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Pai Carlos recebe boi da dívida do Sport

Ao chegar na catedral de Iansã, em Jordão Baixo, o animal foi logo coberto com uma bandeira rubro-negra

A polêmica dívida do Sport com os orixás foi quitada, de fato, nesta quinta-feira (24). O Pai Carlos recebeu, esta tarde, o boi prometido pela conquista da Copa do Brasil ainda em 2008. Assim que chegou, o animal foi logo coberto pela bandeira rubro-negra.

A dívida seria paga com um búfalo, mas, para evitar problemas com o Ibama, o Pai Carlos garante que conversou com os orixás e eles aceitaram a troca por um boi malhado. E o animal oferecido ao babalorixá tem essas características. De acordo com o antigo dono, o boi que tem a pele malhada, tem oito meses e é da raça Gir.

Pai Carlos diz ter recebido do Sport R$ 5 mil para comprar o boi e pagar uma promessa a um orixá do candomblé que teria ajudado o clube na conquista da Copa do Brasil. O próprio babalorixá explica que o restante do dinheiro será usado para comprar outras oferendas.

“O boi foi R$ 1,1 mil, mas ainda tenho que comprar quatro cabritos. Além disso, as pessoas que participam têm que ser pagas. Nada para Exu pode ser de graça. A esperança é que Exu abra os caminhos agora para o Sport não ter mais espinhos no gramado”, afirma Pai Carlos.

O tão polêmico boi virou atração em frente à catedral de Iansã, no bairro de Jordão Baixo. Pai Carlos avisa que não irá sacrificar o animal. O bicho será doado para um abrigo de idosos, em Jaboatão dos Guararapes.

Amigos, depois desta, vou tirar duas semanas de férias merecidas! Volto a partir de 10 de abril com gás total! Abraços, João Ricardo.

Psicologia do Esporte – acessem www.ceppe.com.br

O que é um consultor de mobilização de grupos?

A nova comissão técnica de Caio Junior terá a participação de alguém que conhece bem o Botafogo. O consultor na mobilização de grupos (!?!) Evandro Mota também fará parte dos profissionais que chegam na sexta-feira para ajudar o novo treinador.

Muitos me escreveram perguntando se o referido profissional é um psicólogo do esporte. A resposta, infelizmente, é negativa.

Consultor de mobilização de grupos é uma categoria que eu ainda nao havia escutado no meio esportivo. Confesso que já me deparei com animadores culturais, psiquiatras, comandantes de polícia e alguns outros motivadores.Esta denominação é, de fato, bem criativa.

A Psicologia do Esporte ainda é um campo pouco e mal ocupado pelos psicólogos . Este tipo de divulgação só confunde ainda mais a cabeça de treinadores e dirigentes do meio futebolístico. A maioria deles já tem dificuldades em compreender as bases científicas do trabalho psicológico no esporte. Diante destas novas denominações, tudo fica mais complicado.

Motivar atletas e grupos esportivos- na essência da ação – envolve, necessariamente, conhecimentos de Psicologia Esportiva e estudos de perfil e análise tipológica que só profissionais credenciados e com experiência estão capacitados para exercer.

Creio que os Conselhos de Psicologia (regionais e federal) deveriam se preocupar mais em organizar esta área que, há tempos, demonstra fragilidade e, cada vez mais, uma verdadeira “terra de ninguém”!

Liderança nos esportes

Em muitos clubes e equipes esportivas é comum a mudança de um técnico de uma equipe e com os mesmos atletas começa a ter resultados melhores. Qual a motivação estes atletas tiveram com a mudança do técnico para proporcionar vitórias. Qual perfil tem este técnico? Ele é um líder?

Como podemos detectar um líder ou tentar transformar pessoas comuns em verdadeiros lideres?

O processo de conduzir pessoas com a geração de bons resultados é o que se chama de liderança e nem todos os chefes de equipes são lideres, por que o líder é saber lidar com pessoas de diferentes personalidades, culturas, religiões, ou seja, com diferenças no grupo e não querer torná-lo iguais.

