Lições de 2010 e um Feliz 2011 para todos!

1. Não se deve convocar atletas para um Mundial de acordo com seu mapa astral. Raymond Domeneck pagou caro por sua astrologia barata. A França foi eliminada precocemente na Copa da África e Domeneck desapareceu do mapa futebolístico mundial. Terá ido – disfarçado de guru – para o interior da França confeccionar mapa astral para turistas?

2. Que tal colocar os grandes clássicos para o final do Brasileirão em 2011? Quem sabe, assim, o tal “entrega-entrega” vai parar um pouco. Esta marmelada toda já cansou. Tem gente torcendo o nariz para o futebol no Brasil. E não é para menos. Do jeito que vai, vale muito mais investir o tempo livre num teatro ou cinema que prestigiar esta marmelada que virou o Brasileirão.

3. Alerta psicológico e emocional para o Timão na Libertadores. Quantas vezes – nos últimos anos – escrevi sobre a necessidade do Corinthians desenvolver um trabalho sério nas áreas psicológica e emocional? A Libertadores virou – há muito tempo – uma obsessão ao clube de Parque São Jorge. Querer é poder? Sim, basta fazer!

4. Mano e Ney Franco representam a renovação completa em nosso futebol. Ambos contam com minha torcida, admiração e fé que muita coisa boa virá por aí. Juventude, modernidade e capacidade. Esta química nos trará alegrias num futuro próximo!

5. Vamos apoiar nosso Rugby? Iniciativas publicitárias brilhantes estão sendo criadas para apoiar o crescimento desta modalidade esportiva no Brasil. Uma verdadeira aula de imagem e profissionalismo na divulgação. Parabéns a todos os responsáveis!

6. Venceu o Mundial a Seleção que mais apoiou psicologicamente seus atletas. A Espanha conta, já há algum tempo, com um brilhante departamento de Psicologia Esportiva em todas as categorias. Inclusive na profissional. Qualquer semelhança, acreditem, não será mera coincidência!

7. O São Paulo Futebol Clube precisa renovar sua diretoria urgentemente. A equipe do Morumbi entrou num perigoso vício político e administrativo que – se não for alterado em breve – produzirá novos “2010s” para sua torcida. Já o Palmeiras está à deriva em todos os planos possíveis e imagináveis. O Kléber é, ainda, o grande comandante do clube. Ele e o Valdívia mandam mais que toda direção junta. Uma nova e jovem ala tenta assumir o poder. Será que vão deixar?

8. Está mais que na hora de Luxemburgo e Felipão reverem suas metodologias de trabalho e gestão de conflitos nas equipes.  Afinal, o que era indicado e produtivo 8 ou 10 anos atrás, não necessariamente funcionará nos dias atuais.

9. O caso Bruno ganhou repercussão mundial. O goleiro que teria imensas chances de ser o titular de nossa Seleção na próxima Copa está atrás das grades acusado de seqüestrar a ex-amante. Dinheiro, fama, sexo, poder, mídia, ganância, falta de limites e ausência de orientação psicológica e familiar resultaram em tragédia. A página mais triste do ano, sem dúvida!

10. Tomara que, em 2011, a Fórmula 1 seja competitiva, emocionante e justa. Que as marmeladas feitas pela Ferrari sirvam de lição para os engravatados diretores da FIA. Punição severa (eu disse “severa!”)e um pouco mais de ética dentro e fora das pistas não farão mal a ninguém. Muito pelo contrário!

11. Parabéns ao Muricy Ramalho – “Mister Brasileirão”. A Sebastian Vettel, um garoto talentoso, forte mentalmente e arrojado nas pistas. A Roger Federer e Rafael Nadal que, entra ano, sai ano, continuam ali, disputando os principais títulos do tênis mundial. A César Cielo, que teve a coragem e o despojamento de se afastar dos políticos que nunca o auxiliaram em nada e sempre exigiram ser fotografados ao lado de nosso campeão a cada nova conquista. Por fim e não menos importante, a todos os amigos, colegas de profissão e de batalha por uma Psicologia do Esporte decente e reconhecida no Brasil.

