Honda
Pilotos:
16 - Jenson Button (ING) e 17 - Rubens Barrichello
(BRA)
Reservas: Alexander Wurz (AUT), Mike Conway
(ING) e Luca Filippi (ITA)
Nacionalidade: Japonesa
Base: Brackley (ING)
GPs disputados: 70
Vitórias: 3
Poles: 2
Melhores voltas: 2
Pontos: 140
Temporadas: Duas (2006 e 2007)
Títulos (pilotos): Nenhum
Títulos (construtores): Nenhum
Chefe: Ross Brawn
Modelo: RA 108 (605kg)
Motor: Honda V8 RA808E - 90° 2400cc
Transmissões: Semiautomática
de 7 velocidades
Combustível: Eneos
Pneus: Bridgestone
Site oficial: www.hondaracingf1.com
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Retrospecto na categoria:
2007: 20º (Não pontuou/Honda)
2006: 7º lugar (30 pontos/Honda)
2005: 8º (38 pontos/ Ferrari)
2004: 2° (114 pontos/ Ferrari)
2003: 4º (65 pontos/ Ferrari)
2002: 2º (77 pontos/ Ferrari)
2001: 3º (56 pontos/ Ferrari)
2000: 4° (62 pontos/ Ferrari)
1999: 7º (21 pontos/ Stewart)
1998: 12º (4 pontos/ Stewart)
1997: 14º (6 pontos/ Stewart)
1996: 8º (14 pontos/ Jordan)
1995: 11° (11 pontos/ Jordan)
1994: 6º (19 pontos/ Jordan)
1993: 9º (2 pontos/ Jordan)
Desempenho (até o GP da Austrália
de 2008)**:
GPs: 253
GPs completados: 166***
Pódios: 61
Chegadas com pontuação: 110
Abandonos: 87
Vitórias: 9
Poles: 13
Voltas mais rápidas: 15
Pole e Vitória em uma mesma corrida:
5
Pole, Vitória e Volta mais rápida
em uma mesma corrida: 2
** De acordo com os critérios do próprio
Rubinho, valem todas as corridas que ele se apresentou para
largar no grid. Desta forma, são contabilizados o
GP da Bélgica de 1998, quando ele se envolveu em
um acidente logo na largada e os GPs da França e
da Espanha de 2002, quando sua Ferrari apresentou problemas
ainda no grid de largada e ele não correu. O GP de
San Marino de 1994, quando ele sofreu um grave acidente
da sexta e foi hospitalizado não entra na conta
*** A desclassificação de Barrichello no GP
da Austrália de 2008 foi considerada corrida completada
Trajetória: Com uma rápida
passagem pelo Kart na juventude, Rubens Barrichello começou
a de destacar quando foi campeão da Fórmula
3 Britânica em 1991 e terceiro colocado da Fórmula
3000 no ano seguinte. Chamado pela Jordan, fez apenas dois
pontos em sua primeira temporada e no ano seguinte se viu
com a missão de substituir o ídolo Ayrton
Senna, morto no GP de Ímola, como destaque brasileiro
da categoria.
Obviamente não foi muito longe com a fraca Jordan
e, após somar 14 pontos em 1996, se transferiu para
a Stewart, onde tinha a esperança de ser mais rápido.
Os problemas de confiabilidade da equipe, porém,
prejudicaram Rubens, que fez duas de suas piores temporadas
na escuderia. Só melhorou um pouco em 1999, quando
foi o sétimo colocado do Mundial e conseguiu se transferir
para a Ferrari.
Com ânimo renomado, Barrichello logo viu suas esperanças
se diluírem em Marenello, onde ficou à sombra
de Michael Schumacher durantes os seis anos em que permaneceu
na equipe. Apesar disso, Rubinho, conquistou resultados
respeitáveis com o carro vermelho, sendo nove vitórias
e dois vice-campeonatos (2002 e 2004). Com um carro ruim,
viu seu desempenho despencar em 2005 e terminou o campeonato
apenas na oitava posição.
