Assim não dá

Bristol (EUA) – Inicialmente, peço desculpas por um breve sumiço,mas estou formando um time infanto-juvenil de futsal para disputar um torneio aqui nesta cidade em que moro. Futsal – a versão moderna do futebol de salão que conheci no Rio na década de 50, com, na ocasião, uma bola menor e mais compacta.

Devo dizer, porém, que andou temeroso do interesse jornalístico de futuras maratonas, por um motivo simples: só quenianos e etíopes vencem. Ainda neste sábado foi disputada a Maratona de Richmond, em Virgínia, e vejam o resultado: os três primeiros lugares foram de quenianos, com Kipoech Ruto em primeiro, em 2:15:13. Em quarto um americano, em quinto e sexto dois etíopes.

Entre as mulheres, ganhou uma etíope, Aziza Aliyu, com 2:40:21 (tempo fraco, por sinal), seguida por uma russa e outra etíope.

O que acontece no momento, no mundo das maratonas, é  o domínio de quenianos e etíopes é total entre os homens. Entre as mulheres, as representanres da África Oriental também começam a dominar, apesar de altuma resistência de russas e outras corredoras da Europa Oriental.

Americanos só aparecem quando importam corredores do Leste de África e os naturalizam. Um brasileiro como Marílson Gomes dos Santos briga ali pela quinta, sexta, sétima posição.

É bom que outros países comecem a revelar corredores de longa distância.

Um comentário em “Assim não dá

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>