacado esportista do Vale do Paraíba e past-presidente do Panathlon Club Taubaté, vai lançar, no dia 1º de julho, na Câmara Municipal de São José dos Campos, o livro “A Face Humana do Atletismo”, onde relata os valores do esporte atlético, além das demais virtudes em todas as atividades humanas.

O texto de uma das contracapas desta obra explica claramente os objetivos do autor:

“Vivemos em um mundo de paradoxos. construído e organizado pelo próprio homem.

Globalização, alta tecnologia entre outras, contrastam com a guerra, a fome e outras mazelas.

Quer-se o bem estar geral e a qualidade de vida; com a tecnologia, sendo utilizada para curas e ou destruições, para o aumento da expectativa de vida, mas também levando ao imobilismo.

Nesses antagonismos, podemos citar que buscamos corpos saudáveis e estéticos, mas ficamos no imobilismo do sedentarismo.

Esquecemos que o homem é um ser em movimento. Que o componente mais comum do desempenho humano é o movimento.

 O Atletismo representa o que há de mais natural no movimento do homem: saltar, correr….. Mas é muito mais do que isso: resgata valores éticos, filosóficos, antropológicos, fisiológicos entre outros.

Agradeço aos grandes atletas do Atletismo da Antiga Grécia até os dias de hoje por poder usar seus inúmeros exemplos e discutir alguns aspectos humanistas.”

Trata-se de uma obra imperdível para o leitor que valoriza o lado cultural do Esporte.

Sem São Paulo, Brasil começa a Copa perdendo

Recebi de minha amiga Nádia Campeão, antes dela embarcar para a Ucrânia, onde participará de um importante congresso, um artigo de Pedro Bigardi, engenheiro civil, deputado estadual e líder do PCdoB (mesmo partido de Nádia, ex-secretária municipal de esportes). Pedro é vice-presidente da Comissão de Esportes da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo e batizou seu texto com um título muito feliz: Sem São Paulo, Brasil começa a Copa perdendo

Com a forte presença, visibilidade e dimensões universais, São Paulo tem a enorme e intangível capacidade para sintetizar de maneira definitiva o encontro de etnias, raças e nacionalidades em solo brasileiro. Sem abrigar a Copa de 2014 – ou abrigando-a de forma secundária – o território paulista deixará de mostrar ao mundo a magnitude e as imagens da maior cidade e do maior estado da América do Sul. Por outro lado, sem a força, a determinação e principalmente a capacidade dos brasileiros de São Paulo, a Copa de 2014 deixará de ser um evento nacional.

Tenho acompanhado de perto as ameaças da exclusão de São Paulo não só da abertura da Copa, mas também do próprio Mundial. Esquece-se que a escolha de São Paulo para sintetizar de maneira definitiva o encontro de etnias, raças e nacionalidades não foi feito num encontro de bastidores ou num acordo ligeiro e talvez mal explicado. Esta escolha foi feita a partir da importância da Capital paulista com o tema.

Sem São Paulo neste megaevento, não serão apenas os estádios paulistas que correrão o risco de ficarem vazios. O Mundial também corre o risco de esvaziar-se.

A Copa das Confederações, que seria um evento importante para nosso Estado, São Paulo já perdeu. E estamos falando de um Estado que abriga 40 milhões de brasileiros, que tem uma prática de futebol reconhecida em todo o Brasil. Há grandes clubes, futebol por todo o interior. O Campeonato Paulista é quase um Campeonato Brasileiro pela sua dimensão. São Paulo é um centro de turismo, de negócios; São Paulo tem capacidade hoteleira, tem infra-estrutura.

Agora, perdemos o Centro de Imprensa Mundial da Copa para o Rio de Janeiro, de uma forma inexplicável. Temos o Anhembi, que é muito melhor em termos de estrutura pela rede hoteleira do entorno, pelo Campo de Marte, pela capacidade de atendimento à imprensa internacional. O Rio de Janeiro, hoje, com grande respeito pela cidade, tem menor capacidade de estrutura para atender a mídia internacional.

Estamos às vésperas do mês de julho, quando será decidido em que local haverá a abertura da Copa do Mundo. Muita gente imagina que essa discussão acontecerá mais à frente, no segundo semestre, no ano que vem. Não! Isso vai acontecer em julho e podemos perdê-la também. Os olhos de quem tomará a decisão que pode excluir São Paulo da Copa de 2014 permanecem fechados para o agudo prejuízo que esta medida pode provocar.

