
Sergio Barzaghi/Gazeta Press
O Palmeiras teve uma atuação lamentável na noite desta quarta feira diante da Portuguesa perdendo por 3 a 0.
O problema não é perder para a Portuguesa, que está em décimo terceiro lugar na tabela e vem jogando bem. A questão é que o time de Felipão não esboçou o mínimo poder de reação dentro de campo.
O elenco do Verdão não é ruim, não é time para ser rebaixado, mas ficará pelas próximas duas rodadas, pelo menos, na zona de rebaixamento.
Felipão precisa fazer alguma coisa para a situação da equipe mudar no Campeonato Brasileiro. A torcida não merece passar por todo esse sofrimento.
O alerta vermelho está ligado.
O que você acha que o treinador deve mudar na equipe?

No sábado à tarde estive na Rua Javari para assistir à partida do meu Juventus contra o Osasco. Deu empate por 2 a 2, mas o Juventus começou perdendo. O jogo melhorou no segundo tempo, com a entrada de Elves, que comandou a virada. O jogador é um dos destaques da equipe.
Na foto acima estou ao lado do presidente do clube, Sr. Rodolfo Certertick. Foi uma delícia de sábado na Javari!








Ídolo palmeirense e pentacampeão brasileiro.
Querido por todos os torcedores por sua simpatia e simplicidade.
A presença do ex-goleiro Marcos e atual embaixador do Palmeiras ontem no Mesa Redonda foi sucesso de participação do público. Não precisa nem dizer que o programa foi um dos mais divertidos dos últimos tempos.
O jornalista Mauro Beting e o técnico Jorginho também marcaram presença.

Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press
O Corinthians começou muito bem a partida, parecia que iria dominar dentro de campo. O gol aos seis minutos de Émerson Sheik abriu os olhos da equipe tricolor que teve sangue frio para se reorganizar dentro de campo e reverter o resultado.
O São Paulo jogou bonito e Luís Fabiano foi o nome do jogo. Também quero destacar Lucas, o menino jogou muito.
Há sete anos o São Paulo não vencia o Corinthians no Pacaembu. Hoje, o tabu foi pro espaço num show de organização e sangue frio do time tricolor.

Sérgio Barzaghi/Gazeta Press
O jogo foi ótimo, mas a arbitragem lamentável. No entanto, o que gerou grande polêmica entre os telespectadores do Mesa Redonda na noite de domingo foi a atitude de Neymar ao levar um empurrão de Guilherme, do Corinthians. O craque se atirou junto à proteção de acrílico da Vila Belmiro. Uns acreditam que ele não tinha condições de parar, outros que agiu de forma antidesportiva simulando o ato, bem como o machucado no braço. O fato é que o toque de Guilherme não foi forte o suficiente para Neymar chegar a bater na proteção.
Minha opinião: faz parte do futebol simular faltas e pênaltis, faz parte do jogo dar dribles bonitos e desconcertantes deixando o adversário no vácuo, mas simular agressão é outra coisa e pode, inclusive, gerar briga entre jogadores e aumentar a rivalidade entre as torcidas. Tudo que é em excesso não é bacana, além do mais, o excesso de simulações tira a credibilidade do atleta.
Neymar é um jogador acima da média, o maior craque da atualidade jogando futebol pelo Brasil, sua presença na Seleção Brasileira é inquestionável, ele é ídolo e exemplo para os jovens, assim como para os jogadores. Neymar precisa entender essa sutil diferença entre situações de simulação.
Vale dizer mais uma coisa, o maior jogador do mundo na atualidade, Messi, simplesmente não simula NUNCA, ele joga. Fica a dica.

Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Palmeiras e Flamengo fizeram um jogo com apenas um gol, mas foi uma partida emocionante. Valdívia voltou ao time e mostrou que está bem em campo. Deu bons passes e provocou a expulsão de Ibson, do Flamengo, no primeiro tempo.
Barcos, sempre oportunista e bem posicionado, converteu a bola de Arthur em gol. Ufa, o Palmeiras conseguiu 16 pontos e saiu da zona do rebaixamento.
Em entrevista, Hernan Barcos, autor de 20 gols com a camisa do Palmeiras, disse que o time precisava da vitória e que ele espera fazer ainda muitos outros gols pelo Verdão.
O Barcos estava impedido na hora do gol, só um pouquinho, mas estava, se bem que o Palmeiras foi tão prejudicado pela arbitragem nesse campeonato, que nem dá pra reclamar muito. Você gostou do jogo?

Mowa Press
Aqui na TV as opiniões são divididas. Celso Cardoso e Flávio Prado são a favor da permanência de Mano Menezes à frente da seleção brasileira. Osmar Garraffa e eu somos contrários à continuação do treinador no time.
Nem tanto pela medalha de prata na Olimpíada de Londres, acho o resultado válido. O time também venceu a Suécia hoje por 3 a 0, ok. A questão é que pra mim a seleção é uma incógnita. Poucos são os atletas que se consolidaram nesses últimos dois anos à frente da equipe. Também acho que falta um esquema tático e uma boa formação do time em campo. Falta estilo. Falta assinatura. Falta uma marca. Poucas são as jogadas ensaiadas.
Não quero pensar que o Brasil não é mais o país do futebol, como diz o Flávio Prado. Acredito que apesar de estarmos em décimo terceiro lugar na tabela mundial da Fifa, temos raça, drible e paixão. Falta direção.
E você, o que pensa? O espaço é todo seu.


O programa de ontem foi bastante divertido. Zé Elias e Ary Toledo foram os convidados. Dentre os temas, a derrota da seleção brasileira na Olimpíada de Londres para a “temível” equipe do México.

O programa contou com as presenças do treinador Ney Franco, de Fernandinho, jogador do Palmeiras e de Roberto Andrade, diretor de futebol do Corinthians.

O treinador Ney Franco, do São Paulo, muito simpático, respondeu um rápido bate-bola pra mim nos bastidores:
Nas horas de folga: Gosto de curtir a família, minha filhinha de 2 anos e meu filho de 6 anos.
(Curiosidade: Ney também adora tocar violão).
Um medo: Não poder exercer minha profissão por um problema de saúde.
Um lugar: Rio de Janeiro
Melhor Jogador que já viu jogar: Maradona
Melhor jogador da atualidade: Messi
A parte ruim de ser um treinador de futebol é… ter que ficar se justificando o tempo todo, tendo que dar explicações.
Como encara as cobranças: com muita naturalidade, para ser treinador é importante saber se posicionar
Um sonho: Ser campeão como treinador da seleção brasileira na Copa do Mundo

“Tenho que agradecer por tudo que ele fez no Corinthians, pela pessoa e atleta que é. Quando o contrato dele estava para vencer, o procuramos e falamos com ele. A gente não queria fazer um contrato muito longo e os representantes dele queriam um contrato de um ano e meio. Liberamos o Liédson para negociar e deu certo com o Flamengo. ” – frase de Roberto Andrade, diretor de futebol do Corinthians, sobre a saída de Liédson do time durante o programa Mesa Redonda.
