Mas o segundo tempo, que assisti por inteiro, mostrou alguns erros da zaga brasileira, o que obrigou o goleiro Rafael a ser um dos dois destaques de nosso time. Um time de futebol não vai bem quando o goleiro é sua melhor figura. Felizmente para o Brasil, havia um outro jogador que se destacou pelo aspecto técnico, Marcelo, embora infelizmente tenha também se destacado pelo lado disciplinar. Se destacado negativamente, quase incendiando, com seu temperamento exaltado, um mero jogo amistoso.
Os americanos acertaram uma cabeçada no travessão – do já citado Onyewu, o americano-nigeriano – e obrigaram nosso goleiro a pelo menos três grandes defesas neste segundo tempo, uma com os pés. Mas Pato também acertou uma bola na trave e finalizou com perfeicão o ótimo passe de Marcelo, no quarto gol.
Um jogo que acabou em 4 a 1 como poderia ter sido 5 a 3. Para preparar a Seleção Olímpica, foi bom. Como expressão do melhor futebol brasileiro, mais ou menos.