Essa é uma situação preocupante para os brasileiros de São Paulo, mas é igualmente preocupante para o Brasil. Todos vão perder se não conseguirmos trazer a abertura da Copa do Mundo para o Estado de São Paulo. Todos vão perder se o Estado de São Paulo for excluído da Copa do Mundo. Estamos discutindo emprego, formação profissional, geração de riquezas, distribuição de riquezas, visibilidade mundial.

É importante lembrar que além da sede na Capital, teremos as sub-sedes que receberão as seleções e as acomodarão. Todos se lembram das Copas na África do Sul, Alemanha e Espanha, que geraram uma grande integração nacional e são lembradas até hoje por isso.

Todas estas questões, inclusive, foram discutidas no grande evento que fizemos na Assembléia Legislativa, o Seminário Internacional da Copa do Mundo, realizado em 2009. Naquela oportunidade, conseguimos reunir diversos setores, vários líderes de governo, representantes de federações e da CBF, gente ligada ao Turismo, atletas, ex-atletas e lideranças de diversos países que já tinham sediado o Mundial. A partir deste encontro, desencadeou-se uma expectativa muito grande para uma agenda de trabalho que até agora não foi cumprida.

Não optamos pela rendição à realidade dos fatos. Afinal, existe uma matriz de responsabilidades assinada pelo Governo Federal, pelo Governo Estadual e pelo Governo da Capital, na qual estão claramente definidas as responsabilidades de cada ente da federação. Essa matriz foi assinada em janeiro de 2010 e até agora não se vê um movimento vigoroso no Estado de São Paulo e na cidade de São Paulo a favor da realização da Copa do Mundo.

A Prefeitura de São Paulo criou a Secretaria Especial da Copa do Mundo para tentar organizar, mas falta ao Governo do Estado entrar mais decisivamente nessa questão. Falta o comitê local da Copa do Mundo do Estado dialogar com a Assembléia Legislativa, com o Governo Municipal. Não é possível que a discussão entre partidos fique acima dos interesses do povo paulista, que sairá perdendo se os interesses partidários de 2012, de 2014 ou sei lá de quando se sobrepuserem.

A história mostra que, desde que cada setor envolvido cumpra o seu dever, projetos da envergadura estão destinados ao sucesso. São Paulo é esse esforço multicultural, étnico e coletivo que todo o país conheceu e valorizou. Sem São Paulo, entraremos na Copa já perdendo de muito; substituindo o espírito de abnegação, ousadia e esforço coletivo pelo conformismo, pela miopia e a ênfase em complicadas e desastrosas tramas de bastidores.

Mostrem para o ministro!

Nós concordamos inteiramente com o teor deste trabalho. Se necessário, assinaríamos embaixo. É uma pena que o Ministro do Esporte, Orlando Silva, não faça coro com os seus companheiros do PCdoB em São Paulo.

Suas declarações estão para endossar as posições tomadas por Ricardo Teixeira que, por sua vez, está mais interessado em tirar vantagens pessoais e políticas, em desnudar São Paulo de qualquer privilégio.

Nossos companheiros da TV Record, também esbulhada pela gestão suspeita da CBF e da FIFA (através da influência de Teixeira), estão fazendo um brilhante trabalho esclarecendo quem e porque está do lado de lá.

Masters do Paineiras em destaque

Antonino Silva, past-presidente do Panathlon Club Mococa, encaminhou-nos um trabalho de pesquisa da nadadora master Maria Cecília Figueiredo Nardi, com base no ranking da FINA. Esta entidade publica anualmente o TOP 10, isto é, os dez melhores resultados obtidos na temporada em todas as faixas de idade da natação masters, quer em piscina curta (SC) ou piscina longa (LC), além dos melhores nadadores de todos os tempos.

Este trabalho, direcionado especificamente para a turma masters do Clube Paineiras do Morumbi, mostra uma significativa presença desta agremiação, mesmo quando avaliada segundo padrões mundiais. Nada menos de seis nomes estão nele incluídos:

*- José Loro (Zebra) – Listado como TOP 10 de todos os tempos na prova de 50m Costas em piscina curta e longa. Além de ser TOP 10 de 2010 nas provas de 50m e 100m Costas em piscina curta, tudo na categoria mais de 60 anos.

