Ele parecia ser uma pessoa acima de qualquer suspeita, trabalhava como treinador de boxe há mais de três décadas e utilizava o esporte como meio de retirar jovens da violência urbana na academia mantida na cidade de Salinas (Califórnia, EUA). Toda a história de conto de fadas desmoronou com a condenação do treinador Daniel Lujan, 66, que deve passar os próximos seis anos detido por abuso sexual a garota menor de idade.
Durante algum tempo a vítima de 14 anos foi aluna de Lujan. O profissional já havia admitido o crime em julho do ano passado e, agora, conheceu o período de prisão. Na denúncia, a menina declarou que recebeu insistentes pedidos do técnico de que queria manter relações com ela e a tentou violentar em quarto de hotel quando estavam em viagem de férias.
Com a desculpa de que precisava evitar suor intenso na atleta, Daniel Lujan regularmente passava creme no corpo da garota e chegou a esfregar outros produtos em suas nádegas e seios. “Em muitas ocasiões, ele (técnico) também tentou tocá-la na região vaginal”, assinala Henry Gomez, sargento da polícia de Salinas.

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