Pacquiao chega como ídolo e mantém desejo de ação

Foto: AFP

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Logo ao desembarcar no aeroporto de Manila, ele mantinha o ar constrangido de quem avalia ter decepcionado seus compatriotas. O filipino Manny Pacquiao, 33, chegou abraçado à mulher Jinkee e, logo, foi recebido hoje como herói e conseguiu sorrir. “Não se preocupem. Nós vamos subir de novo”, disse o astro asiático, prometendo continuar em ação, mesmo com o apelo de familiares para se aposentar.

No último sábado, Pacquiao (54-5-2, 38 KOs) perdeu por nocaute no sexto round para o mexicano Juan Manuel Marquez, contudo, revela ter assistido ao vídeo do combate e confessa ter ficado satisfeito com sua performance. “Estava bem do primeiro até a rodada decisiva. Gostei de minha movimentação, mas fui atingido por um único duro golpe”, recorda o filipino.

Depois de fraturar o nariz do oponente e derrubá-lo no quinto capítulo, Pacquiao estima que conseguiria acabar com o mexicano até o oitavo giro. “De nenhuma maneira a luta completaria todos os roundes. Mas não podemos tirar o mérito de Marquez”, assinala o multicampeão asiático.

Pede para parar

O revés duro sofrido por Pacquiao fez levantar mais algumas vozes contra sua continuidade no esporte. Após a própria mãe Dionisia e a mulher Jinkee, o britânico Ricky Hatton também sugere ao asiático deixar de competir. “O único conselho que eu poderia lhe dar é que seu legado já está garantido e ele não precisa provar mais nada a ninguém”, comenta o boxeador, massacrado pelo filipino em maio de 2009.

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