Primeiramente, para o profissional de psicologia de o esporte poder trabalhar a liderança do grupo, é preciso conhecer os estilos de liderança, pois as relações humanas estar diretamente relacionada ao comportamento de pessoas.

Quanto ao estilo, a liderança pode ser:

  • Liderança autocrática
  • Liderança democrática
  • Liderança liberal
  • Liderança paternalista

No esporte, é comum se ver todos estes estilos de liderança, mais em algumas modalidades é preciso ter o estilo adequado pra poder vencer.

Os autoritários estão focados apenas nas tarefas, e as sua decisões são as idéias, pois o liderado, atleta, jamais poderá opinar em suas técnicas para a execução das tarefas, este tipo é bem comum nos esportes coletivos, mas estar perdendo força, pois a liderança participativa estar a cada dia evoluindo e as diretrizes estão sempre sendo debatidas, para saber os erros e acertos, tento um feedback entre técnico e atletas. Neste caso o próprio grupo esboça as providências para atingir o resultado solicitando aconselhamento técnico ao líder quando necessário, passando este a sugerir duas ou mais alternativas para o grupo escolher, este tipo é visto mais nos esportes individuais.

Os liberais são muito raros nos esportes, pois não há resultados nos com a liberdade dada por profissionais desse estilo, e também pode ser indício de uma liderança negligente e fraca, onde o líder deixa passar falhas e erros sem corrigi-los e o paternalismo também não dar muito certo, pois o líder e coloca no meio dos problemas pessoas dos atletas e tira o foco das competições, portanto não é o modelo adequado para atletas profissionais, pois numa relação paternal, o mais importante para o pai é o filho, incondicionalmente.

Liderança é uma relação de interação que o líder possui características marcantes de personalidade com uma determinada situação que o qualificam para a função. É mais importante para o líder saber ouvir do que saber falar, mas importantes do que palavras são os procedimentos.

O líder esportivo deve ter as seguintes características:

  • Estabelecer junto ao grupo, objetivos e metas concretas
  • Motivar os atletas para alcançar todos objetivos e metas
  • Construir um ambiente social favorável
  • Ter apoio de um profissional da psicologia do esporte e do exercício físico
  • Saber se comunicar com o grupo

O atleta também apresenta muitas competências associadas à liderança e algumas competências naturais de grandes líderes esportivos que podem ser utilizadas no ambiente de competição e de treino, como:

  • Capacidade de assumir responsabilidades
  • Atuar nas suas fragilidades para gerar diferencial competitivo
  • Poder de superação
  • Fazer além do que lhe é atribuído
  • Fazer uso da informação para identificar concorrentes e definir estratégias
  • Encantar e mobilizar emoções nas pessoas

Colaboração do Prof. Mauro Viana – árbitro de futebol e em formação no curso de Psicologia Esportiva pela Associação Paulista da Psicologia do Esporte. Maiores informações – acessem www.professormauroviana.com.br

Condicionamento Físico e a Psicologia do esporte

No mundo contemporâneo, há vários problemas relacionados com a correria do dia-a-dia, nas grandes cidades estar sendo comum, pessoas inflar os consultórios psicológicos com sintomas de estresse, ansiedade e depressão. Esses são componentes presentes na vida moderna que pode causar danos graves para a saúde física e mental.  Será que é o preço que devemos pagar para ter todas as facilidades dos grandes centros, ou podemos evitar?

Os psicólogos do esporte estão preocupados com a situação e procuram fazer um trabalho preventivo dentro das academias de ginásticas, trabalhando o fator emocional dos participantes de atividades físicas e em conseqüência melhorando a qualidade de vida.

O condicionamento físico é um estado de bem estar físico com atributos que contribuem para:

  • Desempenhar atividades físicas diariamente com vigor
  • Correr um risco mínimo de ter problemas de saúde relacionados à falta de exercício
  • Fornecer a base de condicionamento para a participação em várias atividades físicas.

