Noiva de Mayweather provoca Pacquiao em rede social

Foto: ReproduçãoO americano Floyd Mayweather realmente não está mais sozinho e não se trata exclusivamente sobre relacionamento amoroso. A noiva do boxeador, Shantel Jackson postou em seu twitter a foto de uma camiseta com a inscrição “Faça o teste” (Take the test), com uma imagem de Mayweather e outra do PacMan, relativo à figura dos videogames e apelido mundialmente conhecido do filipino Manny Pacquiao. Ainda em seu link da internet Jackson escreveu “A verdade nada além da verdade”.

A participação da noiva é mais um episódio na eterna briga de Mayweather e Pacquiao sempre fora e não dentro dos ringues. No ano passado, a negociação para o combate deixou de ser acertada em razão das alegações iniciais do astro asiático de que não gostaria de ser submetido a testes aleatórios de sangue próximo à data da luta. Depois, o filipino disse que aceitava todas as condições impostas pelo rival americano.

Mayweather (41-0-0, 25 KOs) não luta desde a vitória categórica sobre o compatriota Shane Mosley, em maio do ano passado, e nada indica seu retorno a curto prazo devido aos vários processos judiciais que enfrenta no momento. Pacquiao, porém, tem marcado o fechamento da trilogia com o mexicano Juan Manuel Marquez, em 12 de novembro, no MGM de Las Vegas (Nevada, EUA).

Fury prevê Wlad Klitschko superar Haye por nocaute

Apesar de compatriota, o peso pesado britânico Tyson Fury, 22, não consegue ver outro resultado que não seja a derrota e por nocaute de David Haye frente a Wladimir Klitschko, quando os dois se encontrarem para unificação de seus títulos em 2 de julho, no Imtech-Arena de Hamburgo, na Alemanha. “Haye é muito pequeno e não tem queixo para a categoria” sintetiza Fury.

Sem nutrir amizade com Haye, Tyson Fury (14-0-0, 10 KOs) avalia que o compatriota será derrubado umas “três ou quatro vezes” antes que o árbitro decrete o fim do confronto. “Para ser honesto, acho que Haye é mais um Herbie Hide (ex-campeão dos pesados de 1,88m que baixou para cruzador). Ele é rápido como um relâmpago, mas é pequeno e não tem queixo. E todos nós sabemos que, no jogo pesado, quem não tem queixo cai. É simples assim”.

Chavez mostra qualidade em triunfo sobre Trazancos

Motivado por atuar pela primeira vez como protagonista principal e em combate de dez roundes, o mexicano Omar Chavez, 21, – filho do lendário Julio Cesar Chavez – demonstrou boa técnica na vitória por nocaute técnico no quarto round sobre o compatriota Genaro Trazancos, 36. O confronto foi realizado ontem no Palenque del FEX, em Mexicali, estado de Baja Califórnia (México), pela categoria meio-médio (66,6k).

Omar Chavez (26-0-1, 19 KOs) manteve sua invencibilidade com a aplicação de bons jabs, não recuar diante das trocas de golpes de Trazancos (22-15-1, 13 KOs) e ainda derrubiou o adversário no segundo giro. Até então a luta transcorria de modo emocionante pela ação dos dois pugilistas e, quando Chavez disparava dois fortes socos no rosto do rival, surpreendentemente a Comissão de Boxe de Mexicali fez soar a campainha indicando ao árbitro para paralisar o embate aos 52 segundos.

A atitude gerou muitas vaias do público já que Trazancos ainda demonstrava condições de prosseguir. Independente da interrupção prematura, Omar Chavez se disse que “senti-me muito bem, mas creio que a luta deveria ter continuado. Com o resultado estou ainda mais motivado para continuar treinando para novos e maiores desafios”.

Tyson visita ex-campo de concentração em Auschwitz

Depois que pendurou as luvas e passou a conviver de forma mais hamoniosa com as pessoas, o peso pesado americano Mike Tyson tem sido contratado para diversas aparições em todo mundo e até mesmo protagonizar programas de TV. Agora, o lendário “Iron Man” planeja visitar o antigo campo de concentração nazista em Auschwitz, na Polônia, previsto para 15 de setembro.