Feliz Ano Novo a todos os que me acompanhar neste blog e amigos da Ge.Net.

Estarei de férias até o dia 6 de janeiro.

Grande abraço e até por lá!

 

Enzo Bearzot nos deixou algumas lições…

Faleceu, aos 83 anos, Enzo Bearzot. O ex-treinador da Itália foi o comandante que mais jogos dirigiu a seleção Azzurra. Entre eles, as sete partidas que concretizaram o título Mundial na Copa de 1982 disputada na Espanha e de dolorosas lembranças para o povo brasileiro.

Na época, eu tinha apenas 13 anos. Aprendi a amar o futebol com aquela geração de Zico, Sócrates e Falcão. O Brasil encantou o mundo com apresentações de gala e foi eliminado pelos italianos com três gols anotados por Paolo Rossi – talvez um dos maiores algozes de nossa seleção em todos os tempos.

Aqueles 3×2 para os italianos marcaram a vida do estádio Sarriá e o coração de todos os brasileiros que, hoje, tem mais de 35 anos. Tenho viva a lembrança do apito final do árbitro e a negação interna de que o sonho havia terminado. Como seria possível eliminar uma equipe daquelas? Procurar culpados? Não – isso seria menosprezar o apreço e a paixão pelo futebol arte.

O fato é que, após aquela partida, saí na rua onde morava e caminhei por algum tempo sem entender o que havia ocorrido. Se disser que já entendi – corro o risco de mentir. Até hoje me lembro com saudades daquele futebol maravilhoso que “nos ensinou – a duras penas – a amar os derrotados”. Esta, sim, foi a grande lição daquele 5 de julho de 1982.

Hoje repousou o vitorioso treinador Enzo Bearzot – que protagonizou noites de insônia de boa parte de nosso país. Ele terá tempo para explicar ao Mestre Telê Santana – como fez para bater aquela “equipe dos sonhos”.

Falatório político outra vez

E o prêmio Brasil Olímpico – novamente – coroou um monte de promessas, idéias, projetos e planos mirabolantes e estratosféricos para mudar o status do esporte no país.

O presidente Lula se saiu com esta: “Nós queremos é isso, não fazer favor a ninguém. Queremos transformar o esporte em instrumento de desenvolvimento deste pais. Não podemos mais falar a palavra gastar, pois é investimento para que o esporte brasileiro se transforme em uma potência olímpica”.

Querem mais? Ok!

“Precisamos dar a todos, independente se nasceu no Complexo do Alemão ou na Tijuca, o direito de disputar em igualdade de condições a medalha de ouro aqui no Brasil ou em qualquer lugar”.

E aqui pergunto ao “outro presidente” – o Nuzman: “onde está a estrutura de trabalho psicológico que – a cada fiasco nosso em Olimpíadas o senhor vem a público reconhecer a necessidade de se treinar nossos atletas no plano da mente e das emoções e as idéias nunca saem do papel?”.

Até porque, as derrotas do esporte brasileiro nas competições internacionais, quase sempre tem origem na baixa auto-estima dos nossos atletas e na incapacidade de gerenciar as emoções e a concentração.

No lado do investimento não tem segredo. Enquanto não remunerarem melhor nossos atletas através de programas com incentivos de empresas e do governo federal, a coisa continuará do mesmo tamanho.

A cada final de ano – vai surgir um Murilo, uma Fabiana, um César para subir no palco. O resto é bla bla bla…

Kléber dá o veredicto: primeiro paga, depois contrata Ronaldinho!