O condicionamento físico engloba vários aspectos básicos, como: nutrição, relaxamento, descanso e principalmente a atividade física. É comum as pessoas não destinguirem atividade física de condicionamento físico. A atividade física deve ser vista como um processo para o condicionamento físico, pois ambos se entrelaçam e como meta final o participante terá um estilo de vida mais saudável.

Atualmente as academias representam um grande campo para a psicologia do esporte, pois a cada dia aumenta os cultuadores do corpo e neste segmento que se pode fazer um trabalho com os participantes, afim de que tenha um bom condicionamento emocional, pois se tornará mais fácil condicionar a parte física. Uma projeção feita pela Organização Mundial da Saúde indica que a depressão será a segunda causa de morte e incapacidade por volta de 2020, perdendo apenas para problemas cardiovasculares. Por isso cada vez mais as pessoas procuram por aconselhamento psicológico e muitos, aconselham como terapia a prática de exercícios físicos para promover o bem estar psicológico. Esses benefícios atuam em algumas áreas, como:

  • Redução da ansiedade e depressão
  • Elevação do humor
  • Melhora no autoconceito
  • Melhora na qualidade de vida

Os efeitos do exercício físico sobre a ansiedade e a depressão podem ser classificados como agudos ou crônicos. Os imediatos podem ser chamados de agudos, podendo ser temporários ou não, dependendo do estado emocional do praticante. Já os de longo prazo, são chamados de crônicos, as pesquisas foram realizadas com a prática de exercícios aeróbios e os de intensidade moderada produziram maiores efeitos positivos nas respostas positivas.

Já a depressão é um dos maiores sofrimentos que a humanidade pode ter, e o exercício é tão efetivo quanto a psicoterapia para reduzi-la e estes efeitos antidepressivos são maiores quando o programa de treinamento tem pelo menos nove semanas de duração.

Vários efeitos emocionais transitórios, positivos ou negativos, definem o nosso humor e evidências experimentais e empíricas apoiam a existência de alterações no estado de humor positivo relacionadas aos exercícios. Uma simples caminhada pode ter excelente efeito antidepressivo.

Na parte de qualidade de vida, podemos citar não apenas questões psicológicas, mas também fisiológicas, pois com um bom condicionamento físico, o praticante tem várias alterações, como:

  • Aumento do fluxo sangüíneo celebral
  • Mudanças nos neurotransmissores cerebrais
  • Aumento do consumo máximo de oxigênio e de sua liberação para os tecidos cerebrais
  • Redução da tensão muscular
  • Alterações estruturais no cérebro

Psicologicamente, há uma significativa melhora no (a):

  • Aumento da sensação de controle
  • Sentimento de competência e auto-eficácia
  • Interação social positiva
  • Melhora no autoconceito e na auto-estima
  • Oportunidades para diversão e prazer

O exercício é um fator associado útil à psicoterapia tradicional, mas não substitui a terapia, especialmente em pacientes com transtornos clínicos, e devem ser acompanhados por profissionais em pacientes obesos, com doença cardíaca grave ou com pressão sangüínea alta, estes, sempre devem ser acompanhados por profissionais qualificados.

ATIVIDADE FÍSICA, JÁ!

Colaboração do Prof. Mauro Viana – árbitro de futebol e em formação no curso de Psicologia Esportiva pela Associação Paulista da Psicologia do Esporte. Maiores informações – acessem www.professormauroviana.com.br

Quem vai encarar o Imperador?

AFP

O atacante Adriano, ex-jogador da Roma

Perto dos 30 anos, Adriano continua demonstrando fragilidade emocional e psicológica dentro e fora das quatro linhas.

O atleta teve tudo para ser um grande exemplo para esta nova geração de jogadores de futebol. No entanto,  desperdiçou (e continua desperdiçando) seguidas oportunidades por conta do péssimo comportamento  apresentado nos clubes que atuou recentemente.

