Brasil vence, mas Dunga perde a compostura

Foto: HEULER ANDREY/MOWA PRESS

Foto: HEULER ANDREY/MOWA PRESS

Tudo estava indo muito bem para o Brasil. O time venceu da Argentina e foi o vencedor do Superclássico das Américas, um cala boca de dois a zero em nostros hermanos para tentar reconquistar um pouco da honra perdida na Copa. Será?

A equipe brasileira precisava disso, afinal entrou desacreditada em campo e andava mais por baixo do que nunca com aquele insuperável e inesquecível 7 a 1 para a Alemanha. E uma vitória sempre faz bem para o ego.

Todo mundo apostava na Argentina, menos eu. Primeiro porque nosso time cresce contra eles e segundo porque Dunga caprichou nas marcações e insuflou os meninos na última semana a darem o sangue porque uma derrota iria manchar ainda mais a situação de todos.

E foi assim. O grande Jefferson deu o nome pegando um pênalti de Messi e Tardelli mostrou que tem brilho.

Mas Dunga arranjou briga dentro de campo perdendo a compostura, fazendo gestos mexendo no nariz, todo irritado, nervoso gritando para o banco dos adversários… Precisamos sim de garra e energia, mas equilíbrio e um pouco de classe não fazem mal a ninguém. Dunga não precisava se expor dessa forma. Pegou mal. E hoje discutiu com jornalistas, fechou o treino… pois é, durou pouco, bem pouco a paz. Vamos ver o que nos aguarda daqui pra frente.

De volta ao batente!

volta1Olá meus amores!

Estou de volta ao trabalho.

Essa foto é de domingo, 5 de outubro, dia de eleições, dia de votar conscientemente e pensar no futuro do nosso país.

E pena que justamente nesse domingo aconteceu um acidente tão horrível como aquele com o piloto francês Jules Bianchi. Aquele trator não podia estar na pista sem um safety car entrar para auxiliar os pilotos. O Adrian Sutil já tinha derrapado ali e foi justamente o que aconteceu com o pobre rapaz.

Incompetência e irresponsabilidade dos donos da Fórmula 1. Acabaram com a vida do jovem piloto. Acabaram com seus sonhos e os sonhos de sua família. Ele ficará com sequelas gravíssimas. Erraram e não admitiram, isso é o pior.

Final de semana chegando. Aproveitem, mas com cuidado.

Beijos e obrigada pelas mensagens que me mandaram nas férias.

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Depois de muito trabalho, férias!!!

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Nas duas semanas passadas estive numa maratona daquelas apresentando o Super Esporte, o Gazeta Esportiva e ainda participando do Jornal da Gazeta. Também estive trabalhando na preparação do novo cenário do Gazeta Esportiva que estreou dia 01 de setembro nos últimos quatro sábados, além do programa Mesa Redonda. Pois é, agora as férias chegaram! Ebaaaa! Nos reencontraremos no domingo, dia 05 de outubro no Mesa Redonda! Até lá, pessoal! Beijão

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Por um mundo melhor

Vivemos num planeta muito atrasado. Nosso mundo que tem tantas coisas lindas, tem também gente ruim, do mal, que apenas atrasa a humanidade.

Essas atitudes racistas contra o goleiro Aranha, do Santos, são um exemplo.

É muito triste num jogo de futebol, onde teoricamente todo mundo está lá pra se divertir, haja ofensas a alguém por sua cor de pele. Triste, atrasado.

O clube tem que ser punido com multa, perda de muitos pontos e perda de mando de campo. Dessa forma, os próprios torcedores serão fiscais e impedirão atitudes como esta. Mas o agressor também tem que pagar pela atitude que tomou, afinal de contas racismo é crime e inafiançável só no papel? Portanto, CADEIA NELES!!!

Nosso país é terra quase sem lei, aqui dão jeitinho em tudo e isso tem que mudar.

Por um futebol melhor, um país melhor, um mundo melhor.

Parabéns, Palmeiras! 100 anos de lutas e glórias

Fernando Dantas/Gazeta Press

Fernando Dantas/Gazeta Press

Hoje é dia do Verdão! Parabéns, Palmeiras, parabéns a todos os torcedores dessa que é uma das maiores equipes do mundo!