* Nadir Taubert – Melhor tempo do Mundo em 2010 na prova de 200m Borboleta categoria mais de 75 anos. Prova esta da qual até os “meninos” com menos de 40 têm medo de participar.

* Douglas Alpino – Listado TOP 10 em 2010 na prova de 200m Costas categoria mais de 70 anos e revezamento 4X50m livre categoria 280+.

* Raul de Thuin – Revezamento 4X50m livre categoria 280+.

* Nelson Campelo – Revezamento 4X50m livre categoria 280+.

* Lorival Dias – Revezamento 4X50m livre categoria 280+.

Seria interessante se o esforço de Maria Cecília Nardi fosse além do seu interesse pelo Paineiras e nos contasse como estão alguns veteranos brasileiros no ranking dos melhores de todos os tempos, nadadores como Maria Lenk e outros que competiram até o final da própria existência.

A missão de Meirelles

Francamente, eu não gostaria de estar na pele de Henrique Meirelles, o competentíssimo presidente do Banco Central, que durante mais de meia década segurou a barra da inflação e enfrentou políticos de várias tendências, principalmente a ultra-esquerda que não queria que uma figura moderada tivesse influência decisiva na economia do país.

Quando a presidente Dilma assumiu, todos estranharam que Meirelles não tivesse sido reconduzido ao posto que exercera com tanto brilho.

Possivelmente, como prêmio de consolação ou qualquer outro motivo que não chegou ao conhecimento dos que estão fora do fechado círculo de decisões, ele foi indicado para a APO – Autoridade Pública Olímpica – e regeria, com a batuta do Governo Federal, a orquestra de medidas para que o Brasil obtenha o maior sucesso possível na sua missão de ser o anfitrião de mais de duzentas nações em cerca de trinta modalidades e não somente em só uma como no Mundial de Futebol. Um êxito em sua missão elevaria a imagem de nosso país de forma considerável em um contexto internacional.

Esta indicação, sem dúvida, agradou a grande maioria dos brasileiros, principalmente os bem intencionados que não enxergam este mega evento exclusivamente pelos óculos do cifrão, das vantagens pessoais que os Jogos Olímpicos poderão proporcionar a empreiteiros e dirigentes inescrupulosos que deverão contratar obras e serviços.

Naturalmente, para eles, o perigo está na correção de Meirelles. Ele atravessou todo o seu período de presidente do Banco Central sem a mínima crítica à lisura de suas decisões. É um dos poucos políticos inatacáveis do ponto de vista moral, e corresponde a um selo de garantia para o fácil aproveitamento dos recursos destinados aos Jogos Olímpicos de 2016.

Agora, no momento de se fixarem no papel as suas óbvias funções e responsabilidades, começam a surgir as tentativas de reduzir a autoridade da APO, tentando excluí-la ao máximo dos controles que circunscreveriam a corrupção. Neste aspecto, o noticiário dos últimos dias demonstra a movimentação visando transformar os Jogos Olímpicos na mesma vergonha econômica que foram os Jogos Pan-americanos.

Quando da troca do governo, foi dito que a APO começaria a funcionar dentro de três meses, mas até agora não se sabe nem quando o Governo Federal mandará para o Congresso uma medida provisória ou projeto de lei criando o órgão. Este coordenará a participação da União, dos Estados e do Município do Rio de Janeiro nos Jogos Olímpicos e nos Paraolímpicos.

Naturalmente, essa integração encontra resistência no Rio de Janeiro, que quer evitar a fiscalização da APO, dizendo que esta entidade não pode representar a cidade em contatos oficiais, entre eles o Comitê Olímpico Internacional.

Eduardo Paes quer criar uma outra autoridade olímpica, nas mãos de outro executivo, além da criação de diversos cargos. O “perigo” ao que parece é a idoneidade de Meirelles.

Outra notícia preocupante é que o lado financeiro começa a se definir. O Comitê Olímpico Internacional fechou o maior contrato publicitário de sua história para a transmissão dos Jogos do Rio de Janeiro, pela quantia de um bilhão e duzentos e vinte milhões de dólares e vai mandar para o COB (Nuzman) e não para o Governo o valor de 600 milhões de dólares, quase um bilhão de reais.

Acreditamos que o próprio Comitê Olímpico Internacional já está inteirado das particularidades da situação brasileira, pois sua representante, em discurso realizado na última semana no Rio de Janeiro, declarou-se apreensiva com a demora da definição da APO, com amplos elogios a Henrique Meirelles, o qual, naturalmente, vai enfrentar uma grande batalha com a turma do “cifrão”. Ele vai necessitar de muita coragem política para dizer “não” aos que estão nesta parada sequiosos por um proveito pessoal.

