Ferrari
Pilotos:
1 - Kimi Raikkonnen (FIN) e 2 - Felipe Massa (BRA)
Reservas: Luca Badoer (ITA) e Marc Gene (ESP)
Nacionalidade: Italiana
Base: Maranello (ITA)
GPs disputados: 760
Vitórias: 201
Poles: 195
Melhores voltas: 205
Pontos: 3804,5
Temporadas: 57 (1950, 1951, 1952, 1953, 1954,
1955, 1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964,
1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1974,
1975, 1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984,
1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, 1994,
1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004,
2005, 2006, 2007)
Títulos (pilotos): 15 (Alberto Ascari-1952,
Alberto Ascari-1953, Juan Manuel Fangio-1956, Mike Hawthorn-1958,
Phill Hill-1961, John Surtees-1964, Niki Lauda-1975, Niki
Lauda-1977, Jody Scheckter-1979, Michael Schumacher-2000,
Michael Schumacher-2001, Michael Schumacher-2002, Michael
Schumacher-2003, Michael Schumacher-2004 e Kimi Raikkonen-2007)
Títulos (construtores): 15 (1961,
1964, 1975, 1976, 1977, 1979, 1982, 1983, 1999, 2000, 2001,
2002, 2003, 2004 e 2007)
Chefe: Stefano Domenicali
Modelo: F2008 (605kg)
Motor: Ferrari V8 056 - 90° 2398cc
Transmissões: Semiautomática
de 7 velocidades
Combustível: Shell
Pneus: Bridgestone
Site oficial: www.ferrariworld.com
Destaques do passado: Alberto Ascari (1950
a 1954), Phil Hill (1958 a 1962), Mario Andretti (1971 e 1972
e 1982), Niki Lauda (1974 a 1977), Gilles Villeneuve (1977
a 1982), Michelle Alboretto (1984 a 1988), Nigel Mansell (1989
e 1990), Alain Prost (1990 e 1991) e Michael Schumacher (1996
a 2006).
|
Retrospecto na categoria:
2007: 4º lugar (94 pontos/Ferrari)
2006: 3º lugar (80 pontos/Ferrari)
2005: 13º (11 pontos/ Sauber)
2004: 12° (12 pontos/ Sauber)
2003: Não disputou (era piloto de
testes da Ferrari)
2002: 13º (4 pontos/ Sauber)
Desempenho (até o GP da Austrália
de 2008):
GPs: 89
GPs completados: 69**
Pódios: 17
Chegadas com pontuação: 39
Abandonos: 20
Vitórias: 5
Poles: 9
Voltas mais rápidas: 7
Pole e Vitória em uma mesma corrida: 5
Pole, Vitória e Volta mais rápida
em uma mesma corrida: 2
** A desclassificação de Massa no GP do
Canadá de 2008 foi considerada corrida completada
Trajetória: Massa começou
carreira em 1990 no kart, onde ficou por sete anos. Depois,
partiu para a Fórmula Chevrolet, onde se sagrou campeão
na sua segunda temporada, em 1999. O paulista então
seguiu para a Europa e seu deu bem no novo continente: apenas
no ano 2000, foi primeiro colocado na Fórmula Renault
Italiana e Fórmula Renault Européia. Na temporada
seguinte, ainda levantou o troféu da Euro 3000.
Famoso por saber identificar grandes talentos, Peter Sauber
contratou o jovem brasileiro e o levou para a Fórmula
1. Em 2002, Massa fazia sua estréia na mais famosa
categoria do automobilismo antes de completar 21 anos e,
com quatro pontos, encerrou sua temporada de estréia
na 13ª posição.
Convidado para ser piloto de testes da Ferrari, Massa não
disputou a temporada 2003 da Fórmula 1. Apesar disso,
a transferência foi válida, já que,
além de ganhar experiência em uma das maiores
equipes do mundo, ele abriria as portas para o futuro. De
volta à Sauber em 2004, o brasileiro pontuou em cinco
provas e sentiu o gostinho de liderar, por pouco tempo,
a disputa em Interlagos.
Massa continuou na Sauber na temporada 2005, desta vez
ao lado de Jacques Villeneuve, campeão do mundo em
1997. O paulista, porém, não se importou com
o currículo do companheiro e terminou o ano com 11
pontos, dois a mais que o canadense.