“Ele (Tyson) é uma pessoa sensível e desejava há muito tempo estar em Auschwitz”, revela o empresário do ex-lutador, Carl Holness. Mike Tyson fechou acordo para estar em solo polonês para estar em promoções nas cidades de Varsóvia e Cracóvia. É possível que o americano antecipe a viagem em alguns dias para ver de perto a disputa do cetro CMB dos pesados entre o ucraniano Vitali Klitschko e o polonês Tomasz Adamek.

De La Hoya segue orientação de alcoólicos anônimos

A vida ensina que o primeiro passo para se resolver um problema é admitir o próprio erro. Internado em centro de recuperação para dependentes de drogas e álcool na Califórnia (EUA), o empresário Oscar de La Hoya, 38, está seguindo à risca as orientações determinadas mundialmente pelos alcoólicos anônimos e está em fase adiantada no que se refere a se retratar diante de pessoas que possa, em algum momento, ter causado prejuízos.

Nos últimos dias, de La Hoya se manifestou publicamente ao pedir perdão ao veterano promotor Bob Arum pelas desavenças vividas nas discussões promocionais, e também se desculpou com o filipino Manny Pacquiao, que está processando o “Golden Boy” por alegações de uso de substâncias proibidas para melhoria de desempenho.

Oscar de La Hoya chega a sugerir que ele e Arum devam se unir pelo maior desenvolvimento do esporte e realizar “as melhores lutas possíveis” para agradar aos torcedores. O último acordo entre as companhias dos dois empresários foi no embate de Pacquiao com o britânio Ricky Hatton, em 2009.

Johnson espera derrubar descrença e superar Froch

Veterano, convidado de última hora para participar do Super Six e enfrentando um oponente considerado favorito só estimulam a motivação no jamaicano Glen Johnson, 42, para o embate contra o britânico Carl Froch, 33. O confronto está marcado para o próximo dia 4 de junho no Boardwalk Hall, da cidade de Atlantic City, estado de New Jersey (EUA).

“Vi muitos vídeos de (Carl) Froch e estou preparado para seu estilo”, destaca Johnson (51-14-2, 35 KOs), imaginando que o britânico deva utilizar sua maior estatura e alcance dos braços para mantê-lo à distância. Para o americano, o rival Froch (27-1-0, 20 KOs) teve um desempenho semelhante bem-sucedido diante do alemão Arthur Abraham e não deve mudar muito suas características.

O combate faz parte da semifinal do Super Six que apontará o adversário da final contra o americano Andre Ward, já classificado. Johnson também terá a oportunidade de arrebatar o título CMB dos supermédios (76,2k), hoje nas mãos de Carl Froch. O atleta jamaicano já foi campeão mundial FIB dos meio-pesados (79,3k).

Drama esquecido, Martin repete luta com Stone

Com o ex-marido atrás das grades e procurando deixar para trás o drama da vida particular, a americana Christy Martin, 42, espera ansiosa por seu retorno aos tablados. No próximo dia 4 de junho, no Staples Center de Los Angeles (Califórnia, EUA), ela faz combate de seis roundes com a compatriota Dakota Stone, 41, em preliminar do título mundial entre Sebastian Zbik e Julio Cesar Chavez Jr.

O confronto marca o reencontro de Christy Martin (49-5-3, 31 KOs) com Dakota Stone (9-8-5, 1 KO) que em setembro de 2009 disputaram o cinto CMB supermédio (69,8k). Martin ganhou em decisão majoritária e se consagrou como a atleta a precisar de mais tempo na carreira para alcançar um título mundial, pois havia feito sua estreia 20 anos antes.

Curiosamente, o embate marcou a última apresentação das duas boxeadoras. “Faz muito tempo que não luto e me sinto emocionada até porque combati em preliminares de Julio Cesar Chavez e agora estarei no mesmo programa de seu filho”, destaca Christy Martin. A lutadora que antes era treinada e gerenciada pelo ex-marido, agora está sob os cuidados do experiente Miguel Diaz e do ex-campeão mundial galo (53,5k), Richie Sandoval.