Coragem Meirelles. Você conta com o apoio de todos os bons esportistas de nosso país!

Ninguém para enfrentar Teixeira

Estou impressionado com a reduzida repercussão que teve a gravíssima denúncia do Estadão através do seu enviado especial a Zurich para a cobertura da “eleição” da FIFA e publicada no último dia 2. Nela, ele revelou que a CBF estava por trás de todas as ações e ameaças da entidade máxima mundial contra São Paulo, inclusive a sua exclusão como uma das sedes da Copa das Confederações e a de ser, como chegou a ser previsto, o centro de imprensa do Campeonato do Mundo. Pode-se incluir nesta lista até a eliminação sumária do Morumbi, sem uma avaliação mais profunda sobre o seu aproveitamento.

Fica por conta ainda da CBF apostar todas as fichas no Itaquerão, numa ocasião em que tudo era incerteza: o projeto não estava pronto e as fontes de financiamento não confirmadas – problemas que ainda perduram.

A reportagem também mostrou os vínculos da nossa Confederação com a política partidária do país. Deixou clara a vinculação de Ricardo Teixeira com a política nacional e os interesses pessoais de lucro deste dirigente.

Um dos acusadores de Teixeira não se escondeu no anonimato e mostrou todos os podres do dirigente brasileiro de maneira explícita. Geoff Thompson, ex vice-presidente da FIFA que deixou o cargo no início do mês, sentiu-se à vontade para citar todas as causas da aversão do presidente da entidade do futebol brasileiro a São Paulo e ao partido PSDB. Foi durante a gestão deste partido e do ex-presidente Fernando Henrique que foram abertas duas CPIs para averiguar os contratos da CBF e a Nike.

Debaixo do tapete

A reeleição já concretizada vai permitir a Joseph Blatter remover toda a sujeira da FIFA e seus comparsas para debaixo do tapete, fato profundamente lamentável.

Além dos polpudos cachês recebidos de forma oficial como membro do Comitê Executivo da entidade, Teixeira também recebeu dinheiro pouco ético na negociação com cambistas nos ingressos referentes aos Jogos efetuados no Mundial da África do Sul, segundo denúncia objetiva da imprensa norueguesa. Desta maracutaia também teria participado Nicolas Leoz, presidente do Conmebol.

Some-se a isso outros rendimentos no Brasil, resultantes da negociação dos direitos de transmissão do evento pela TV, além de seu alto salário e comissões que ninguém sabe a quanto chega. Podemos verificar, portanto, que a situação econômica do presidente da CBF deve ser invejável. Não é sem motivo que ele já está preparando sua filha Joana para uma sucessão.

Comparando, até Palocci é “bonzinho”

Diante da gravidade deste quadro FIFA-CBF, até que Palocci, que vem sendo massacrado pela mídia de todo o país, pode ser considerado bonzinho. O aumento veloz de seu patrimônio ocorreu quando ele estava fora do Governo e não exercia função pública. Ele vem há quase um mês sofrendo críticas de toda a imprensa, enquanto Teixeira e seu grupo, nacional e internacional, estão recebendo tratamento amigo. Compreende-se até o silêncio de cariocas e de alguns Estados, interessados em ficar com o “espólio” de São Paulo, com o que lhe for retirado através da “vingança” de Teixeira. A Globo, interessada nos contratos, obviamente, não vai querer dar murros em pontas de faca.

O pobre Palocci, que tem como obra em favor do país (juntamente com Henrique Meirelles) a estabilidade de nossa moeda e o fato de ter segurado as propostas pouco sadias dos radicais da ultra-esquerda, coitado…, está debaixo de fogos amigo e inimigo. Ele acabou de ser inocentado pelo Ministério Público, enquanto Teixeira está sendo poupado. É uma pena que Alckmin, FHC, Serra ou Kassab não estejam querendo “peitá-lo”. São coisas que só o interesse político explica.

Adeus voluntariado

Até pouco tempo, ser dirigente esportivo, quer em nível municipal, estadual, nacional ou internacional era um ato de voluntariado. Uma atividade de amor ao esporte. Bem diferente do que estamos vendo.

Puxa! Como as coisas mudaram em apenas algumas décadas!