Gazeta Esportiva

As próximas semanas serão decisivas e marcadas por ansiedade para o mexicano Julio Cesar Chavez Jr., 26. O lutador deve comparecer a audiência na Comissão Atlética do Estado de Nevada para apresentar suas justificativas para a detecção de maconha em seus exames pós-luta com o argentino Sergio Martinez, realizada em 15 de setembro em Las Vegas (EUA). Ninguém no time do filho da lenda acredita que ele seja absolvido e já se espera suspensão de ao menos oito meses.

“Esperamos pela imposição de pena”, admite Carlo Moretti, vice-presidente de Operações da Top Rank, promotora de Chavez Jr. (46-1-1, 32 KOs). O empresário acredita que o período afastado não ultrapasse os oito meses para que o lutador azteca possa voltar a competir em pouco tempo.

O plano da empresa, contando com a efetiva suspensão, é recolocar Chavez Jr. em atividade em maio ou junho para, alguns meses depois, realizar a revanche com Martinez (50-2-2, 28 KOs) para quem perdeu o cinto CMB médio (72,5k). A praticamente certa penalização tem efeito retroativo, ou seja, passa a ser considerada a partir do último dia 17 de setembro, data em que o azteca foi flagrado no exame antidoping.




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