De olho na proliferação de entidades nanicas que se autointitulam de âmbito mundial, o presidente do CMB José Sulaimán continua indignado e incomodado com o que chama de “comércio de cinturões”. O veterano dirigente vê como perigosa a ação desses organismos que, invariavelmente, autorizam combates desiguais com o único objetivo de ganhar dinheiro, deixando de lado a saúde e a integridade dos boxeadores.
Para Sulaimán, essas entidades têm valor reduzidíssimo e estão manchando a reputação e a imagem dos quatro principais organismos reconhecidos mundialmente – AMB, CMB, OMB e FIB. O dirigente alerta os promotores e os atletas para evitarem a aproximação com esses “supostos organismos”, lembrando que a Fecombox – Federação das Comissões de Boxe também já se mostrou contra a presença nefasta dos “nanicos”.
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