São Paulo, Água Branca, dia 19 de dezembro de 2012 – minha casa
Foram dez dias de viagem, sendo seis em solo japonês e praticamente quatro no avião. Cansaço, noites mal dormidas, rombo orçamentário, dores nas costas e no corpo todo fizeram parte dessa aventura, mas se me perguntarem se eu faria tudo de novo a resposta é positiva, com certeza. E se levarmos o caneco da Libertadores em 2013 podem ter certeza que vou tentar ir para Marrocos daqui um ano, afinal lá é metade do caminho.
A volta para o Brasil foi bem tranquila, no avião o cansaço bateu e dormi tranquilamente durante boa parte da viagem, não deu nem para assistir um filminho. Quando chegamos na alfandega, os funcionários corintianos brincavam dizendo vem Corinthians, enquanto os que torciam para outros times faziam caras de poucos amigos. Para a minha sorte quem me recepcionou era uma moça que torcia para o Timão.
Já nos Estados Unidos e no Brasil o choque de diferença com o Japão é forte. Cadê aquele povo educado que agradecia a tudo, que falava baixo e sempre estava disposto a ajudar? Pois é, os orientais estão anos luz à nossa frente e não é na tecnologia não, mas sim numa pequena palavrinha de oito letras que faz toda a diferença: educação
Em Guarulhos, os país do Thiago Lobo – meu parceiro de La Bombonera e agora de Japão também – nos recebeu com muito carinho e ofereceu uma carona até a minha casa muito bem aproveitada, já que se não fosse eles iria ter que pegar ônibus cheio de mala.
Antes de encerrar a participação nesse blog quero agradecer ao Erick Castelhero por acreditar nesse projeto e me dar essa chance. O agradecimento se estende a gerente de esportes da TV Gazeta, departamento que eu trabalho, por entender a minha paixão e conseguir que eu tirasse dez dias não remunerados no trabalho.
Não posso deixar de mencionar aqui também a ajuda de todos os meus colegas que fazem o Super Esport, o Gazeta Esportiva e o Mesa Redonda. Tenho certeza que cada um deles trabalhou um pouquinho a mais por mim nesse últimos dias e por isso ganham o meu respeito por toda a eternidade.
Agradeço também ao meu amigo de infância Leonardo Burti, empresário e piloto da categoria GT4, por honrar a palavra e cumprir uma aposta de dois anos pagando a minha passagem para o Japão. Em 2010 ele disse que o Corinthians jamais ganharia uma Libertadores e caso esse feito acontecesse a parte aérea até o Mundial estava garantida.
Não quero parecer o Maguila, com uma série de agradecimentos, mas não posso deixar de citar o apoio dos meus país nessa viagem e do meu médico Dr. Eloy Rusafa Neto. Fica registrado aqui também o agradecimento e compreensão aos meus parceiros de viagem: Theo Leão, Thiago Lobo, Luca Coelho, Bruno Vendrame Buzzetto, Ricardo Colorado, Pitágoras Marques e Diogo Yoshinaga.
Quem gostou do meu diário de viagem em forma de blog muito obrigado, espero que de alguma outra forma esse espaço continue no site da Gazetaesportiva.net, afinal, tenho alguns projetinhos em mente para 2013. Vamos torcer para que tudo dê certo!



























