Mulheres, de novo

Bristol (EUA) – O futebol feminino nos Estados Unidos é como a Fênix, a ave que ressurgia das próprias cinzas. Morreu já duas vezes, mas vai reaparecer na próxima primavera no Hemisfério Norte, com a criação de uma nova Liga – que, por sinal, ainda não tem nome.

A nova Liga terá oito times, sendo que quatro virão da finada Women’s Professional Soccer – um em Nova Jersey, outro em Rochester, Nova York, um em Boston, Massachusetts, e outro em Chicago, Illinois.

Os demais t imes estarão em Seattle, no estado de Washington, em Portland, Oregon, em Kansas City, no Kansas, e em Waschington D.C., a capital americana.

O segredo do  sucesso, se é que finalmente haverá sucesso? O fato de que as jogadoras da Seleção do Canadá, da Seleção do México e da Seleção dos Estados Unidos, serão pagas não pelos clubes, mas pelas federações nacionais.

Vamos torcer pela mais recente iniciativa. Será que a CBF também vai comparecer, pagando as jogadoras da Seleção Brasileira que participarem da Liga?

Um fato é incontestável, no mundo inteiro, inclusive nos Estados Unidos, apesar de seus títulos olímpicos e mundiais: mulher gosta mesmo é  de ver futebol de homens, não de mulheres. Por isto, nos Estados Unidos, o futebol feminino só atrai público aos estádios quando se trata de uma Olimpíada ou de uma Copa do Mundo.

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