Voltar para a home Quarta, 03 de Dezembro de 2008 Home Fale conosco. Receba o boletim   Ir para a Gazeta Press
 

Prova faz parte da história de São Paulo

A tradicional Prova Ciclística 9 de Julho foi criada em 1933 pelo jornalista Cásper Líbero, e está ligada à história de São Paulo. Ela surgiu como uma homenagem aos paulistas que lutaram na Revolução Constitucionalista de 32, que eclodiu naquela data.

Logo no início, a 9 de Julho tornou-se uma das provas mais importantes do Brasil. A participação foi restrita a atletas de maior categoria e convidados de outros estados, garantindo, assim, sua competitividade.

Foto Acervo/Gazeta Press
Foto: Gazeta Press
Marcos Mazzaron, da equipe Caloi, vence a prova de 1986. Atualmente, Mazzaron é o presidente da Federação Paulista de Ciclismo.
Com a presença de ciclistas argentinos e uruguaios, a competição ganhou, em 1947, o título de Prova Ciclística Internacional 9 de Julho. Depois, vieram representantes de mais de quinze países. O primeiro estrangeiro a cruzar na frente a linha de chegada foi o argentino Jorge Oliveira, em 1948.

Em toda sua história, a Prova deixou de ser realizada de 1941 a 1946 (época da Segunda Guerra Mundial), de 1952 a 1954 e de 1966 a 1968. As mulheres só passaram a competir a partir de 1985.

O brasileiro José Magnani entrou para a história da 9 de Julho ao se tornar o primeiro campeão. Ele também levou os troféus em 1934 e 1940. O também brasileiro Rolando Montesi ganhou a inédita fase internacional, além dos títulos em 1937 e 1938.

Outras participações importantes foram as de Ailton Souza (1982, 1985 e 1988) e Wanderley Magalhães (1989, 1990 e 1991). Entre as mulheres se destacam as tricampeãs Cláudia Carceroni (1991, 1992 e 2004) e a bicampeã Ieda Botelho (1994 e 1996).

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