Os investimentos são mal aplicados. Quanto à educação, ela envolve não apenas a população da orla da Baía, com os muitos rios que nela desaguam, mas das tripulações e comandantes de navios que utilizam o porto, sejam eles nacinais ou estrangeiros. Multas pesadas precisam ser aplicadas, pois tais embacações usam a Baía de Guanabara como um esgoto, mas não o fazem quando estão em portos estrangeiros.
O tempo passa, as competições esportivas como a Olimpíada de 2016 se aproximam e o descaso permanece. Quando estive no Rio de Janeiro em agosto para a disputa de um triathlon, escrevi que o local, a praia da Glória, seria inigualável no mundo, se não houvesse a poluição.
Mas agora temos outra história: mais uma vez um barco a vela, desta vez do campeão olímpico Torben Grael, tem seu leme preso na poluição flutuante da Baía. É algo que já aconteceu em diversas competições no passado.
Pelo visto, a Olimpíada vai chegar, a poluição na Baía vai continuar e as autoridades, como sempre, comparecerão com desculpas esfarrapadas.

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