Adriano se envolveu em rompimentos amorosos públicos, atrasos para treinos e reapresentações, foi flagrado em festas, favelas e em vários locais onde não se espera que atletas de alto nível frequentem ou tenham o hábito de visitar.

O último capítulo foi a rescisão contratual com a Roma. Adriano colocou no bolso alguns milhões de euros e está de volta ao Brasil. Gilmar Rinaldi, seu empresário, já decretou que em menos de 45 dias, Adriano não poderá voltar aos gramados. Explicou o empresário que o atacante está com um problema no ombro. Será? E mesmo que esteja, um mês e meio não é um tempo muito longo para a medicina esportiva curar um ombro contundido?

Entre tantas indagações, frustrações, comportamentos equivocados e ações infelizes, Adriano está criando um clima de rejeição imenso nos clubes por onde passa (e naqueles que poderia atuar). Na própria enquete levantada pela Ge.Net – notamos que mais de 80 % dos torcedores não gostariam de tê-lo nos clubes do coração.

No final, amigos, toda esta situação é muito triste. Adriano desgasta-se como atleta e ser humano. Uma exposição desnecessária para um jogador de raro talento, técnica e força física.

Aí me perguntam: “João, o que a psicologia do esporte poderia fazer pelo Adriano neste momento”?.

Respondo: não somos bombeiros nem curandeiros. O erro, certamente, está escondido no passado, quando o atleta foi mal orientado por aqueles que certamente só queriam se aproveitar de seu crescimento financeiro. A Psicologia Esportiva, nestes e em muitos outros casos, infelizmente não ecoa de forma positiva e produtiva em comportamentos negativos solidificados em todas as áreas possíveis e imagináveis do unvierso pessoal e profissional.

Psicologia Esportiva é muito mais preventiva que curativa. Do contrário, o caminho das lamentações é rumo provável para estes meninos reféns das próprias fragilidades.

Felipão está certo!

Luiz Felipe Scolari

Luiz Felipe Scolari conversa com jogadores durante treino

Amigos, o descontentamento do Felipão com a diretoria do clube tem total fundamento. Como apurou a Ge.Net – a saída da nutricionista Alessandra Favano da concentração palmeirense para economizar uma diária de hotel foi o último ponto de uma discordância que tende a crescer entre Luiz Felipe Scolari e a diretoria do Palmeiras.

Boa parte dos clubes tem o péssimo hábito de se fixar em pequenas (e desnecessárias) economias, enquanto valores absurdamente altos são pagos a atletas que nem no banco de reservas estão capacitados a ocupar.

É aquele velho pensamento de só olhar a formiga passando no mesmo momento em que um elefante branco desfila  toda sua exuberância e tamanho.

O que percebo no futebol brasileiro (tanto como psicólogo do esporte, atuando em clubes de vários portes) como pesquisador da área, é que existe uma cultura que valoriza apenas os atletas. Todos aqueles que não entram em campo representam, a priori, gastos que são sempre vistos como altos pelos dirigentes.

Com exceção do treinador – fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, médicos, devem se concentrar longe dos hotéis. Tudo isso para economizar uma refeição ou diária.

Ora, amigos, creio ser desnecessário afirmar a importância da convivência (o maior tempo possível)entre todos da Comissão Técnica . Não só dinâmica e operacionalmente, mas também aos olhos dos atletas é interessante que os membros da Comissão estejam juntos, ali na mesa do restaurante do hotel nas refeições e transitando no mesmo espaço que eles.

De certa forma, me parece primário fundamentar esta opinião no blog. Por outro lado, os dirigentes deveriam se cercar de pessoas capacitadas, com experiência e visão para que possam ajudá-los nestes e em tantos outros momentos.

Felipão briga – com legitimidade – por algo que acredita e já comprovou a importância. A questão é que os ânimos entre ele e a nova diretoria do clube começam a esquentar. Não é de hoje que ele pede um 9. Até agora, só recebeu um da base. Quem sabe, com a economia da diária da nutricionista, os dirigentes consigam contratar o Luis Fabiano.