Sérgio Barzaghi/Gazeta PressAmigos, o atacante Kléber, do Palmeiras, demonstrou hoje que o clube realmente está à deriva. O jogador foi à imprensa reclamar da possível contratação de Ronaldinho Gaúcho e/ou Adriano. Kléber reivindicou salários atrasados e relatou que o clube deve dinheiro aos atletas. Em vez de se alegrar e procurar incentivar a vinda destes jogadores, Kléber – na linguagem dos boleiros – ‘cornetou legal’ na imprensa e ainda ganhou estátua no clube. O rapaz tem um poder absurdo no alviverde. Aliás, manda muito mais que vários diretores por lá.

Se bem me lembro, o Luxemburgo foi desligado do Palmeiras por muito menos que isso. Na época, o treinador foi acusado de ingerência por tomar uma decisão sobre o afastamento de um atletas sem falar com a diretoria.

Desta vez, o atacante palestrino mostrou suas garras afiadas e ninguém da diretoria se pronunciou. As eleições no Palmeiras prometem pegar fogo. Esta atual gestão mostrou despreparo e amadorismo.

O Felipão, pelo visto, trocou suas férias por um trabalho árduo na tentativa de contratar jogadores.

O que os demais atletas devem pensar e sentir observando toda esta bagunça? Não há psicólogo que possa ajudar a performance de um grupo quando o campo administrativo se tornou uma verdadeira “terra de ninguém”.

Timão e Libertadores: chaves psicológicas da relação

O ano de 2011 oeferecerá uma nova e importante oportunidade para o Corinthians lutar pela conquista da Libertadores. Se não houver zebra pelo caminho (em tempos de Mazembe é bom tomar cuidado com previsões), o alvinegro deverá pegar um grupo complicado. Cruzeiro e Estudiantes – que já realizaram uma final do mesmo torneio estarão – no ano que vem , na chave em que se espera o Corinthians.

Na primeira década deste milênio, a equipe corintiana teve algumas oportunidades para conquistar o torneio e, em quase todas, foi derrotado por não ter apostado em trabalhos de fortalecimento e acompanhamento psicológico prévios.

A velha história do “papo do treinador” sempre ocupou o espaço da psicologia esportiva em boa parte dos clubes brasileiros. Volto a dizer: “psicólogo não escala time e treinador não é formado em Psicologia Esportiva”.
A pressão e expectativa da Fiel torcida são enormes quando o assunto é Libertadores de América. Os atletas, claro, sentem este clima e alguns deles sucumbem diante de fragilidades emocionais que poderiam ser detectadas e trabalhadas com antecedência para evitar oscilações de rendimento.

Nos anos que antecederam as últimas participações do Corinthians neste campeonato, escrevi matérias alertando para a necessidade de se preparar a equipe para os desafios psicológicos individuais e coletivos que o grupo terá de enfrentar. Até aqui, nada foi feito. Os times de futebol continuam fazendo vista grossa para o trabalho psicológico. E olha que o Tite é um treinador moderno com uma concepção de ser humano mais abrangente e rica. Por mais um ano – aqui fica meu “novo alerta psicológico e emocional para o Timão”.

Em tempo: no post anterior, quando me referi “aos ares gaúchos” influenciando o treinador Celso Roth ao virar as costas para os jogadores do Inter – deitados e chorando dentro de campo – me referi apenas ao treinador Dunga que se comportou da mesma forma após nossa eliminação na última Copa. Nada contra os gaúchos, por favor!

Congoleses pintam e bordam no nervosismo Colorado

Amigos, nestes últimos dez anos que escrevo para a GE.Net, confesso que não me recordo de uma derrota tão emblemática ocorrida pela falta de um preparo emocional e psicológico como esta do Inter de Porto Alegre para o circense futebol congolês.

Nestes últimos anos – o que mais disse por aqui foi: “A presença de trabalhos psicológicos não necessariamente garantem a vitória. Por outro lado, sua ausência, em alguns momentos, determina a derrota”. Dito e feito!

Sisudos, tensos, desconcentrados, ansiosos, nervosos e desentrosados. Neste panorama comportamental, o time dirigido pelo treinador Celso Roth deu adeus ao título do Mundial de clubes.

