Para colocar um pouco mais de dúvidas sobre o fim do ex-campeão mundial Arturo Gatti, em julho de 2009, um relatório legista apresentado hoje em Quebec, no Canadá, garante que não há evidências claras de que tenha havido crime na morte do lutador. De acordo com as informações, Gatti teve mesmo morte violenta, com a causa mais provável por “asfixia por constrição do pescoço”, o que não contradiz a decisão apontada pelas autoridades brasileiras de que o boxeador se suicidou.
O ex-gerente de Arturo Gatti, com o apoio da família do ítalo-canadense, contratou especialistas independentes que chegaram a conceder entrevista coletiva indicando que o atleta foi assassinado dentro de flat na cidade turística de Porto de Galinhas, litoral Sul do estado de Pernambuco (Brasil). O desaparecimento de Gatti está provocando batalha judicial intensa entre os parentes e a viúva Amanda Rodrigues, sobre seu patrimônio avaliado em US$ 3,4 milhões (R$ 5.916 milhões).
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