Martinez sugere triunfos sobre Mayweather e Pacquiao

O desejo desmedido de se transformar em melhor boxeador do mundo entre todas as divisões faz o argentino Sergio “Maravilla” Martinez, 36, sonhar com hipotéticos combates com os dois atletas que estão à sua frente em todas as análises: o americano Floyd Mayweather e o filipino Manny Pacquiao. Se os confrontos fossem pelos supermeio-médios (69,8k) o portenho imagina vitória por pontos sobre Mayweather e nocaute em Pacquiao.

Martinez (47-2-2, 26 KOs) opina que um combate com Mayweather seria mais viável por que ele é fisicamente maior que Pacquiao e poderia atingir o peso de 69,8k com mais facilidade. “Acredito que com Mayweather a luta seria a mais difícil de minha carreira. Vejo um combate nos pontos em ótimo espetáculo”, analisa o argentino.

Mesmo imaginando que um confronto direto com Pacquiao teria obstáculos adicionais em relação ao peso – o filipino provavelmente solicitaria cerca de 68k, algo inviável para o portenho – Martinez estima que o astro asiático não duraria mais que dois roundes. “Eu o venceria por nocaute”, atesta.

Elevado à condição de #3 do mundo na atualidade, Sergio Martinez também diz que não ficou impressionado com o desempenho de Manny Pacquiao no embate com Shane Mosley no início do mês. “Ele (Pacquiao) está fazendo o seu negócio, escolhendo adversários que possa vencer ou que estão perto de se aposentar. Enquanto ele fizer isso não será difícil se manter como o melhor do mundo”.

De La Hoya perdeu US$ 1 mi em cassino

Especialistas, aficionados e amantes do boxe ao redor do mundo continuam assustados com a admissão do multicampeão Oscar de La Hoya, 38, de necessidade de internação em clínica para recuperação do vício das drogas e do álcool. Rico e bem-sucedido nos negócios extrarringue, de La Hoya ainda é uma referência no esporte.

Os problemas do atleta alcançaram comportamentos exagerados. Há mais de dois anos, por exemplo, Oscar de La Hoya chegou a perder US$ 1 milhão (R$ 1.630 milhão) em apostas somente em uma única noite em cassino de Las Vegas, estado de Nevada (EUA). Perguntado de o porquê ter gasto tanto dinheiro, o ex-boxeador disse que se sentia “invencível”.

Momentos depois de perder a pequena fortuna, de La Hoya confessa que convidou cerca de cem pessoas para uma festa para “comemorar que perdi essa quantia de dinheiro”. O presidente da Golden Boy Promotions revela que esse dia o abalou profundamente e o fez chorar. O principal motivo de suas atitudes era chamar a atenção para o distanciamento nas relações com seu pai.

Foreman elogia recorde e performance de Hopkins

Em vez de sentir-se frustrado, o lendário peso pesado George Foreman, 62, preferiu elogiar a conquista do compatriota Bernard Hopkins, 46, que, no último sábado quebrou seu recorde de boxeador mais antigo a conquistar um cinturão mundial por um dos quatro maiores organismos. “Eu fiquei sentado na ponta da cadeira a cada round”, descreve um emocionado Foreman.

Hopkins ganhou por pontos do canadense Jean Pascal no Bell Centre de Montrela (Quebec, Canadá) e arrebatou o título CMB dos meio-pesados (79,3k). Para Foreman, “foi uma luta emocionante. Bernard (Hopkins) foi o melhor atleta, o mais inteligente e estava na melhor forma. Estou feliz por ele e por outros boxeadores mais maduros”.

Foreman imagina que, se Hopkins foi capaz de ter performance tão boa aos 46 anos, não se deve descartar a possibilidade de no futuro atletas ainda mais velhos atingirem novos cinturões. “Se alguém conseguir isso (títulos) aos 60 anos, então terei de voltar aos ringues”, brinca o ex-boxeador.

Foreman detinha a marca anterior de longevidade desde 1994 quando superou o compatriota Michael Moorer por nocaute para ficar com o cinto dos pesados. À época estava com 45 anos. Sem se importar com a queda do seu recorde, George Foreman lembra que Hopkins ainda teve de superar Pascal na casa do adversário e diante de quase 18 mil pessoas. “Foi o melhor que pude ver de Hopkins. Viva o rei”.