Triatletas se alistam, mas não guerreiam.

Bristol (EUA) – Através de um e-mail de meu prezado leitor Alexandre Médicis, descobri um fato interessante. Ou curioso. Ou as duas coisas: muitos dos principais triatletas brasileiros, homens e mulheres,  estão alistados nas Forças Armadas, como sargentos, marinheiros, comandantes e outras patentes. Digo alistados, não digo marchando, nem voando, nem navegando.

Graças a eles, o Brasil se tornou Campeão Mundial Militar de Triathlon  no mês de agosto, na Suíça. Já obtive também a informação de que outros países começaram  a fazer o mesmo, transformando seus triatletas em militares.

Estão, sem dúvida, se preparando para um diferente tipo de batalha, com natação, ciclismo e corrida.

2 comentários em “Triatletas se alistam, mas não guerreiam.

  1. Esta história me lembra que as nações comunistas da Europa costumavam colocar seus atletas nas Forças Armadas. Ferenc Puskas, o maior jogador de futebol da Hungria, era major do Exército, conhecido como o “major galopante”. O expediente pode até ser legal, mas será ético? Os triatletas nas Forças Armadas brasileiras são pagos? Se são pagos, por que não dão serviço? Alguém precisa aprofundar este assunto.

  2. Concordo com o Sérgio.Não vejo honestidade nisso, assim como nos países que naturalizam atletas africanos para correr maratonas, etc…
    De graça os triatletas não estão fazendo isso, por isso devem ser pagos, dinheiro público usado para fins que não interessam nem ajudam o povo brasileiro.

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