Gazeta Esportiva

A continuidade ou não da carreira do ucraniano Vitali Klitschko, 41, campeão pesado CMB, só será comunicada nas primeiras semanas do Ano Novo. Mas as pessoas mais próximas do atleta indicam seu interesse em efetuar apenas mais um combate para, decididamente, dedicar seu tempo às atividades políticas na Ucrânia, país com alguns poucos milionários em detrimento de uma população geral muito carente.

Já contando com a despedida oficial, Bernd Boente, gerente de Vit Klitschko (45-2-0, 41 KOs), espera confronto com o excêntrico britânico David Haye, em estádio para milhares de torcedores e arrecadação financeira extraordinária. “Tem de ser um megaevento”, sinaliza Boente.

O empresário só não quer receber imposição do Conselho Mundial de Boxe (CMB) para que o ucraniano exponha obrigatoriamente o cinturão diante do vencedor de Chris Arreola (EUA) e Bermane Stiverne (Canadá) que lutam em eliminatória do organismo. “Por acaso algum deles é digno de participar de uma luta despedida de Vitali (Klitschko)?”, desdenha Boente.





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