Substituído por Felipe Massa, foi para a Honda, onde
chegou cerca de expectativas e disse ter condições
de lutar até pelo título mundial, especialmente
após os bons resultados da pré-temporada de
2006. Porém, não se adaptou ao carro da
escuderia japonesa e terminou a temporada sem conseguir
subir ao pódio.
O fundo do poço, porém, estava reservado
para o ano passado: com um carro extremamente ruim em mãos,
o brasileiro encerrou uma temporada da Fórmula 1
sem somar um ponto sequer pela primeira vez na carreira.
Expectativa: Piloto mais velho da categoria,
Rubinho já mostrou que o carro da Honda de novo deve
figurar entre os últimos do grid. Desta maneira,
seu grande destaque este ano será para o fato de
que ele deve superar o recorde de Riccardo Patrese, competidor
que mais se alinhou no grid da Fórmula 1, com 256
corridas no currículo.
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Retrospecto na categoria:
2007: 15º (Seis pontos/Honda)
2006: 6º (56 pontos/Honda)
2005: 9º (37 pontos/ BAR)
2004: 3° (85 pontos/ BAR)
2003: 9º (17 pontos/ BAR)
2002: 7º (14 pontos/ Renault)
2001: 17º (2 pontos/ Benneton)
2000: 8º (12 pontos/ Williams)
Desempenho (até o GP da Austrália
de 2008):
GPs: 137
GPs completados: 91
Pódios: 15
Chegadas com pontuação: 60
Abandonos: 46
Vitórias: 1
Poles: 3
Voltas mais rápidas: 1
Pole e Vitória em uma mesma corrida:
0
Pole, Vitória e Volta mais rápida em
uma mesma corrida: 0
Trajetória: Companheiro
de Rubens Barrichello, Button começou no kart aos oito
anos de idade. Conquistou bons resultados em diversas categorias
e se transferiu para a Fórmula Ford em 1998. No ano
seguinte, foi o terceiro colocado na Fórmula 3 Inglesa
e, devido ao fato de Frank Williams não estar feliz
com Alex Zanardi, conquistou um lugar na Fórmula 1
no ano 2000.
Disputou sua primeira prova com pouco mais de
20 anos, sendo um dos pilotos mais jovens a participar de
um GP de Fórmula 1. A oitava colocação
no ano rendeu a Button uma proposta da Benetton. A troca,
porém, não foi nada boa para ele e o inglês
fez um péssimo 2001, somando apenas dois pontos durante
a temporada.
As coisas melhoraram no ano seguinte e ele somou
14 pontos. Isso, no entanto, não foi suficiente e o
europeu acabou substituído pelo reserva Fernando Alonso
na temporada seguinte. Button, porém, encontrou uma
vaga na BAR e começou a mostrar suas qualidades: foi
muito consistente e fechou a temporada com uma quarta colocação
no GP do Japão, o que lhe garantiu o nono posto no
Mundial de Pilotos.
O inglês melhorou ainda mais em 2004 e
foi o terceiro colocado na classificação geral,
perdendo apenas para as fortíssimas Ferrari. Seu desempenho
garantiu um espetacular vice-campeonato para a equipe no Mundial
de Construtores. Fora das pistas, porém, fez lambança:
com contrato assinado com a Williams para 2005, mudou de idéia
e se envolveu em uma batalha jurídica para ficar em
Brackley.
Obteve êxito, mas teve seu desempenho
no ano prejudicado porque seu carro estava abaixo do peso
mínimo após o GP de San Marino e a equipe foi
desclassificada das três provas seguintes. Apesar disso,
pontuou em todas as provas restantes.
Antes de se garantir na Honda em 2006, teve
que pagar uma quantia milionária à Williams
por não ter honrado seu compromisso com Grove. Na escuderia
japonesa, porém, só voltaria a ter um grande
momento com a vitória no GP da Hungria. No ano passado,
a equipe construiu um carro muito ruim e Button teve que fazer
um grande esforço para somar seus únicos seis
pontos no campeonato.
Expectativa: Mesmo com a contratação
de Ross Brawn, a Honda deve seguir nas últimas colocações
do grid.
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