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Brasil derrota Argentina na
revanche e fica com o título
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Foto: Reuters
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| O capitão da seleção brasileira,
Ronaldinho Gaúcho, recebe o troféu
da Copa das Confederações |
Vinte e um dias depois da derrota por 3 a 1 no estádio
Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, contra
os donos da casa, pelas Eliminatórias da Copa
Mundo, a seleção brasileira desfilou um
belo futebol pelo gramado do Waldstadion, em Frankfurt,
na Alemanha, ganhou na revanche por 4 a 1 e garantiu
o bicampeonato da Copa das Confederações
2005 em cima da Argentina. O primeiro título
verde-amarelo havia sido conquistado em 1997.
Desta forma, o Brasil conquista o segundo triunfo consecutivo
sobre os argentinos em jogos decisivos - já que
foi campeão da Copa América em 2004 diante
dos arqui-rivais, nos pênaltis. Além disso,
recupera a hegemonia na história do confronto:
34 vitórias contra 33 da Argentina.
"Quando você perde de 4 a 1, não
há muito o que dizer", resumiu o lateral-esquerdo
da seleção argentina, Juan Pablo Sorín,
logo após a derrota. Não havia mesmo.
Os comandados de Carlos Alberto Parreira foram superiores
durante a maior parte do confronto. O time de José
Pekerman sofreu dois gols logo na etapa inicial e nada
pôde fazer para equilibrar a situação
nos minutos restantes.
O Brasil saiu na frente logo aos 10 minutos. Cicinho
apareceu pela direita e rolou para Adriano, que tirou
a marcação e avançou até
a entrada da área antes de disparar uma bomba
indefensável. Kaká aumentou a vantagem
seis minutos depois. Livre pela esquerda, Robinho recebeu
virada de jogo e tocou para o meio-campista, que dominou
tirando da marcação e chutou no alto do
gol argentino para ampliar.
No segundo tempo, o Brasil continuou mandando no jogo
e fez o terceiro logo aos dois minutos. Cicinho recebeu
de Kaká, levou até o fundo e cruzou na
medida para conclusão certeira de Ronaldinho
Gaúcho. Aos 18 minutos, o Brasil marcou o quarto
numa jogada que sintetiza o futebol pentacampeão.
Depois de trocar passes enquanto os argentinos assistiam
durante mais de um minuto, Cicinho recebeu pela direita
e cruzou para cabeçada certeira de Adriano, artilheiro
da Copa das Confederações com cinco gols.
O adversário ainda diminuiu em uma de suas únicas
chegadas consistentes ao campo de ataque. Aos 20 minutos
da etapa complementar, Delgado cruzou da direita e Pablo
Aimar cabeceou com firmeza. Mas a Argentina não
conseguiu nada mais do que isso.
O Brasil não começou bem no torneio.
Teve problemas de entrosamento no ataque e falhas primárias
na defesa. No entanto, a declaração de
Parreira, já com a taça nas mãos,
sintetiza o que foi a Copa das Confederações
para a equipe: "A competição foi
muito importante para nós, atingimos todos os
objetivos traçados. Fizemos observações,
promovemos uma espécie de laboratório
e conseguimos manter a equipe nos dois últimos
jogos. O time cresceu ao longo da competição
e fez seu melhor jogo contra a Argentina, na final".
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Disputa
de 3º lugar
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| Horario |
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Quarta-feira,
29 de junho 2005 |
Estádio
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| 12h45 |
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Alemanha
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4 x 3
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México |
Leipzig
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Final
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| Horario |
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Quarta-feira,
29 de junho 2005 |
Estádio
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| 15h45 |
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Brasil
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4 x 1
|
Argentina |
Frankfurt
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