26 de agosto de 1914… quem diria que o clube fundado por imigrantes italianos iria tão longe, conquistaria tantas glórias e enfrentaria tantos desafios…

Tenho um carinho especial pelo Palmeiras. Primeiro porque sou descendente de italianos, segundo porque meu pai e meu avô eram palmeirenses apaixonados.

Não vi o Palmeiras da época das Academias, mas conheço a história e reverencio os mitos que desfilaram pelos campos, como os fantásticos Ademir da Guia e Dudu.

Acompanhei a Era Parmalat e aquele super time que dava inveja a qualquer um. Quem não se lembra da garra de Evair, Edmundo, Luizão e Rivaldo?

Isso sem falar no santo. São Marcos, goleiro espetacular que conseguiu o inimaginável: o carinho de todas as torcidas.

Infelizmente hoje o Palmeiras vive uma fase difícil, mas a vida é assim, há altos e baixos e precisamos encarar os desafios com a cabeça erguida.

Viva o Palmeiras e dá-lhe, porco!!!

Meu carinho e meu abraço a todos os palmeirenses que são sempre tão carinhosos comigo.

 

Lúcio jogou lenha na fogueira

A entrevista do zagueiro Lúcio hoje caiu como uma bomba no Palmeiras. Justo lá, onde o clima anda tão sereno… (até parece!)

Como se já não bastassem as derrotas, os erros do goleiro Fábio (coitado), os protestos da torcida e os questionamentos à diretoria e Gareca, o zagueirão chegou com tudo à coletiva de hoje: alfinetou o treinador e cobrou os companheiros.

Lúcio atirou para todos os lados e acendeu um fósforo perto de gasolina. Isso não me parece prudente… O Palmeiras está em ebulição, o time precisa de união (o que claramente não existe e explica muita coisa) e a atitude de Lúcio pode complicar ainda mais o já turbulento momento do time.

Lúcio disse que o futebol brasileiro não tem tempo para mudar de filosofia. Um leve questionamento ao trabalho do treinador. Depois, continuou reclamando: “Não adianta só metade correr… temos que ter caráter e dedicação dentro de campo, futebol é coletivo.”

Lúcio está certo, futebol é coletivo, mas será que suas declarações vão unir mais o grupo e ajudar o time ou apenas vão jogar mais lenha na fogueira? O espaço é seu.

Triste situação do Verdão

Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

Eu não acredito que um time com o tamanho do Palmeiras esteja vivendo essa situação às vesperas de completar 100 anos. É o lanterna da competição com apenas 14 pontos.

São 10 jogos sem vencer, igualando a marca de 2011 quando Felipão era treinador. Inconcebível uma situação dessas para uma das maiores equipes do futebol brasileiro.

A torcida protesta, pede a saída do presidente e eu sinceramente não sei o que dizer para esses torcedores apaixonados. Conversando com o o subeditor de esportes do Gazeta Esportiva, Felipe Barbosa, palmeirense desde criancinha, ele me apontou a política como o principal problema do time.

Argumentei que Paulo Nobre tem procurado sanear as dívidas do clube, mas não o convenci. Na opinião do meu colega jornalista, Brunoro e Nobre poderiam trabalhar de outra forma e cometem erros atrás de erros,  seguem alguns:

1. não aparecem quando o time está mal, deixando apenas o treinador Gareca e os jogadores assumirem a bronca;

2. trocaram quase o time inteiro em relação ao ano passado, perdendo peças importantes da espinha dorsal do time como Henrique e Kardec sem contratar jogadores à altura. Dizem que todos os jogadores do elenco são negociáveis e fizeram transferências duvidosas, como a venda de Barcos e as saídas de Marquinhos Gabriel e William Matheus após menos de 1 ano no clube.

3. Tiveram a Copa do Mundo inteira para reforçar o time e só fizeram isso depois da competição, sendo que nenhum dos nomes contratados eram a primeira opção do treinador.

4. Pedem o apoio da torcida, mas o Palmeiras tem um dos ingressos mais caros do Brasil, com as arquibancadas a R$ 60 reais.

