Bristol (EUA) – Já estou inscrito na Federação de Triathlon do Rio de Janeiro, para poder representar o Brasil no Mundial de Triathlon, dia 10 de Setembro, em Pequim. Minha mulher já entrou em contato com a Federação Anericana para também poder representar o Brasil, já que é naturalizada brasileira.
Nossa filha mais velha, Rebecca Charlotte, vai ao Brasil em novembro disputar uma classificatória para os Jogos Olímpicos em 2012. Em 1989, ela foi a latino-americana mais bem classificada no primeiro Mundial de Triathlon, em Avignon, França, e ganhou diversas provas no Brasil, mas ultimamente passou um tempo no estaleiro, com contusões.
Quem está saindo do estaleiro é nossa filha mais nova, Sarah Jane, vítima de um acidente de carro há cinco anos que lhe causou problemas na coluna. Ela se dedicava mais à natação e depois de se mudar para os Estados Unidos representou o Flamengo em um Mundial de Masters de Natação, em Oakland, na Califórnia.
Hoje entrei em um Sprint Triathlon em New London, Connecticut, só para treinar a parte de natação, de meia milha. Meu objetivo se explica pelo fato de que o percurso era no sentido dos ponteiros do relógio, o que cria dificuldades para mim, que respiro para a esquerda no nado livrel. Minha mulher entrou oficialmente e ganhou sua faixa etária, de 65 anos para cima. As distâncias da natação e da corrida estavam corretas, com 800 metros e cinco quilômetrtos, respectivamente, mas a da bicicleta era mais longa, com 16 milhas, o que vem a dar quase 26 quilômetros.
Seu tempo foi de 1:44:31, com 23:51 na natação, 50:01 na bicicleta, e 27:43 para a corrida. Cá entre nós, outro motivo que me levou a não competir oficialmente foi que precisamos acordar às quatro e meia da manhã, para a largada às sete horas, já que New London fica longe de nossa casa. Meu corpo não gosta de entrar em ação tão cedo assim.
Dia 11 de agosto já estou inscrito em um Sprint Triathlon em Lake Teramuggus. Será na parte da tarde e vai ser também minha última competição antes do Mundial.