Empresariado por Nicolas Todt, filho de Jean Todt, assumiu
uma vaga na poderosa Ferrari em 2006, quando conquistou
as duas primeiras vitórias de sua carreira, consagrando-se
no GP Brasil e desempenhando com perfeição
o cargo de escudeiro do mito Michael Schumacher.
Aprendeu muito com o alemão e surgiu como o favorito
para a temporada 2007, mas cometeu erros bobos e saiu da
briga pelo título antes da última prova, apesar
de ter iniciado a temporada com um desempenho melhor que
o de seu companheiro, Kimi Raikkonen, a quem teria que ceder
a vitória no GP Brasil para que o finlandês
fosse o campeão.
Expectativa: Vai lutar pelo título,
mas os erros do ano passado jogam uma certa desconfiança
sobre o potencial do brasileiro.
|
|
Retrospecto na categoria:
2007: Campeão (110 pontos/Ferrari)
2006: 5º lugar (65 pontos/McLaren)
2005: 2º (112 pontos/ McLaren)
2004: 7° (45 pontos/ McLaren)
2003: 2º (91 pontos/ McLaren)
2002: 6º (24 pontos/McLaren)
2001: 10º (9 pontos/Sauber)
Desempenho (até o GP da Austrália
de 2008):
GPs: 123
GPs completados: 84
Pódios: 48
Chegadas com pontuação: 74
Abandonos: 39
Vitórias: 15
Poles: 15
Voltas mais rápidas: 25
Pole e Vitória em uma mesma corrida: 5
Pole, Vitória e Volta mais rápida em
uma mesma corrida: 1
Trajetória: Quando estava
com 10 anos de idade, Kimi Raikkonen começou a disputar
competições de kart. Subiu para os fórmulas
em 1999 e um ano depois ficou com o título da Fórmula
Renault, chamando a atenção de Peter Sauber,
que o contratou.
Como não tinha nenhuma passagem pela
F3 ou F3000, o finlandês só conseguiu a superlicença
da Federação Internacional de Automobilismo
(FIA) para estrear na Fórmula 1 graças aos bons
desempenhos nos testes com a equipe suíça.
Apesar da desconfiança inicial, logo
em sua primeira temporada, Kimi somou nove pontos e ajudou
a Sauber a conquistar o melhor resultado de sua história,
a quarta posição no Mundial de Construtores.
A façanha lhe rendeu um convite da McLaren para assumir
o lugar de ninguém menos que o bicampeão mundial
Mika Hakkinen.
Apesar de alguns bons momentos em uma equipe
grande, não chegou a incomodar o experiente David Coulthard
naquele ano. Em 2003, porém, fez um de seus melhores
campeonatos e disputou o título da temporada com Michael
Schumacher até a última corrida. Desta forma,
surgiu como um dos favoritos ao título de 2004, porém,
uma série de falhas mecânicas adiou seu sonho
de ser o melhor do mundo.
Com o carro completamente reformulado, o finlandês
travou uma bela disputa com Fernando Alonso pelo título
de 2005, mas novamente problemas mecânicos acabaram
sendo fatais e o finlandês novamente teve que se contentar
com o vice-campeonato.
Em 2006, sofreu de novo com as falhas do carro
da McLaren e amargurou um ano ruim, onde não conseguiu
sequer uma vitória. Mesmo assim, suas qualidades lhe
trouxeram um contrato com a Ferrari, equipe na qual disputaria
com o brasileiro Felipe Massa o posto de sucessor de Michael
Schumacher.
Kimi saiu na frente, vencendo o GP da Austrália,
mas teve atuação discreta e dava a impressão
de que iria ficar fora da briga pelo título. Entretanto,
ressurgiu com uma vitória na França e manteve
suas chances de títulos. Apesar disso, chegou à
última corrida no Brasil precisando de um golpe de
sorte para tirar o título de Lewis Hamilton e Fernando
Alonso.
Foi aí que a sorte finalmente sorriu
para o piloto com fama de azarado: contando com erros banais
de Hamilton e se beneficiando da briga interna da McLaren,
Raikkonen contou com uma “ajuda” de Massa e venceu
em Interlagos, conquistando o título da temporada por
apenas um ponto de diferença.
Expectativa: Mostrou muita
consistência e velocidade durante a pré-temporada.
Completamente adaptado à Ferrari, é favorito
ao título.
|