5. Não conseguiram um patrocinador master em 2 anos no poder;

Pois é, demitir o treinador argentino definitivamente não é a solução. Meu amigo jornalista Barbosa me convenceu, a diretoria do clube apequenou o Palmeiras. A torcida alviverde não merece isso e tem razão em reclamar.

A polêmica sobre o que escrevi de Petros

Djalma Vassão/Gazeta Press

Djalma Vassão/Gazeta Press

O meu texto sobre o caso Petros deu uma super repercussão aqui no blog, muita gente contra mim e outros a favor. Apesar de uns mal educados que me escreveram, não fugi da raia e publiquei todos os comentários. Muita gente disse que não cabia a comparação com o caso do Suarez porque ele agrediu um jogador e não o juiz. Ok, então vamos relembrar o caso do Renato Cajá?

Em março de 2013, Cajá atuava pelo Vitória e foi suspenso por dois jogos, ATENÇÃO, DOIS JOGOS, pela agressão ao árbitro que ESCREVEU o seguinte na súmula:

“Expulsei de campo aos 46 minutos da segunda etapa, o Sr. Renato Cajá por empurrar o árbitro da partida… informo ainda que o atleta supracitado desferiu tapa no rosto do árbitro em questão, tendo que ser contido pelos companheiros de equipe.”

Agora, meus queridos leitores, o que me dizem dessa situação? Será que se assemelha ao caso Petros? Cajá foi incurso no mesmo artigo do jogador corintiano e pegou dois jogos. O julgamento não teve toda esa atenção da imprensa, não recebeu cobertura da mídia, então o que me dizem? Dois pesos e duas medidas?

Não defendo a impunidade, não disse que Petros deveria ser absolvido, no entanto, 180 dias não dá. Não tem cabimento, ainda mais quando há um precedente como o exposto acima. O espaço é de vocês, mas educação, ok?

Obrigada!

Petros punido com 180 dias. Inacreditável.

Fernando Dantas/Gazeta Press

Fernando Dantas/Gazeta Press

O título já diz tudo, não estou acreditando na punição que foi dada ao meia Petros, do Corinthians: 180 dias pela “suposta” agressão ao juiz Rafael Claus na vitória do Corinthians contra o Peixe por 1 a 0.

Gente, o Suárez, na Copa do Mundo, pela mordida no Chiellini , sendo reincidente porque já tinha mordido meio mundo anteriormente, pegou 4 meses de suspensão do futebol. Como o STJD dá uma pena de seis meses ao Petros? Seis meses? Sim, seis meses por um suposto empurrão?! INACREDITÁVEL. DESPROPORCIONAL. Até porque a atitude do Petros é subjetiva, como eles podem julgar dessa forma? Me desculpem, mas na faculdade de Direito eu aprendi sobre os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade e não vi nenhum deles sendo usado pelo Tribunal.

Ele não socou o árbitro, ele não chutou o juiz, não cuspiu, não xingou, nada disso. Vejam, não estou defendendo o Corinthians, mas eu não enxergo aquele lance como agressão nem aqui nem na China! Nem mesmo o próprio juiz viu isso durante o jogo! Só no dia seguinte, com a repercussão entre os comentaristas de televisão, ele fez um adendo à súmula. Essa punição é um dos maiores absurdos que eu já vi no futebol. Cabe recurso ao Pleno do STJD e ela poderá ser revista, diminuída pela metade ou o jogador poderá até mesmo ser absolvido. Vamos aguardar.

 

Tudo tem limite

Sou contra os protestos da torcida do Palmeiras em frente à casa do presidente Paulo Nobre. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Paulo Nobre está tentando acertar, está trabalhando, luta pelo time… se isso vai dar  certo ou não, é outra coisa. O Palmeiras está contratando, o técnico está batalhando pra dar uma cara ao Verdão, por isso, protestos são válidos, mas na casa do presidente , do jogador, isso não!

Se quiserem protestar, fiquem à vontade, o clube está ali, as arquibancadas dos estádios estão lá. Mas casa é algo sagrado, acho que ninguém gostaria de sofrer essa invasão, e tem a família, os filhos… Me desculpem, mas é minha humilde opinião. Boa semana a todos.