E haja paciência!

Neymar, Elano e Léo na farra! o resto, trabalho duro!

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

Amigos, união de grupo, direitos iguais, comunicação, comprometimento e ausência de regalias são fundamentais para qualquer time que pretenda manter o bom clima e ambiente interno entre os jogadores.

O que sentem os atletas que atuarão nesta rodada – se concentrando, abrindo mão do carnaval e, ao ler os jornais e acessar os sites esportivos, dão de cara com o Neymar na maior folia em Salvador. Ora, me parece óbvia a indagação: ” por que ele pode e eu não”? .

Sim, você não é o Neymar, não tem o futebol dele, não recebe a fortuna que ele ganha e, por isso, deve ficar aqui, concentrando e focado na partida do sábado de carnaval contra o Oeste.

Esta política de dar folga para alguns e colocar outros no trabalho nunca funcionou. A mensagem que é passada aos demais atletas é pejorativa e desigual. Os meninos podem até golear sem os grandes astros, mas o senso de grupo, comprometimento, união e coesão ficarão inevitavelmente abalados.

O profissionalismo na direção dos clubes está cada vez mais pobre. Os astros e pequenos craques são, hoje, os grandes mandatários dos clubes. Afinal, o patrimônio histórico deixou de ter valor. O que conta, atualmente, é o patrimônio venal das jóias de grande valor. Estas, sim, tem todas as regalias do planeta!

Garanto que a presença de um treinador experiente, consciente e com conhecimento de grupo jamais deixaria uma situação destas acontecer. Aliás, não sei nem se um técnico com este perfil aceitaria trabalhar no clube dentro de uma situação político-administrativa como esta.

É aquela coisa de sempre: “os gatos saem, os ratos fazem a festa”. A verdade, amigos, é que a coisa na vila começou a degringolar depois daquele sinal negativo do Ganso para o Dorival na final do Paulistão passado. Ali os jogadores derrubaram o treinador que, na minha opinião, deveria ter jogado o boné e saído por cima. Em seguida, tomaram de assalto o vestiário e agora recebem regalias diversas. Onde está o comando na equipe santista? O barco está à deriva…

Os meninos  suarão a camisa diante do Oeste. Já Léo, Elano e Neymar, suarão a camisa pulando nos blocos de carnaval. Isso é correto?

Santos e Fluminense: fragilidade psicológica e emocional

Dois timaços, Santos e Fluminense estão correndo um risco desnecessário de serem eliminados já na primeira fase da Libertadores. Os prejuízos, neste caso, seriam incalculáveis! O que pode ter havido de um ano para o outro?

Adilson Batista é um treinador que costuma bater de frente com atletas e dirigentes. Já deveria ter aprendido isso no Corinthians. Repetiu a dose no Santos e, de forma precoce, foi demitido.

Muricy fala aos quatro cantos que acha importante um departamento de Psicologia nos clubes de futebol. O discurso é válido e interessante. Já, na prática, a coisa é bem diferente.

Considerando que uma equipe atua em alto rendimento e com qualidade desde que tenha os três vértices da preparação atendidos: físico, tático e psicológico, me parece que Santos e Fluminense padecem pela falta de um acompanhamento psicológico especializado. Tem excelentes preparadores físicos, atletas de altíssimo nível e nada de Psicologia Esportiva nesta estrutura.

Infelizmente os clubes ainda pagam caro por não perceber a importância de  associar a Psicologia Esportiva aos demais profissionais da área da saúde. Optam por palestrantes motivacionais, engenheiros, comandantes de tropas de polícia, psiquiatras e animadores culturais para este posto.

Falta conhecimento e aproveitar um pouco melhor as viagens para a Europa quando vão atrás de jogadores. Já que tudo lá fora parece ser melhor, por que não copiar também a estrutura de trabalho dos clubes internacionais?