Do outro lado, os congoleses do Mazembe entraram em campo alegres, leves, descontraídos e demonstrando raça, concentração e muita inteligência tática (apesar da inferioridade técnica que, desta vez, foi superada pelo equilíbrio emocional de seus atletas).

O Inter não soube jogar com o favoritismo. Aliás, foi duramente derrotado por ele. Seu adversário, no entanto, usou a total ausência de favoritismo para entrar em campo sem maiores responsabilidades. O resultado desta equação: a equipe brasileira sucumbiu diante da falta de preparação psicológica e emocional. Aliás, o Inter nunca foi lá muito adepto ao trabalho de psicólogos do esporte. Esta área do treinamento esportivo foi administrado por profissionais de outras áreas que jamais deveriam ter ingressado neste meio.

De toda forma, não adianta chorar o leite derramado. Esta derrota deveria servir de exemplo para todos os demais times brasileiros (incluindo nossa seleção) para priorizar a preparação psicológica feita de forma correta, séria e científica.

Chega de vídeos, histórias para emocionar jogadores, musiquinhas motivacionais e um monte de papo furado antes dos jogos. É preciso encarar a mente e as emoções de uma forma mais profissional e coerente. Além das incalculáveis fortunas em jogo – existe uma esfera humana que pede socorro no nosso futebol. E não é de hoje.

O Inter protagonizou uma triste página do descaso e falta de interesse dos dirigentes por esta área. Vocês leram os comentários depois do jogos? O treinador Celso Roth disse que “faltou a bola entrar”. Pois é, professor.

Aliás, os ares gaúchos, pelo visto, não fizeram bem a ele que, ao final da partida, repetiu o comportamento do ex-treinador da nossa seleção, entrando rapidamente para o vestiário após a eliminação na última Copa sem, ao menos, cumprimentar o treinador adversário que o procurou no banco de reservas após o término da partida. O que dirá de seus comandados que, deitados no gramado, choravam a eliminação?

Explicar o inexplicável? Nada disso. Quando ninguém fala sobre tática, técnica e preparação física, sobra um imenso ponto de interrogação na mente dos treinadores e dirigentes.

Até quando farão vistas grossas para a estruturação de departamentos de Psicologia nos clubes?

Parabéns pela alegria, ginga, seriedade e musicalidade do futebol africano. Aos brasileiros colorados, resta juntar os cacos e tentar montar (e compreender) este quebra-cabeça tão óbvio e evidente.

O futebol, amigos, também se perde com a cabeça!

Golaço de Muricy

Amigos, acompanhem as sábias declarações do Muricy sobre o trabalho psicológico nos times de futebol. Quem sabe os dirigentes acordam para esta realidade.

“Clube de futebol deveria ter um psicólogo constante. Mas um que use a psicologia do esporte e faça parte da comissão técnica. Tem que ser uma pessoa preparada. Os técnicos têm mania de motivar o jogador acima do que precisa. Não somos preparados. Negócio de vídeo de filho chorando, papai, não acredito nisso. O cara chora, entra em campo derrotado. Quando perde cadê o vídeo? Por isso que falo em boa estrutura, campo de treinamento.

Em clube grande, técnico não precisa ser motivador, mas sim cobrador. Em clube pequeno, aí sim. Tem que abraçar o cara, pedir para correr senão vai ficar ali para o resto da vida. Em clubes grandes não tem que ser motivador, mas cobrador de resultados. Meu lado motivacional é mostrar o quanto é importante ganhar um Brasileiro para um clube e para eles. Isso que eles precisam saber. Já vi vários times perderem porque a pilha foi tão grande que passa da bola”.

Parabéns, Muricy! Além de brilhante treinador, suas idéias mostram um conhecimento diferenciado sobre a modernidade no treinamento desportivo.

