Para manter o seu nome limpo de irregularidades, o polonês Mariusz Wach, 33, mudou radicalmente de ideia e está encontrando formas de custear os exames na chamada amostra B, do material retirado de seu organismo depois do confronto com o ucraniano Wladimir Klitschko, em novembro passsado. A primeira amostra apresentou resultado positivo para esteroides anabolizantes e o peso pesado recebeu carta da Federação Alemã de Boxe comunicando sua suspensão por uma ano e multa de US$ 6,8 mil (R$ 13,6 mil).
Criticado pela facilidade com que abriu mão de novas análises, Wach (27-1-0, 15 KOs) explica que não estava exigindo os testes na contraprova devido aos elevados custos – que alcançam cerca de US$ 30 mil (R$ 60 mil). Depois de conversas com seus advogados e orçamentos de outros laboratórios, o atleta polaco diz que a situação agora é outra, pela possibilidade de redução nos preços. “Não posso dizer se alguma coisa mudará, mas há uma luz no fim do túnel”, festeja Wach.
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