Parei de torcer para um time cercado de Abutres.

Os abutres sempre discordam.

É sempre assim. Quando a coisa começa a cheirar mal vêm os abutres e colocam mais química para apodrecê-la ainda mais. Passou da hora de eliminar o bando de abutres que circundam a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Nenhum título (nem o topo do mundo) acalmará o apetite do bando de abutres – entenda-se dirigentes – que se dizem palmeirenses e fazem, infelizmente, o cotidiano do Palmeiras.

Como torcedor, não tenho mais força para torcer contra rebaixamento. Como torcedor, não tenho mais estômago para torcer por um time liderado por abutres, que em cima da carniça, disparam bicadas sem justificativas. Não sou sócio do clube, não defendo nem oposição, muito menos situação.

Minha sugestão é que eliminem esse bando de abutres e contratem um CEO, um executivo, evidentemente remunerado, para gerir o clube. E cobrem, assim como somos cobrados em nossos trabalhos, os resultados negativos e positivos.

Ao estagnar nas últimas colocações do Campeonato Brasileiro de 2012, o Palmeiras revive o pior momento de sua história: o famigerado rebaixamento em 2002. Caros abutres, não há argumento que justifique a retomada do pensamento de rebaixamento. E sou palmeirense, antes fervoroso, há anos sem entusiasmo. Claro, não vou mudar de time. Sou Palmeiras, mas cansei. Como torcedor, atualmente deixo como está para vir como fica. 

César Sampaio como jogador inquestionável, como dirigente sem considerações. Não estou com vontade de destratar meu ídolo. O Sampaio profissional vai à imprensa para falar de bicho. Será que o atual presidente do Palmeiras não tem saco roxo (ou verde) para, ao menos, não deixar uma declaração desse tipo ser emitida. São sinais básicos de que a assessoria de imprensa do Palmeiras e amadora.

Talvez, o tal assessor seja mais um do bando de abutres que fora indicado pelo senhor Genaro não sei das quantas que é sócio/PROPRIETÁRIO do clube há 90 anos e, como todo bom italiano, não leva desaforo para casa. Nervoso, indicou o assessor de imprensa ao amigo que assumiu recentemente a presidência do clube. Afinal troca de favores – e farpas – imperam no Palmeiras desde sempre.

Chega! O Palmeiras seria único caso seus abutres também não fossem únicos. É impressionante a energia que emana do bando quando o Palmeiras perde. Quando ganha, a recíproca é verdadeira. Dizem os abutres: ganhou na sorte, pois o time é fraco, o técnico não sabe nada e o presidente não sabe mandar. Não há sinergia, há energia ruim por todos os lados.

Vamos então aos jogadores. Não vejo o time muito diferente dos outros times que estão na ponteira ou no meio do campeonato. Exceção aqui, outra lá, pau a pau, não é mais nem menos, talvez diferente.

Talvez, os jogadores dos outros times estejam treinando com afinco, focados na vitória. Sem cachaça, sem baladas. Há jogadores no time que atualmente não estão conseguindo correr; o craque do time não tem força na perna para bater um escanteio ou chutar de fora da área. Sei lá, os abutres estão ganhando. Mais uma vez.

Chega! Às favas com o time. Não tenho força para ficar rezando para não cair. Que caia para a segunda divisão. Sinceramente que se esborrachem no chão e lutem com suas próprias forças para subirem. Será uma lição para todos, novamente.

Menos para a torcida. Mas quem se preocupa com a torcida quando o importante é dinheiro e política.  

Para nós, torcedores, será um pé no saco. Somos fortes e vitoriosos, pois bem. Os abutres merecem, pois quando há desavença o corte vem na carne. E eles acabam se exterminando. Parei de torcer. Seja feita a vontade dos abutres do Palestra Itália. Certamente vocês não são os donos do time, mas vão se deliciar com a carniça.         

Fábio Sabbag   

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