Gazeta Esportiva

Foto: AFP

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Sua aparição no boxe ainda é recente, mas o rapper e empresário 50 Cent (Curtis James Jackson III) tem sua própria empresa, a SMS, e espera causar barulho e trabalhar com gigantes do setor como a Top Rank e a Golden Boy. “Não tenho nada contra eles. O problema é que esses promotores protegem seus atletas e evitam os confrontos que todo mundo quer ver”, comenta o músico.

Quando percebeu que sua parceria nos negócios não renderia frutos com Floyd Mayweather, agora um ex-amigo, 50 Cent caminhou por seus próprios pés, criou sua companhia e tem buscado combates atraentes para seus pupilos, como o cubano Yuriorkis Gamboa que, neste sábado, luta pelo cetro interino AMB superpena (58,9k) no MGM de Las Vegas (Nevada, EUA).

50 Cent avalia que o boxe comete erro grave ao evitar os melhores combates, diferente do UFC (Ultimate Fighting Championship) cujos atletas estão sob a bandeira do mesmo dirigente e são instigados a se enfrentarem. Sem problemas pessoais e profissionais com qualquer outro promotor, 50 Cent até se propõe e servir de intermediário para que a Top Rank e a Golden Boy possam atuar juntas, realizando as lutas exigidas pelos torcedores.




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