Goiás e os duros golpes em 2010

Amigos, o Goiás não merecia perder para o Independiente da Argentina na final da Sul-americana. Com dois gols ‘espíritas’, os hermanos anotaram 3 a 1 e, sem pernas para a prorrogação, fizeram toda cera do mundo e levaram a decisão para as penalidades. Gostaria de ressaltar o excelente trabalho desenvolvido pelo treinador Artur Neto que assumiu uma equipe completamente desgastada, combalida, moída no campo motivacional/emocional e quebrada taticamente.

Os responsáveis pela proeza: Émerson Leão e Jorginho. Este último, aliás, sem experiência alguma no cargo, inventou moda na forma da equipe jogar e acabou ajudando a afundar o time para a Série B.

No entanto, o principal responsável e vilão por tudo de ruim que ocorreu no Goiás em 2010 foi o ultrapassado treinador Emerson Leão. Atrasado e antiquado na forma de liderar, conduzir e resolver os conflitos – além de não saber criar um espírito de grupo, Leão foi a pior aposta que a direção do clube poderia ter feito no início do ano.

Não foi por falta de avisos. O que fico mais chateado é que Artur Neto comandou o Goiás nas derradeiras partidas que consolidaram o rebaixamento do clube. Por que será que os treinadores de nome no futebol não têm peito e coragem para assumir seus erros e ficar no barco até que ele se afunde? O futebol ainda abraça personalidades frágeis e é, infelizmente, um recinto cheio de vaidades e pompas.

O que o Goiás tem a ver com isso? Nada!

Força, Esmeraldino! Ano que vem será a luta para o retorno à Série A. Com Artur Neto no comando e manutenção da base desta equipe que foi rebaixada – mas que tem muito valor e talento se bem dirigida – não tenho dúvidas que 2012 o Verdão do Planalto Central estará de volta fortalecido e com várias lições aprendidas para a elite principal do futebol brasileiro.

Cadê a Psicologia?

Olá amigos! Felizes com o final do Brasileirão? Foi um campeonato movimentado, com altos e baixos das equipes e, novamente, a falta de um trabalho psicológico sério fez várias vítimas no meio do caminho. Quando os dirigentes vão perceber isso?

O ano de 2010 trouxe informações importantes para nosso futebol. Algumas já bem conhecidas. Vamos a elas?

Muricy Ramalho é o Mr. Brasileirão – um treinador que aprendeu a vencer este torneio e teve (como nos demais times que treinou) o reconhecimento de todo plantel tricolor nesta conquista.

Luxemburgo, Leão e Felipão precisam – urgentemente – se modernizar. Luxa, em seu mega projeto astronômico quase afundou o Atlético Mineiro para a segundona. Leão – na pobreza de liderança que sempre lhe foi peculiar – afundou o Goiás para a Série B. Felipão, por enquanto, está no Palmeiras pelos títulos que conquistou no passado. O presente é bem diferente.

Aliás, perdemos uma Copa do Mundo por falta de liderança (dentro e fora de campo), capacidade de gestão de conflitos e administração de egos. A começar pela própria insegurança do próprio comandante.

Agora, com o Mano, nossa Seleção será construída com critérios técnicos superiores aos de Dunga e – tomara – com um trabalho psicológico de base e a longo prazo para ajudar a levantarmos o Caneco aqui em 2014.

E o que dizer da falta de motivação, malas branca, azul, roxa, vermelha e preta? E os torcedores ameaçando os clubes caso vencessem seus jogos? E o corpo mole de alguns jogadores que – visivelmente – demonstraram desinteresse nas partidas? E o corpo firme dos já rebaixados Goiás e Guarani na última rodada? Glamour, charme, espetáculo, fair play? Esqueçam! O futebol, amigos, há muito tempo, tem o seu grande mandatário e senhor: $$$

O fato triste do ano, sem dúvida, foi o episódio do goleiro Bruno que, em 7 de dezembro de 2009 , levantava o troféu como “melhor goleiro do país” pelo título conquistado no Flamengo e hoje está em cárcere privado aguardando julgamento pela morte da ex-amante.
Abração e até a próxima!